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Frases de Thiago Biscarde

52 frases

⁠O amor se mede através da distância entre nossos olhos.
⁠ Montanhas Não foi um abandono, não. Foi minha parte a ti doada que voltou a mim.
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⁠ Montanhas Não foi um abandono, não. Foi minha parte a ti doada que voltou a mim. Ela procurou, mas não achou seu lugar. Agora vem a parte mais difícil… O encaixe do meu ser de volta, pois ele voltou com muitas partes sua. Seus sorrisos Teu cheiro Teus beijos Agora luto, luto para que, todas as peças sejam encaixadas, e que em mim reviva o meu ser.

⁠ ventos da primavera De beleza primaveril Trazendo a leveza das cores
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⁠ ventos da primavera De beleza primaveril Trazendo a leveza das cores Dos tons triste do frio inverno Para a alegria das cores Em ti reluz a pureza da rosa Ao sabor dos ventos que traz as sementes para um novo amanhecer. Deusa da primavera Em ti está escondida todas as beleza de uma estação. De gestos pudico, tão leve como o vento, que passa acariciando uma magnólia. A timidez como pintura, sim, uma Vênus de botticelli, sendo soprada com ventos de zephyros e coberta com rosas de flora. Tendo a luz do sol para revelar todo o seu esplendor. Trazê nos a alegria das flores Os cheiros da primavera Os sons alegres dos pássaros. Em ti está todas as belezas da natureza.

⁠ Epifania Uma poesia soava Um cântico se ouvia
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⁠ Epifania Uma poesia soava Um cântico se ouvia A cada nota, uma explosão de sons, numa perfeita harmonia. Seu corpo é a partitura mais perfeita já escrita por Deus. De todos os sons criados por Deus, sua voz é a mais pura melodia. Seus passos é como a batuta do maestro, guiando todos os instrumentos Não há valsa mais graciosa que seus mais puros sorrisos, que me leva a flertar com o amor. És a epifania. A cada compasso desta valsa, meu coração dança como o passo mais gracioso de uma bailarina.

⁠Transmitir em frias letras o que sente um coração eruptivo, é impossível. Queria usá-lo como a pena, que embebido na tinta, traz à tona o que está vivo no pensamento. Deixou me desenhar os seus contos dado à mim.
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⁠Transmitir em frias letras o que sente um coração eruptivo, é impossível. Queria usá-lo como a pena, que embebido na tinta, traz à tona o que está vivo no pensamento. Deixou me desenhar os seus contos dado à mim. As estórias de amor que me enfeitiçou, eram frivolidades Neste vai e vem de pensamentos, voei para lugares longe de meu coração. Transitei em labirintos.

⁠ Negativo Revirando meus arquivos, achei uma fotografia de seu silêncio. Foi difícil olhar os momentos, rever cada frame desperdiçado por seu não amor.
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⁠ Negativo Revirando meus arquivos, achei uma fotografia de seu silêncio. Foi difícil olhar os momentos, rever cada frame desperdiçado por seu não amor. O coração como câmera, perdeu o foco e em um clic, na velocidade luz você foi embora. Não há marcas neste negativo, todas as poses foram queimadas. Não houve abertura o suficiente de sua parte para que eu pudesse te melhor enquadrar, e assim, eu não pude clicar a mais bela fotografia. Uma boa fotografia precisa de um tempo de exposição, mas você, com seu coração inquieto, não deixou.

⁠A tristeza do beija-flor Voando vai o pequeno beija-flor Beijos, beija-flor que vai em busca de beijar a sua flor
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⁠A tristeza do beija-flor Voando vai o pequeno beija-flor Beijos, beija-flor que vai em busca de beijar a sua flor Mas, onde está a sua flor que não o beija mais? Em um galho sentou se; procurando estava sua flor, a flor que o fascina, o seu amor é a sua flor. Onde estava as pétalas que o acariciava em seus voos? Triste bater de asas!!! O céu se fecha, e cada gota de chuva, era uma lágrima do beija-flor… beija flor beija flor, onde está o seu amor? Da rosa, sobrou lhe os espinhos. Onde está o doce lábio da flor que o beijava? Ah minha flor, diante de ti, eu parei para te beijar, em goles de amor que me enfeitiçou. Saudades tenho, Ó minha flor, vivia de sua flor Dos beijos doces todo o amanhecer, com minhas asas secava o orvalho da noite A luz do sol que refletia em ti, era o meu farol, que em meio ao jardim florido, era meu guia até você. As noites, ansiava o raiar do sol, para ver a flor mais linda, infinita e bela flor. Deixe me te tocar, para que lhe mostre meu amor Ó minha flor. Ah! Minha saudosa flor, volte para seu beija-flor.

