Busco um caminho no qual só eu poderei seguir. Caminhando sempre. Sem jamais pensar em desistir.
Frases de Tiago Amaral
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Os corvos avoar livre pela escura escuridão do amanhecer.
Ou escrevo ou fico louco, escrevendo também fico louco, mas escrevendo.
O Brasil é o país que não progride só regride por culpa da sua nação que tem por isso o país que merece ter.
Os Brasileiros é realmente uma nação débil. De um povo que adora ser afofados pelo governo. E que só se uni para as coisas mais fúteis da sociedade. E para os instintos mais básico e primitivo do Reino animal. Comer e meter.
Ser livre é a melhor forma de si viver, como um falcão ao voar em pleno amanhecer.
Ser idiota é umas das fases da vida que pertence aos jovens.
Essa geração de jovens é tão deplorável que não da para extrair dela boas narrativas. Por isso observo uma tremenda volta ao passado nas narrativas. Isso incluindo: filmes, series, games, livros, etc.
Um coração livre como um Puma, forte como aço, atravessando rios e riachos. Escalando e subindo montanhas.
Uma alma pura nobre e inocente, entrego-te o meu coração.
Fazer parte da sociedade é de certa forma fazer parte de um todo. De uma total decadência da liberdade e do viver.
Não a como passar pela juventude sem cometer a menor das idiotices.
Pessoas são desgastantes e entediantes. Entre elas me sinto mergulhado numa completa e escura solidão.
A sociedade é um completo manicômio empoeirado, sujo e podre.
Se as andorinhas estão felizes significa que meu coração também está.
Depois que se aprende sobre narrativa, não se a ver da mesma forma. E depois você descobre que quase tudo não passava de enchimento de linguiça.
Navegar pelo mar do desconhecido em busca de novas experiências e aventuras.
Pessoas verdadeiras são as loucas e no seu interior a humanidade delas se reflete como algo puro e verdadeiro.
Um homem medíocre é sempre uma imagem simples ou deplorável de um homem.
O pior homem é aquele que nada inspira.
Perdido e livre na estrada um homem em busca de liberdade.
A sociedade aprisionar e enfraquece o homem. Nada, nada mesmo me encanta tanto quanto a liberdade. Talvez os olhos de minha amada, mas a liberdade chama a minha alma.
E é nas estrelas a noite a onde me embriago e viajo pela imensidão do espaço. E simplesmente durmo para mais um dia de contemplação espiritual com a natureza. E seguir em frente aproveitando cada momento. Essa é a verdadeira essência natural e pura do homem. Que é simplesmente vi…
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E é nas estrelas a noite a onde me embriago e viajo pela imensidão do espaço. E simplesmente durmo para mais um dia de contemplação espiritual com a natureza. E seguir em frente aproveitando cada momento. Essa é a verdadeira essência natural e pura do homem. Que é simplesmente viver. Não gastarei os meus dias preso no conformismo e materialismo. Usarei todo o meu tempo para viver.
Eterno E ali sobre a solidão, rugia o vento e em outra hora o mesmo uivava como um lobo solitário, ao uivar a para a lua cheia. Sentado de frente de um cemitério ater que alguma coisa me arrastou para dentro. O que parecia ser um chamado para minha alma e meu corpo abatido.
