Apenas aqueles que arriscam demais, podem realmente descobrir ate onde podem ir.
Frases de T. S. Eliot
40 frases
Spencer Reid: T.S. Eliot escreveu: "Entre o desejo e o espasmo, entre a potência e a existência, entre a essência e a descendência, tomba a sombra. Esta é a maneira que o mundo acaba."
O homem que age não sofre.
....e o fim de todas as nossas explorações, será chegar de onde saimos, e conhece-lo então pela primeira vez!
A poesia não é um modo de libertar a emoção, mas uma fuga da emoção; não é uma expressão da própria personalidade, mas uma fuga da personalidade.
Cada momento é um novo começo.
As palavras do ano passado pertencem à linguagem do ano passado E as palavras do próximo ano aguardam outra voz.
Percorrer muitas estradas, voltar para casa, e olhar tudo como se fosse a primeira vez
Os poetas imaturos imitam; os poetas maduros roubam; os maus poetas desfiguram o que pegam, e bons poetas transformam-no em algo melhor, ou pelo menos em algo diferente.
Poetas imaturos imitam; poetas maduros roubam.
"Para nós, há somente o tentar. O resto não é da nossa conta".
Somente aqueles que se arriscam a ir longe, sabem até onde podem chegar.
O tempo presente e o tempo passado Estão ambos talvez presentes no tempo futuro E o tempo futuro contido no tempo passado.
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O tempo presente e o tempo passado Estão ambos talvez presentes no tempo futuro E o tempo futuro contido no tempo passado. Se todo o tempo é eternamente presente Todo tempo é irredimível. O que poderia ter sido é uma abstração Que permanece, perpétua possibilidade, Num mundo apenas de especulação. O que poderia ter sido e o que foi Convergem para um só fim, que é sempre presente.
Os homens ocos I Nós somos os homens ocos
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Os homens ocos I Nós somos os homens ocos Os homens empalhados Uns nos outros amparados O elmo cheio de nada. Ai de nós! Nossas vozes dessecadas, Quando juntos sussurramos, São quietas e inexpressas Como o vento na relva seca Ou pés de ratos sobre cacos Em nossa adega evaporada Forma sem forma, sombra sem cor Força paralisada, gesto sem vigor; Aqueles que atravessaram De olhos retos, para o outro reino da morte Nos recordam – se o fazem – não como violentas Almas danadas, mas apenas Como os homens ocos Os homens empalhados. II Os olhos que temo encontrar em sonhos No reino de sonho da morte Estes não aparecem: Lá, os olhos são como a lâmina Do sol nos ossos de uma coluna Lá, uma árvore brande os ramos E as vozes estão no frêmito Do vento que está cantando Mais distantes e solenes Que uma estrela agonizante. Que eu demais não me aproxime Do reino de sonho da morte Que eu possa trajar ainda Esses tácitos disfarces Pele de rato, plumas de corvo, estacas cruzadas E comportar-me num campo Como o vento se comporta Nem mais um passo – Não este encontro derradeiro No reino crepuscular III Esta é a terra morta Esta é a terra do cacto Aqui as imagens de pedra Estão eretas, aqui recebem elas A súplica da mão de um morto Sob o lampejo de uma estrela agonizante. E nisto consiste O outro reino da morte: Despertando sozinhos À hora em que estamos Trêmulos de ternura Os lábios que beijariam Rezam as pedras quebradas. IV Os olhos não estão aqui Aqui os olhos não brilham Neste vale de estrelas tíbias Neste vale desvalido Esta mandíbula em ruínas de nossos reinos perdidos Neste último sítio de encontros Juntos tateamos Todos à fala esquivos Reunidos na praia do túrgido rio Sem nada ver, a não ser Que os olhos reapareçam Como a estrela perpétua Rosa multifoliada Do reino em sombras da morte A única esperança De homens vazios. V Aqui rondamos a figueira-brava Figueira-brava figueira-brava Aqui rondamos a figueira-brava Às cinco em ponto da madrugada Entre a ideia E a realidade Entre o movimento E a ação Tomba a Sombra Porque Teu é o Reino Entre a concepção E a criação Entre a emoção E a reação Tomba a Sombra A vida é muito longa Entre o desejo E o espasmo Entre a potência E a existência Entre a essência E a descendência Tomba a Sombra Porque Teu é o Reino Porque Teu é A vida é Porque Teu é o Assim expira o mundo Assim expira o mundo Assim expira o mundo Não com uma explosão, mas com um suspiro
É assim que o mundo termina, não com uma explosão, mas com um suspiro.
Morremos com os moribundos. Veja, eles partem e nós vamos com eles. Nascemos com os mortos: veja, eles voltam e nos trazem com eles.