A vida é feita de oportunidades. Você tem as suas e não as aproveita como poderia.
Frases de Tayrelene do Vale
105 frases
Abraça-me com esse teu olhar que me consome inteira...
Você permanece onde julga merecer. Reconheça-se e defina aonde sua presença, sua vida e o seu tempo vale a pena.
Liberte-se da saudade unilateral. Se não for recíproca, não vale a pena que a dor da ausência te consuma. Ame-se!
Enquanto não tiver algo melhor para me oferecer além de um relacionamento casual e mesquinho, não me tire da solidão.
Pode até parecer simples, mas uma ideia sempre será o símbolo da arte de empreender.
Às vezes, é necessário dar uma pausa, mas não pause por muito tempo! Falando em tempo... ele não pausa.
Beijar é encostar o coração na boca do outro, sem prometer nada, mas revelando tudo. É a alma dizendo o que a voz já não alcança, quando o silêncio fala mais do que as palavras. É o gesto mais terno da coragem: permitir ser tocado por dentro, sem que nenhuma roupa precise cair…
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Beijar é encostar o coração na boca do outro, sem prometer nada, mas revelando tudo. É a alma dizendo o que a voz já não alcança, quando o silêncio fala mais do que as palavras. É o gesto mais terno da coragem: permitir ser tocado por dentro, sem que nenhuma roupa precise cair. Porque o beijo sincero não acontece com todos... Só com quem a alma reconhece como verdade. O resto é ensaio, é desejo, é pele, é banal, é impulso, é imitação do que não se entende, é paixão sem raízes, toque sem fundo, é uma busca por algo que ainda não se encontrou. Mas o beijo inteiro... ah, esse só vive onde há encontro. Abençoado é aquele que tem a graça de vivê-lo.
Vejo no amor um véu de silêncio e incerteza... figura que se insinua entre o sensível e o inteligível, como a sombra nas paredes da caverna: ora abrigo que consola, ora ilusão que se desfaz ao se voltar para a luz. E, paradoxalmente, reconhecer esse véu é, por si, uma forma de c…
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Vejo no amor um véu de silêncio e incerteza... figura que se insinua entre o sensível e o inteligível, como a sombra nas paredes da caverna: ora abrigo que consola, ora ilusão que se desfaz ao se voltar para a luz. E, paradoxalmente, reconhecer esse véu é, por si, uma forma de clareza... como se a própria dúvida fosse um indício de profundidade, e o enigma, uma morada possível para aquilo que não se deixa capturar por inteiro.