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Frases de Son Dos PoemasSôniaMGonçalves

62 frases

Ressurgente o Dia nos ressuscita à creditar esperança por tua própria Conta dê Créditos💍💎☕ Um Bom Dia É Rico Sempre
Tenho alma de Borboleta digital Estou sempre voando nas ideias Tantas são as artes etcetera e tal...
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Tenho alma de Borboleta digital Estou sempre voando nas ideias Tantas são as artes etcetera e tal... Rabisco sonhos nas pétalas das catleias Repouso as longas madeixas Sobre a fronha com arabescos Pinto borboletas e gueixas Qualquer coisa me inspira agora Quando algo não me agrada Lembro como é doce renascer d’aurora Disperso os suspiros respiro profundo E como já disse Clarice Há um mundo de delícias la fora Simplesmente me deixo E me voo indo embora...

Acaso Já que o acaso ocasiona Que o destino extravasa
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Acaso Já que o acaso ocasiona Que o destino extravasa Que o tempo não estaciona Vamos acender as estrelas Uma a uma e deixá-las em brasa Um brinco sempre procura uma orelha Uma ovelha negra faz a revolução Mas a semente que o Uno une em conspiração Só depende da estação apropriada para a floração Para cada par de orelhas Há una ovelha!

Já tive alcunha de Canela Esse epiteto poético me fazia roer as unhas Tamanha era minha insatisfação
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Já tive alcunha de Canela Esse epiteto poético me fazia roer as unhas Tamanha era minha insatisfação Mentira, ligava não era só um modo de ligação O apelido mais humano, dado pelo falecido mano... Não por minha cor castanha avelã Mas pelas canelas finas de menina Que pareciam canelinhas de rã... Hoje não mais... O tempo passou e me revelou Remodelou minhas pernas e coxas Já faz tanto tempo isso, poxa... Têm lembranças que são eternas Sempre que vejo meus membros inferiores Me lembro que são locomotores Sorrio louco motor é o pensamento disperso Me agracejo pelo avesso e me viro para o lado de dentro As almas mudam suas instâncias e estatutos Reverso o tempo ás vezes é justo Nos concede indulto de boas lembranças

Já tive alcunha de Canela Esse epiteto poético me fazia roer as unhas Tamanha era minha insatisfação
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Já tive alcunha de Canela Esse epiteto poético me fazia roer as unhas Tamanha era minha insatisfação Mentira, ligava não era só um modo de ligação O apelido mais humano, dado pelo falecido mano... Não por minha cor castanha avelã Mas pelas canelas finas de menina Que pareciam canelinhas de rã... Hoje não mais... O tempo passou e me revelou Remodelou minhas pernas e coxas Já faz tanto tempo isso, poxa... Têm lembranças que são eternas Sempre que vejo meus membros inferiores Me lembro que são locomotores Sorrio louco motor é o pensamento disperso Me agracejo pelo avesso e me viro para o lado de dentro As almas mudam suas instâncias e estatutos Reverso o tempo ás vezes é justo Nos concede indulto de boas lembranças

Levanta-te, caminha... Se arrima se arruma Vai dar uma voltinha
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Levanta-te, caminha... Se arrima se arruma Vai dar uma voltinha Quem sabe nessa encruzilhada Tua volta cruza com a minha Se arriba e apruma a coluna A vida é cheia de gente una Tem luna, tem luz, tem poente... Peito estufado, olhos estrelados Abdome camuflado Olhos bem abertos, atentos Corre que ainda dá tempo De ver o dia fluir bem poético... O poeta soprou o sol Hipoteticamente por fantasia Poeticamente falando... Só Poesia...