Existem 2 maneiras de perder um celular. Uma é perdendo. A outra é perdeu!
Frases de Tito Senna
31 frases
Em uma guerra os dois lados saem perdendo. Mas quem não admite a derrota perde ainda mais.
Não adianta ser "da rua" ou ser "a rua". Devemos pavimentar uma rua melhor para quem vai viver e passar por ela através de uma visão comunitária. Jogarmos nossa mente latifundiária na lixeira da primeira esquina que atravessarmos.
O nada não existe.
Quem não tem cão caça com gato. Graças a Deus! Os gatos caçam onde os cães não alcançam.
Amarrando o tênis Muitas vezes usa-se o mote; eu sou de verdade! Para não mudar a realidade
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Amarrando o tênis Muitas vezes usa-se o mote; eu sou de verdade! Para não mudar a realidade Desestimulando quem quer transformar O pé cresce Uns andam com o pé apertado O tênis já não cabe Mas quem se sente incomodado Corre-corre atrás de mudar. O que anda com o sorriso confortável Pode levar uma pisada de um encrocado Pois quem não muda pisa nos outros Para poder incomodar Melhor é ser pisado por quem anda incomodado Do que pisar nos outros Por quem não correu para se confortar A dor do pisão é passageiro Passa logo passa ligeiro Mas o que permanece apertado Aumenta passo a passo
Se tudo veio do nada Nada já é alguma coisa Logo alguma coisa no meio do nada...
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Se tudo veio do nada Nada já é alguma coisa Logo alguma coisa no meio do nada... É simplesmente tudo!
O Brasil do futuro está atrasado.
12, 13, 38, 121, 155, 157, 163, 171, 288. Se os números podem ser marginalizados, imagine nós...
Ou Jesus salva o mundo ou abre uma carpintaria e vende cruzes. As duas coisas não dá.
Alegria de pobre dura pouco. Pobre de espírito.
Dizer que não fala de política é um ato político.
Pape soltou as baratas, Banksy invadiu com os ratos. Mas quem está no topo da cadeia urbana é o pombo. Rato que voa, come as baratas e carcome as pessoas. Observa a cidade no suprassumo das construções; caga em quem quiser. Grampeia nossas ligações e nos coloca um contra os outro…
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Pape soltou as baratas, Banksy invadiu com os ratos. Mas quem está no topo da cadeia urbana é o pombo. Rato que voa, come as baratas e carcome as pessoas. Observa a cidade no suprassumo das construções; caga em quem quiser. Grampeia nossas ligações e nos coloca um contra os outros.
Emergente Emergência.
O brasileiro não precisa ser estudado. O brasileiro precisa estudar.
Entender que estamos perdidos nos coloca no caminho certo.
Nenhum século sobrevive ao século XXI.
Pianista é quem carrega o piano.
A ausência da luz ocupa o vazio.
Quem não tem hinário acha qualquer música hino.
Infelizmente no Brasil as palavras tradição e conservação são culturalmente pejorativas. A memória é combatida a força com todo tipo de avanço barato.
"O Hamlet contemporâneo comprou um celular. Com aquela tela fria empunhada, o príncipe verteu a sua tormenta existencialista no Google: 'ser ou não ser, eis a questão'. O oráculo binário lhe respondeu com uma imagem: caveira.jpg."
É incontestável a onipresença do graffiti nos ambientes urbanos das grandes metrópoles. Mais do que uma demarcação de território ou uma expressão juvenil inconsequente - o que alguns críticos chamariam de síndrome de Peter Pan - o graffiti é um elemento que revela as feridas da…
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É incontestável a onipresença do graffiti nos ambientes urbanos das grandes metrópoles. Mais do que uma demarcação de território ou uma expressão juvenil inconsequente - o que alguns críticos chamariam de síndrome de Peter Pan - o graffiti é um elemento que revela as feridas da cidade e a dissimulação social, transitando entre o público/privado, o subversivo/serviçal, o legal/ilegal de maneira bravia e admirável.
Não há como separar o graffiti das ações anti-graffiti.