⁠Dos grandes sonhos é a menina moça de olhos castanhos, que atrai ao mais desavisado , que leva à caminhos floridos quem tem a sensibilidade de ver o prisma de cores,
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⁠Dos grandes sonhos é a menina moça de olhos castanhos, que atrai ao mais desavisado , que leva à caminhos floridos quem tem a sensibilidade de ver o prisma de cores, que é exalado pelo rosto de menina mulher do cabelo dourado esperança interminável, do coração enorme que, a sua beleza mais íntima vem dele. Aquela que não se conquista fácil, mas ao que persiste. A sua voz me guia, a sua pele encanta, e seu sorriso é a máxima obra divina. De olhar puro e encantador, és a menina.

⁠O que há de tão louco em cada um? Vivem à margem do precipício Uma "assepsia" humana incrível
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⁠O que há de tão louco em cada um? Vivem à margem do precipício Uma "assepsia" humana incrível O que os olhos estão enxergando? Será mesmo que veem algo? Estão com a síndrome de riley day A dor, ou as dores, ou mesmo a sensibilidade foi se E com isso, regridem na ordem natural da vida, pois o sentir dor, é o que nos leva a evoluir como humanos. O pensar, foi deixado para trás, e hoje vivem apáticos, Insensíveis a qualquer tipo de relação. Sentimentos ardilosos, são opulentos Mentes que são desertos, e são aspergidos com a mais pura ilusão. Buscam a si próprio, quando não obstante, tentam criar em outros, a si mesmo. O que sobra para quem vive? Quando se é profundo, não há quem entenda, pois são menos que rasos. Um dia houve alguém nesta estrada, que apenas queria um afago, uma brisa, algo que ele pudesse receber. Não houve um, apenas uma pessoa que entendesse. Neste deserto de pessoas secas, minhas lágrimas não caiu ao chão, pois a secura a volta é tanta, que mesmo se alguém visse esta lágrima, jamais compreenderia, ou mesmo veria não o tamanho dela, nem como ela se gerou. Uma lágrima não é apenas uma lágrima Houve todo um caminho silencioso, que, em meio a tanto barulho, não se acha um ouvido para ouvir. São surdos dos olhos e cegos dos ouvidos. Brindam com absinto, falando que é mel. O que há de tão louco em cada um?

⁠ A flor nossa de cada dia Pintada a óleo Sobre a tela da vida, eis a flor
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⁠ A flor nossa de cada dia Pintada a óleo Sobre a tela da vida, eis a flor Com suas pétalas apontando para o céu Trazê nos o frescor de cada manhã A tulipa, flor majestosa, com seu esplendoroso corpo Trazendo os cheiros mais íntimos do seu interior. Queria eu ser a abelha que pousa graciosa sobre esta flor, para que eu também pudesse me embeber de seu mais doce mel. Delicadas pétalas Aparentemente simples, Naturalmente belas Singela, a raridade de uma jóia Intensas e vibrantes Incomparável beleza, a flor. Tulipa, mon petite fleur.

