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Frases de Tasselo Brelaz

39 frases

Janela da alma Quando olho pela janela e não vejo mais as crianças brincando lá fora. Pergunto-me, o que aconteceu? O que aconteceu com a espécie humana que estava aqui, na bolha artificial do mundo?
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Janela da alma Quando olho pela janela e não vejo mais as crianças brincando lá fora. Pergunto-me, o que aconteceu? O que aconteceu com a espécie humana que estava aqui, na bolha artificial do mundo? Um vírus! Um vírus, meu Deus, está acabando com os seres humanos. Mas, espera! Veja! Alguns humanos ainda sobrevivem e usam máscaras. Máscaras, não da vergonha que são alheia, mas da proteção. Pessoas morreram, crianças nasceram. Uma nova sociedade está surgindo com o nascer do Sol desta manhã. Lá fora, pela janela da alma, já não vejo, no silêncio das grandes cidades, a ansiedade humana. Nem a luxúria do consumismo. Apenas vejo o horizonte e, no silêncio, distante de mim, o inconformismo da ignorância alheia. E eles usam máscaras, parecem humanos, mas ainda resistentes. Ainda resistentes, meu Deus, a luz do novo mundo que vai surgir!

⁠Sobre correr em uma manhã de domingo… Não corremos sozinhos. Mas seguimos nosso próprio ritmo. Há pessoas “escrotas” que correm disputando com o próprio ego, mas elas não sabem disso. E existem pessoas inspiradoras.
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⁠Sobre correr em uma manhã de domingo… Não corremos sozinhos. Mas seguimos nosso próprio ritmo. Há pessoas “escrotas” que correm disputando com o próprio ego, mas elas não sabem disso. E existem pessoas inspiradoras. As pessoas inspiradoras nos impulsionam a seguir em frente. Há quem corra pelo prêmio e aqueles que querem a experiência. Há quem vá por pressão alheia e quem vai por estilo de vida. No final, nos encontramos todos na linha de chegada. Após percorrer o mesmo percurso, porém de modo e tempo diferente. E aqui está o aprendizado. E você, qual corrida está correndo?

FILHO DO PARÁ “Ó Pará, há tempos que vim de lá. Deixei a solidão conduzir-me o coração,
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FILHO DO PARÁ “Ó Pará, há tempos que vim de lá. Deixei a solidão conduzir-me o coração, como tua estrela solitária, que exerce autonomia. Recordo-me de que de ti herdei a cidadania. De verdade, eu sou de lá, da terra do Norte quente, e tenho apreço por essa gente, que, em festa, muito contente, vem hoje se declarar: eu te amo, meu Pará! Pois, sou teu filho, sou guerreiro, sou paraense, brasileiro!” Tasselo Brelaz