Para enganar o mundo, deve-se falar de lugares além de suas bordas.
Frases de Thiago Luis Mateus Santos
211 frases
A solidão é a companhia daqueles que aprenderam a se germinar. A companhia é a solidão daqueles que aprenderam a se podar.
A honestidade plena só se encontra naqueles que não amam outro alguém além da justiça.
A percepção gera uma narrativa. Então, através de uma maior expressão, torna-se uma concepção social geral. Comportamentos individuais surgem de uma narrativa coletiva.
Gotejado pela chuva eu me observo cair lá fora, fluindo, empoçando, evaporando e continuando a viver.
Há estrelas que brilharão como a noite, assim como os injustiçados
A guerra pare filhos sem pais e mães sem filhos.
A finitude desmorou homens que em suas mãos possuíam o mundo, mas não o tempo dos céus.
Uma idéia formada concentrara sua razão em capítulos, não em livros.
As cordas nunca me disseram muito, eram os acordes que traduziam o que eu sentia. Até que os acordes cessaram, e as cordas restaram nuas, ecoando a ausência do som que me fazia inteiro, pendurando-me em um céu que, a cada segundo, escurecia junto aos gritos que se esvaíam... até…
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As cordas nunca me disseram muito, eram os acordes que traduziam o que eu sentia. Até que os acordes cessaram, e as cordas restaram nuas, ecoando a ausência do som que me fazia inteiro, pendurando-me em um céu que, a cada segundo, escurecia junto aos gritos que se esvaíam... até encontrarem a calmaria
Um homem disse que os pássaros voavam, e então os pássaros alçaram voo. Um idolatrado afirmou que os pássaros voavam, e o nomearam mestre da aerodinâmica. O poder da palavra reside no poder do orador. Os idólatras escutam seres; os sábios, o que foi dito.
Os avanços tecnológicos geram uma compreensão de que o indivíduo não necessita de outros para manter sua subsistência. Talvez isso seja uma verdade no aspecto físico, mas não no mental, e tampouco em relação à definição de quem somos. Sem o diálogo e a possibilidade de expressão…
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Os avanços tecnológicos geram uma compreensão de que o indivíduo não necessita de outros para manter sua subsistência. Talvez isso seja uma verdade no aspecto físico, mas não no mental, e tampouco em relação à definição de quem somos. Sem o diálogo e a possibilidade de expressão ao outro, perdemos uma parte do nosso “eu”. Aliás, por qual razão definiríamos o mundo caso não existisse outro ser com a compreensão do mundo?
A interpretação que fazemos do outro é apenas um fragmento de tudo o que já conhecemos e projetamos sobre aquele indivíduo. Assim, para nós, o outro é mais uma extensão de nós mesmos do que de sua própria essência.
A cultura se molda a recursos: A facilidade para acesso a recursos gerem alteração no comportamento da massa, pois a cultura se originou da necessidade de recursos. A disponibilidade de recursos geram espaço para reflexão e desenvolvimento de porções cognitivas, tanto que soci…
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A cultura se molda a recursos: A facilidade para acesso a recursos gerem alteração no comportamento da massa, pois a cultura se originou da necessidade de recursos. A disponibilidade de recursos geram espaço para reflexão e desenvolvimento de porções cognitivas, tanto que sociedades com maior IDH tendem a ter uma cultura comportamental similar, o mesmo ocorre com grupos que vivem em países de baixo IDH, mas possuem acesso a recursos de países mais desenvolvidos.
A interpretação da subjetividade é um labirinto escuro, e o intérprete, uma criança fértil.
A bondade manifesta-se na satisfação em ajudar o outro e na recusa deliberada de causar-lhe qualquer mal.
A natureza do homem é ser bom, porém sobrevivente. As leis refletem a busca humana por equilíbrio interior e social; contudo, quando a necessidade se impõe, ainda que moralmente injustificável, o vínculo entre os indivíduos se desfaz, e a sobrevivência assume o lugar da convivê…
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A natureza do homem é ser bom, porém sobrevivente. As leis refletem a busca humana por equilíbrio interior e social; contudo, quando a necessidade se impõe, ainda que moralmente injustificável, o vínculo entre os indivíduos se desfaz, e a sobrevivência assume o lugar da convivência.
A percepção soa como a eternidade, denotando ao indivíduo sua angustia.
Vivemos em uma mesma órbita, mas com imaginário em outra órbita ocular, tentando solucionar o pós óbito, mas temendo a se introspectar.