⁠Como esquecer o tempo? Como podemos esquecer algo que está sempre nos regendo? O tempo, ele acalma, liberta; mas, também aprisiona e enlouquece!
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⁠Como esquecer o tempo? Como podemos esquecer algo que está sempre nos regendo? O tempo, ele acalma, liberta; mas, também aprisiona e enlouquece! O relógio é o carrasco Com seus ponteiros, ele nos açoita, nos mostrando como somos apenas um segundo em meio a eternidade do tempo. O tempo é o nosso mestre! O tempo é uma estrada onde o peso causticante de nossas escolhas, tiram minutos cruciais. Do tempo nasce o siamês. Vida e morte juntos, cada qual lutando para obter Vitória. O tempo traz a vida, mas ao olhar, a morte está ao lado, lembrando da força esmagadora do tempo. Somos breves. O mesmo tempo que te ensina, ele te açoita.

⁠Tantos sorrisos vazios Tantos abraços distante Quantos olhos que ja não veem mais
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⁠Tantos sorrisos vazios Tantos abraços distante Quantos olhos que ja não veem mais Ouvidos que há muito não ouve os sussurros mais altos. Bocas e línguas que não trazem mais palavras de cura, obstante disso, são agudas lâminas, que fatiam a carne da alma. Se servem dos gritos silenciosos E numa praça, exaltam se como benfeitores do amor.

⁠A arte da perda E passou parte da vida ante seus olhos Ao sabor dos ventos, levou as folhas secas que estava amontoada em seu quintal
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⁠A arte da perda E passou parte da vida ante seus olhos Ao sabor dos ventos, levou as folhas secas que estava amontoada em seu quintal E com isso, viu os muitos buracos abertos, que ele próprio achava que estava fechado!!! E agora, no espaço vazio, onde tinha flores, acabou. Pois as flores que estavam lá, eram memórias não vividas Viveu contemplando o nada Esperando primaveras para que flores viessem a colorir, acabou vivendo de ilusões Lhe resta tons de cinza, buracos abertos a serem fechados e a esperança de novos tempos.

⁠Roubaste De maneira nefanda roubaste meus singelos sorrisos Foi algoz de meus sentimentos
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⁠Roubaste De maneira nefanda roubaste meus singelos sorrisos Foi algoz de meus sentimentos Como uma ave, levou minha semente, e a lançou em solo árido... Na esperança de que o que você via como melhor em mim, nascesse em outro solo... Aahh se soubesses, ou mesmo tivesse provado do fruto doce de meu amor, jamais teria lançado fora a semente que em ti, poderia ter nascido.

⁠ O ermitão Neste oceano de nome amor, eu estava a remo Com o passar dos dias, troquei por um pequeno barco a vela
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⁠ O ermitão Neste oceano de nome amor, eu estava a remo Com o passar dos dias, troquei por um pequeno barco a vela E, o ar que soprava do seu amor, acabou! Vi me perdido, em meio a este oceano Tentei guiar me pelas estrelas Mas seu sorriso estava envolto a nuvens Tentei usar a bússola, mas findou se a sinergia Tentei alimentar me nas águas que, antes eram boas, mas agora está inóspita a vida Senti o frio dos dias e noites escuras Pois o calor de seu amor já não existe mais E, onde as águas eram calmas, hoje tornou-se em tempestades E assim, foi se mais uma vida Lutou em mar revolto Alimentou se do que restava de amor Sedento estava pelos beijos molhados Mas, secou se a boca Pois, onde era doce, tornou-se em amargor E assim, mais um marujo foi tragado pelo mar do amor.

⁠ Reencontros Deixe me abrir a porta de seu sorriso Passear no caminho do seu amor
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⁠ Reencontros Deixe me abrir a porta de seu sorriso Passear no caminho do seu amor Venha, sente aqui, nesta sombra que é o meu amor Venha se esconder em meus braços Num abraço apertado, corações palpitantes, felizes por se encontrarem Mãos se apertam, entrelaçam os dedos Na certeza de que os sentimentos não fujam Arrepia a alma, pois a sua parte perdida foi achada.

⁠A musa que nenhum sábio se atreveu a descrever Olhar penetrante como à mais aguda espada Lábios de cor rubi
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⁠A musa que nenhum sábio se atreveu a descrever Olhar penetrante como à mais aguda espada Lábios de cor rubi como a de um vinho puro, que, ao primeiro toque, torno me ébrio De seu interior, flui o mistério de sua rara beleza Como um mar bravio que arrebata os incautos marujos, atrevo me diariamente neste mar, diante do mapa, faço medições, pois sei que existe uma ilha onde está escondido o seu maior tesouro.

