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Frases de Tchesco Marcondes

90 frases

⁠Como a vida é incrível! Do nada ela nos apresenta caminhos novos, que nos levam a viver o que antes era totalmente impossivel.
⁠ Na dança das emoções, um triste giro, Transformei amor em ódio, suspiro.
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⁠ Na dança das emoções, um triste giro, Transformei amor em ódio, suspiro. Cruel destino, caminho incerto, Enterrar o afeto, num túmulo deserto. No coração, flores murchas de um passado, O amor que vivia, agora sepultado. Despertei o ódio para libertar, A dor que sufocava, era hora de acabar. Cortar os laços, desfazer a trama, Doce amor agora na lama. Sepultei sonhos, enterrei o querer, Para renascer, preciso esquecer. No solo do adeus, planto a saudade, Memórias desfeitas, na escuridão da verdade. Ódio, um veneno que liberta a prisão, Do amor que se foi, na última estação.

⁠Na dança suave da vida, um fotógrafo a caminhar, Entre luzes e sombras, o coração a palpitar. Um capítulo encerra, um amor que se desfez,
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⁠Na dança suave da vida, um fotógrafo a caminhar, Entre luzes e sombras, o coração a palpitar. Um capítulo encerra, um amor que se desfez, Mas na resiliência encontro força outra vez. Nas lentes da vida, capturo a superação, Cada clique, um passo em direção à redenção. A separação, qual negativo a revelar, Mas na revelação, a força a desabrochar. O obturador da dor, em meu peito pulsante, Cada lágrima caída, uma cena marcante. A separação, um foco desajustado, Mas na resiliência, um novo olhar é forjado. As fotos do passado, um álbum a fechar, Memórias que persistem, mas o futuro a esculpir. No estúdio da alma, moldo a minha trajetória, A resiliência é a luz, a guiar-me com glória. Entre poses de tristeza, sorrisos ressurgem, A cada revelação, mais forte me ergo. O coração, como câmera, guarda o aprendizado, Na força da resiliência, o amor é renovado. No tripé da esperança, firmo meus passos, Como um fotógrafo que encontra em seus traços, A beleza da vida, mesmo após despedidas, Na resiliência, a alma se refaz e se desdobra. Assim, eu sigo, um fotógrafo resiliente, Clicando a alegria que emerge, mesmo após o lamento. A separação, uma paisagem no meu caminhar, Mas na resiliência, um novo horizonte a se revelar.

⁠Entre as sombras do adeus, o coração é um poço de melancolia, Onde ecoam ecos de um amor que partiu, mas ainda se aninha. No teatro da vida, a cortina caiu sobre o palco do afeto,
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⁠Entre as sombras do adeus, o coração é um poço de melancolia, Onde ecoam ecos de um amor que partiu, mas ainda se aninha. No teatro da vida, a cortina caiu sobre o palco do afeto, E a dor da separação se insinua como um frio inverno repleto. Oh, homem de coração trespassado, teu peito é um relicário, Guardando lembranças de um passado que se desfaz no calendário. A mulher que partiu deixou rastros de saudade e desespero, E o que resta são memórias que ardem, como brasas no fogueiro. Ainda paira no ar o perfume da pele que um dia foi tua, Mas agora, na solidão, a cama é um deserto que insinua Que o calor humano se dissipou, deixando apenas o frio, E o eco dos risos passados ressoa como um lamento sombrio. As lágrimas, silenciosas testemunhas da tua dor, Deslizam pela face, buscando alívio para a alma que chora. A cada suspiro, ecoa a melodia triste da desilusão, Enquanto o coração insiste em bater ao ritmo da solidão. Mesmo assim, o amor persiste, como uma chama teimosa, Que se recusa a extinguir-se, apesar da tempestade furiosa. A mulher ainda vive nos recantos da tua mente, Como uma sombra que te acompanha, constante e insistente. Na escuridão da noite, o vazio se torna mais profundo, E o eco do silêncio é a trilha sonora desse mundo. Mas, oh homem que ainda ama e sofre na escuridão, Lembre-se, o amanhã pode trazer consigo a luz da redenção. Que o tempo cure as feridas e console tua alma aflita, E que o amor renasça das cinzas, como a fênix bendita. Pois, mesmo na dor da separação, há a promessa de um novo dia, Onde o coração poderá encontrar a cura e a alegria.

Nas entranhas da saudade, o coração geme em agonia, Ecos de uma separação que cravam fundo, como espinhos na via. O homem, marcado pela sombra da ausência querida,
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Nas entranhas da saudade, o coração geme em agonia, Ecos de uma separação que cravam fundo, como espinhos na via. O homem, marcado pela sombra da ausência querida, Ama na distância, sofre na carência da alma ferida. Em cada pedaço da noite, murmúrios do passado ressoam, A mulher que partiu deixou um vazio que seus sonhos devoram. Ainda o amor persiste, como um farol em noite escura, Guiando a esperança, enquanto a dor perdura. Cada toque, cada beijo, permanecem tatuados na pele, Como promessas que o tempo não consegue apagar, nem cancelar. Enquanto o homem sonha, acordado, com reencontros possíveis, O coração se recusa a desistir, alimentando esperanças incríveis. No ballet da vida, outras bailarinas tentam sua dança, Mas ele, na teimosia do amor, recusa a oferta, recusa a mudança. Pois a mulher que ama, mesmo distante, é seu farol, E qualquer sombra de felicidade parece pálida, sem calor. Recusa-se a aceitar o consolo de outros braços, Pois neles não encontra a magia, nem os laços, Que o uniam àquela que ainda é dona dos seus suspiros, Mesmo que o tempo teima em ser o senhor dos retiros. Oh, homem que ama com a chama da eternidade, Ainda há esperança na alvorada da felicidade. Que o destino, fiandeiro dos fios do coração, Teça um reencontro com a mulher da tua canção. Que a dor da separação seja um prelúdio, Para um capítulo onde o amor é o núcleo. E nos braços dela, encontre a paz merecida, Na sinfonia da vida, uma harmonia restabelecida.