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Eterno E ali sobre a solidão, rugia o vento e em outra hora o mesmo uivava como um lobo solitário, ao uivar a para a lua cheia. Sentado de frente de um cemitério ater que alguma coisa me arrastou para dentro. O que parecia ser um chamado para minha alma e meu corpo abatido. E seguir simplesmente o chamado obscuro e tão sutil que o meu coração simplesmente palpitava pela falta de medo e também de emoção. Sentia-me como parte daquele lugar frio, escuro e tenebroso, descanso dos mortos. Cujas as luzes presentes no lugar, era o que me dava medo. Atraindo também os insetos para aquele lugar através da luz. Lugar cujo os corpos dos mortos repousavam e descansavam em descanso eterno de total solidão. Pôs tinha eu por isso algo em comum com aquele lugar tão inóspito, quanto a minha própria existência, sobre essa terra. E minha alma angustiada e amarga era alimentada pela falta do medo o que parecia algo tão perturbador e incomum. Ater para mim mesmo que me encontrava-me naquele lugar. Numa total solidão e tomado por uma completa sensação de vazio por dentro. Um homem vazio e solitário, sem medo de nada. “Estava-me então doente ou adoecer pela falta esmagadora da presença do medo? Tanto em meu corpo quanto em minha alma?” Era o que me perguntava, tendo como companhia a minha própria sombra e a solidão. Parecia então que não me havia mais um coração e nem alguma razão de fato para esta ali. Em um lugar que para mim era como o colo e os braços de uma mãe. E me sentia confortável e protegido de mim mesmo. E foi num fim de uma tarde vazia e estranha como se fosse pela primeira vez, que aquele fim de tarde havia ocorrido. E a noite então corria tão rápido, chegando, tomando o seu lugar e conta também, daquele lugar. Leves barulhos das azas dos corvos, pousavam sobre os galhos secos das arvores. E pareciam que todos eles me olhavam, mas não se perturbava com a minha simples presença, naquele lugar. Tanto que um deles logo em seguida pousava sobre um dos meus braços e voava logo depois. Para seu posto de guardião daquele lugar. As sepulturas, covas, túmulos, nada disso parecia me assustar e a tomar conta do meu corpo e da minha alma, através do medo. Pôs medo eu não tinha mais. Eu simplesmente nada sentia. E algumas sepulturas acinzentadas e velhas pela ação do tempo que simplesmente não existi. Me traziam memorias de vidas passadas e aquilo para mim causava uma sensação tão estranha, que repentinamente tive uma leve tontura e voltei a si. Mergulhado naquele lago escuro a onde eu não me debatia eu simplesmente mergulhava cada vez mais fundo. E nada, nada é melhor do quer ter alguma coisa para amar. Então por alguma estranheza eu simplesmente amava aquele lugar. Tão arrepiante a noite cujo a mim não me causava arrepios, mas sim alegria. Por alguma coisa que eu nem sabia ou conhecia, mas que ali vim a descobrir o porquê. Daquele cemitério me causar uma forte atração, cuja para mim, tanto para o meu corpo e para minha alma, era algo impossível de resistir. Não tinha lugar melhor para uma mente perturbada como a minha ir. A se deixar ser levada e carregada para aquele lugar. Que para alguns era algo perturbador. Mas, para mim era como o próprio paraíso. Um mini pedaço do Éden ou dos Elísios a noite. E nada era mais perturbador para mim do quer a minha própria mente. E minha solitária loucura repentinamente. A mim perturbar com as minhas próprias confusões mentais. Então logo os meus olhos avistaram uma sepultura branca como se fosse feita de pura porcelana. Cuja havia um anjo debruçado em prantos sobre ela. E quando me aproximei mais de perto daquela sepultura a atração por aquele lugar e a se tornando cada vez mais forte. E logo eu comecei a ouvir cantos de louvor, onde reinava um eterno e puro amor. E ao me próxima mais, vi na sepultura um retrato de uma linda jovem, que viveu a tanto anos a trais. Cujo os olhos me deixaram completamente apaixonado logo que os vi. Por transmitir tamanha pureza e um forte e caloroso amor feminino. Então ao olhar direito para a escultura do anjo, debruçado sobre a sepultura daquela jovem falecida, percebi que ele tinha a minha face. A mesma face, mas não tive tempo de me questionar sobre aquilo. Pôs memorias de um amor de vidas passadas tomou conta do meu corpo e também de minha alma. Que logo também se encontrava-se apaixonada. Então de frente sobre para a sepultura eu chorei. Me debruçando em prantos de frente por anjo, também em prantos.