⁠ Bruma Passeando com meus olhos dentro de seus olhos, pude ver o brilho de mil sóis!!! Respirei fundo e me preparei para esta imensidão castanha.
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⁠ Bruma Passeando com meus olhos dentro de seus olhos, pude ver o brilho de mil sóis!!! Respirei fundo e me preparei para esta imensidão castanha. Olho, e por vezes o vejo sorrindo, sublime, lépido e fagueiro. Como condão transformando tudo, Trazendo o frescor Olhos eloquente, mas ao mesmo tempo calado, deixando que sua beleza seja exaltada! Quisera eu, Deus, estar ao seu lado vendo suas mãos formando ela, sim, obra sublime, majestosa, e muitos mistérios dentro deste olhar. De certo sei que: flor alguma tem esta beleza! O que são as estrelas diante do brilho que emana de seus olhos? Ah Deus, se pensou em toda a perfeição numa obra, certamente é ela. O que são as miríades de anjos, sendo ela tão angelical? Tão infinita quanto o infinito, olhar insondável.

⁠ Ela De sorriso singelo, como o sol do amanhecer, trazendo junto o brilho de sua beleza. A doçura da voz é como o cantar feliz dos pássaros, que vai voando com todo seu gracejo, assim é a sua voz quando chega a mim.
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⁠ Ela De sorriso singelo, como o sol do amanhecer, trazendo junto o brilho de sua beleza. A doçura da voz é como o cantar feliz dos pássaros, que vai voando com todo seu gracejo, assim é a sua voz quando chega a mim. Seus olhos são tremendos, é como a força arrebatadora de uma onda, que me arrasta para o mais profundo do seu ser. Te ver é sentir a primavera e verão juntos! Como brisa suave, que gentilmente afaga, e como num abraço, arrebata me. Daqui te observo e te desenho, e em letras tento descrever o que minh'alma sussurra aos meus ouvidos.

⁠ A A chuva caindo numa manhã de primavera fria Acordo com o alarido dos pássaros.
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⁠ A A chuva caindo numa manhã de primavera fria Acordo com o alarido dos pássaros. Depois de uma noite nada dormida, ainda remoendo o sonho que tive com você. Ainda aturdido pelo seu fantasma, preparo me para a vida que me espera fora de meus sonhos. Ponho te em um féretro para que eu, agora livre do sonho, possa enterrar de vez a sua imagem. Na vitrola, saem sons melancólicos de gymnopedie n°1. A cada martelar nas cordas, uma nota profunda me abraça. No café da manhã, deparo me com a dualidade do amargor do café, com o doce açúcar, em que juntos formam um belo casal. Para contrastar com o negro amor, com o cinza do céu chuvoso, vejo a beleza radiante de uma única flor solitária no quintal. Não à plantei, não reguei… a natureza e seu esplendor; sempre mostrando que, mesmo só, cercado por muros altos, sem outras plantas como amiga, ela ainda tem a si próprio, com sua majestade em cor… o amarelo da flor, da pequena flor, lutou e venceu bravamente os muros e o céu cinza.!

⁠ Das minhas desilusões amorosas Sinto como agudas adagas cortando minha alma, Sangrando à já esquálida alma. As lágrimas descem, molhando essas feridas
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⁠ Das minhas desilusões amorosas Sinto como agudas adagas cortando minha alma, Sangrando à já esquálida alma. As lágrimas descem, molhando essas feridas Lágrimas como o mais amargo fel , que cai no abismo dessas feridas Duplicando me as dores mais infindas Coração bate descompassado Triste por não haver mais motivos para bater Olhos calados, Ouvidos mudos, que nem mesmo a própria dor as ouve Corpo fraco, sem a rigidez para se estar de pé. Meus ossos foram quebrados, Meus sonhos triturados. Ao que distante via, hoje se abraça à mim, a solidão! Faço me amigo de minhas lágrimas, duras como a rocha, mas que expressa o que os olhos já não veem mais.