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Frases de Susanna Almeida

232 frases

Nós nos vemos através do outro. Os pormenores aos quais nele não apreciamos, pior se nos apresentam. É como o efeito dolorido de uma bofetada, que vem nos acordar para o uso da razão.
Pessoas vão... Pessoas vêm... Assim somos nós, passageiros... Itinerantes!
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Pessoas vão... Pessoas vêm... Assim somos nós, passageiros... Itinerantes! Rompantes! Um cometa! Uns com cauda, outros sem glamour algum. Uns brilhantes como flashes em noite escura... Outros se perdendo em opacidade, pequenez e amargura... Irrequietos, todos, quase sempre! Ora, estamos aqui e ali... E, de repente, nos perdemos... De igual, temos a jornada [imprecisa]! Talvez, lá adiante, tornemos a nos encontrar Para falar... Dos feitos que não fizemos, [ou ficou a desejar]...

Estamos sujeitos a recaídas constantes. Assim seguimos, redirecionamos nossos passos involuntariamente. Assim são nossas ações como em um jogo de trilhas. Avançando casas e retrocedendo, embora, nem sempre na mesma proporção. Ora um passo avante, ora muito lá atrás quase a zerar…
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Estamos sujeitos a recaídas constantes. Assim seguimos, redirecionamos nossos passos involuntariamente. Assim são nossas ações como em um jogo de trilhas. Avançando casas e retrocedendo, embora, nem sempre na mesma proporção. Ora um passo avante, ora muito lá atrás quase a zerar tudo. Somos feitos assim, de inconstância e fragilidade...

Voei, voei para me afastar... Andei, fui à milhas daqui... Eu me agarrei às asas dos meus pensamentos intrépidos,
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Voei, voei para me afastar... Andei, fui à milhas daqui... Eu me agarrei às asas dos meus pensamentos intrépidos, aqueles que acompanham o vento na velocidade das rajadas, ou da luz! Busquei, busquei à milhas daqui, o que somente aqui havia... O que só daqui, queria! É onde está a minha cruz, Aquela, que carrego e com ela peregrino pelos tempos, desde então! Aquela, que me fere, às vezes, ombro e coração... Mas é parte de mim, e, me importa carregá-la, e entregá-la, no lugar de onde a peguei; Ao lugar para onde voltarei, após, cumprida a missão...

Dê um toque de recolher a tudo o que lhe causa mal; Dê um break! A vida é muito mais que isso.
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Dê um toque de recolher a tudo o que lhe causa mal; Dê um break! A vida é muito mais que isso. Dispa-se dos adereços que não lhe cabem mais. Jogue-os a um canto, fora dos limites do halo que lhe cerca... Feche esse pequeno círculo e costure com a linha mais crua da sua razão. Não permita a entrada, de nada, nem ninguém, até que se veja puro e livre dos percalços. A gente se acostuma à dor, tanto, que ela parece fazer parte de nós... Mas não; viemos sozinhos e a dor é somente produto de nossas escolhas... Não há como sabê-la; não há como evitar... Mil nortes à nossa frente, tínhamos, pudera! Mil saltos no escuro tivemos que dar... Tivemos que escolher caminhos, que não sabíamos até onde iriam nos levar... Não se culpe; apenas pare! Apenas, dê o toque de recolher... [a todas as outras coisas...] Agora é hora de cuidar de você...

Caminho pela vida como quem pisa em algodão... Não quero acordar o silêncio que grita. Prefiro eu, sentir somente a vibração
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Caminho pela vida como quem pisa em algodão... Não quero acordar o silêncio que grita. Prefiro eu, sentir somente a vibração Vinda do lado de fora... Poderia eu, tocá-lo, se quisesse, agora; Mas, não quero. Permaneço quieta para não acordar o vácuo ao meu redor Minha cabeça não quer o rufar de nenhum tambor... Nem o estilhaço luminoso dos fogos de artifícios... Ou as falas desconexas da multidão ensimesmada Minha mente, saturada Reluta em aceitar o que eu não posso mudar. O que não mudo, permanece a assombrar minh’alma... Que ainda se contorce em espasmos por um lugar ao sol. Meio torto o lugar; meio às avessas! Só um cantinho que abrigue as minhas dores... Que me devolva às cores; Que transforme em flores; Todos os versos que encontrar...