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Frases de SLSousa

33 frases

Dama da Noite Escuro É incerto meu futuro
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Dama da Noite Escuro É incerto meu futuro Está tudo escuro Me sinto inseguro Não entendo Vejo a alegria e a dama da noite debatendo Meus olhos estão abertos Mas estão fartos Vejo luzes por todos os lados Está tudo desorganizado Eu sinto tudo escuro Um abismo me invade Não é drama ou vaidade O nome é tristeza Sinto o pesar e a leveza Da tal tristeza Logo ela que me acompanha Dama da noite tira minhas forças Traz o escuro que me assola E tira a paz que me consola Tristeza Doída tristeza A odeio com toda certeza Pois da minha poesia tira beleza O que me resta é falar da dama que me persegue A tristeza que comigo segue

Querido Cabral Talvez eu goste de você Talvez eu não queira mais te esquecer
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Querido Cabral Talvez eu goste de você Talvez eu não queira mais te esquecer Talvez eu estivesse errada Talvez só talvez Você faz parte das minhas incertezas Mas certeza tenho que sinto algo Esse algo ainda não sei o que me traz Mas sei o bem que tu me faz Entre a imensidão de coisas na minha mente Você está presente Talvez você seja importante Disso meu coração está ciente A mansidão da tua voz me acalma A beleza dos teus olhos me encanta A simplicidade em teu sorriso me espanta É o melhor dos teus traços O universo que se esconde em teus braços Pode ser que eu tenha caído em teus laços Talvez mas só talvez Talvez eu tenha me apaixonado

Um escuro Pediram para falar da alegria Desse famoso sentimento que contagia
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Um escuro Pediram para falar da alegria Desse famoso sentimento que contagia Mas só posso falar do sentimento que conheço Sou perita na dor,no fracasso e no desespero Faz parte de quem sou Não posso escrever sobre o que não sinto Sobre isso não minto São fatos Meus relatos De felicidade nada tenho Tomado pela escuridão me mantenho Tenho dom para ser infeliz As palavras fluem sobre não ser feliz Na verdade há momentos Que nem mesmo infeliz me encontro Por varias vezes fui apenas alguém Talvez um ninguém Eu só estava lá Ocupando um lugar O que me move é a dor Pois velha amiga se tornou falar de coisas boas É acostumar meu coração a ter esperanças mas só tenho vazio como herança Destino sombrio Passando noites no frio Sobre alegria não escrevo Pois esse sentimento desconheço

A oitava carta Querida jurei que nunca mias te escreveria Pois sei que você não se importaria
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A oitava carta Querida jurei que nunca mias te escreveria Pois sei que você não se importaria Nem ao menos te deixei Mas de saudade já me queixei Ainda sonho com o dia Em que como a brisa seu rosto irei tocar E junto ao vento teu lábios beijar Ah minha querida Julieta Não vivo um dia que seja sem pensar em ti Sem querer te dar a lua pra te ver sorrir Perdido me encontro no teu olhar Permito meu coração lembrar Da mais bela donzela Do nosso castelo de pedras Vivo só esse romance Para minha querida Julieta Nós sempre estávamos distantes Com palavras me expresso E com saudade me despeço Até a volta querida Julieta

Última carta Escrevo no papel o último recado De um poeta que nunca será amado
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Última carta Escrevo no papel o último recado De um poeta que nunca será amado Deixo claro os destroços De um coração partido em vão O que me resta é o vazio na imensidão Após tantas partidas Sem as devidas despedidas Deixo aqui o meu Adeus Desisto hoje dos abraços teus Cansei de me contentar com migalhas Esse sentimento está repleto de falhas Sabia disso desde o principio Mas sua boca se tornou meu vício Só nunca imaginei que chegaria a isso Meu novo início está sendo longe Pois prefiro estar distante Nesse caminho estava errante A sua ternura me fez apaixonar Mas hoje decidi me afastar Por amar-te demais Deixo-te para traz No entanto com pranto digo Adeus E me despeço dos encantos teu Não lamente minha Julieta Serei pra sempre o eu Romeu

Minha inveja Como sinto inveja do vento que acaricia teu rosto Das lembranças que ainda sentem teu gosto
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Minha inveja Como sinto inveja do vento que acaricia teu rosto Das lembranças que ainda sentem teu gosto Está tudo tão distante Em meio ao turbilhão em minha mente Me sinto errante Aqui dentro deste quarto Sinto a tormenta de meus momentos E os destroços de meus pensamentos Minha alma grita os lamentos Sinto medo em meu peito E entre os espinhos me deito Parece triste meu tormento Mas sinto que pulsa esperança aqui dentro Quão grande a melancolia que carrego E está emoção não nego São pequenas rachaduras Que traz as cicatrizes da vida dura Se me arrependo de te deixar? Ao certo não sei se devo Pois foi por te amar Sinto o pesar do mundo Que grita ao fundo A dor da morte de algo tão profundo Me perdi nas confusões Nas tristes ilusões Na verdade meu caro Vejo que com afeto As estrelas se tornarão nosso teto E mesmo longe ainda está por perto

Ódio Eu te odiei Pelo menos eu tentei
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Ódio Eu te odiei Pelo menos eu tentei Falhei, confesso Pois é sobre você meu verso Quis odiar seu beijo Mas não há outro que desejo Quis odiar seu abraço Mas não há outro em que me encaixo Quis esquecer você Mas passei a depender Odeio seu sorriso Odeio seus olhos Esse caos castanho Guarda um amor sem tamanho Canto sobre suas curvas Toco tua leveza Encaixo-me na melodia da rua beleza Em teu corpo está o que quero Em tua boca está o que preciso Clichê, talvez Mas de ti necessito

Jornada No escuro viemos sozinhos. Chegamos sem nada,
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Jornada No escuro viemos sozinhos. Chegamos sem nada, sem pudor, sem medos, sem malas. Não temos marcas, não temos dor, nada. Damos o primeiro passo e conhecemos as cicatrizes: o que é bom, o que é ruim, as regras, diretrizes. Passamos, corremos, lutamos, caímos e levantamos. Ambição, temor, frio e calor. Encontramos nesse turbilhão de informações o amor vindo de inúmeras direções. Com ele, a armadura que se usa para previnir os danos. Por fim partimos. Agora com malas pesadas, bagagens deixadas apenas como uma memória para o acalento de quem ficou, que já não nos pertence como foi outrora. Agora? Escuro, um frio cortante, silencioso e barulhento com nada mais do que as marcas das guerras que travamos Da corrida que inventamos Partimos, No escuro, vamos, sozinhos.

Nossas Notas Lhe compus uma canção. Mas não pude escrever
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Nossas Notas Lhe compus uma canção. Mas não pude escrever Essa canção que fiz não é apenas para os ouvidos Essa desperta todos os sentidos A introdução é meu pulso acelerado, Meu coração sabe quando você está ao lado. Dos teus olhos vinha a melodia; E de teu sorriso, que melhora meu dia. Ainda havia o calor dos teus braços, Beleza na orquestra que tocava teus traços. Os acordes me lembravam nossos passos, As notas estavam no tom de nossos laços. Era incrivelmente compatível, Nossa música era inconfundível. O ápice da canção estava em teus lábios, Lembro bem, havia desejo em teu beijo. Estávamos em uma sintonia aversa a esse mundo, Os acordes perfeitos ao fundo, Meu corpo que sobre o teu transpirava, Ecoando no quarto o suspiro que ali me arrepiava. Lhe compus uma canção, A sintonia dos nossos corpos em profusão. Mas quando dei por mim, Não passava de um sonho, Pois lembrei que você não estava ali.