Não sigo padrões de conduta Repetir, limita e emburrece... Viver, já é muito custoso
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Não sigo padrões de conduta Repetir, limita e emburrece... Viver, já é muito custoso Liberdade, não rima com prece.
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Não sigo padrões de conduta Repetir, limita e emburrece... Viver, já é muito custoso
Não sigo padrões de conduta Repetir, limita e emburrece... Viver, já é muito custoso Liberdade, não rima com prece.
É Mãe, é Vó é Bisa... É tudo que tem valor Se derrete em elogios
É Mãe, é Vó é Bisa... É tudo que tem valor Se derrete em elogios Desabrocha, vira flor. Amor nenhum cabe nela, Pois é ela o próprio amor.
Uma vida razoável Uma companhia razoável Uma existência razoável...
Uma vida razoável Uma companhia razoável Uma existência razoável... Morremos razoavelmente.
O poeta se "desgarra" da vida Foge dos seus sentimentos Busca nas dores alheias
O poeta se "desgarra" da vida Foge dos seus sentimentos Busca nas dores alheias Respostas pra tantos lamentos. O silêncio é a voz mais ouvida Cala n'alma, a cavalgar no vento, Resquícios de velhas lembranças Já amareladas com o tempo. E o vazio, se enche de saudade, No Natal, essa dor é latente, Quanto mais se acendem as luzes Mais penumbra há dentro da gente.
Liberdade é privação Privação de desejos Desvios de direção.
Liberdade é privação Privação de desejos Desvios de direção. É conter os sentimentos Não caber na tentação Consolar o inconsolável Reprimir a repressão.
Todo esforço Toda superação, Nada mais é, que um alento,
Todo esforço Toda superação, Nada mais é, que um alento, Um prêmio de consolação. Somos fadados ao fracasso Vivemos por ilusão Alimentamos o ego Enquanto imploramos perdão. Ao final a dor vai vencer As lágrimas, testemunharão, E aquele esforço medonho Valeu... mas foi tudo em vão.
Seres obsoletos Cópias sem correção Felizes alienados
Seres obsoletos Cópias sem correção Felizes alienados Animais sem opinião. Aceitação, calmaria Singularidade padrão Caricaturas deprimentes Aves de arribação.
A vida é uma inesgotável fonte de esperanças e expectativas. Prefira beber da segunda.
A esperança, não é lá uma boa companhia, e se vier acompanhada da mentira então, vira uma tragédia.
Sim, existe vida além do dinheiro.
Não são os segundos Minutos, nem a última hora, Que ditam o que fomos
Não são os segundos Minutos, nem a última hora, Que ditam o que fomos Ou o que somos, agora. É esse exato momento Esse instante Que nos deve encantar. Enigma a se decifrar? Seremos sempre seu refém Quer estejamos mal Quer estejamos bem.
Quando morre o apego Que pouco nos tem falado, Nasce um novo sentimento
Quando morre o apego Que pouco nos tem falado, Nasce um novo sentimento Sem amarras, e alado. É a centelha da liberdade A verdadeira riqueza Um despertar de verdade Um "choque" da natureza. Um universo novo se mostra Sem angústia, sem pressão... O que te oprimia e cobrava Não fala mais, ao coração. Morreu tarde, o apego... Não deixou nenhuma saudade Pois onde foi sepultado Nasceu um pê, de liberdade.
Ante o fim inevitável de um verdadeiro amor, a expectativa do que poderia ser vivido, dói tanto, quanto a saudade do que foi.
É certo que as rugas do corpo incomodam, mas são as da alma, que nos matam.
O pior de morrer, é ter que rompermos um pacto duradouro, que celebramos com a vida.
Há uma paz imorredoura que não se consegue explicar uma alucinação "consentida"
Há uma paz imorredoura que não se consegue explicar uma alucinação "consentida" difícil de interpretar. Experiência diária delírio particular, mostra de realidade desejo de sempre pulsar. A direção, não se conhece a viagem é particular... não há bagagens, ou malas nem estação aonde embarcar. Vc é seu próprio destino o único a viajar... se há uma hospedaria? Ninguém nunca, voltou de lá.
É a normalidade que me espanta... a passividade, ante o caos iminente a esperança aniquilando a realidade
É a normalidade que me espanta... a passividade, ante o caos iminente a esperança aniquilando a realidade a hipocrisia deslustrando nossa mente. O disfarce diário, o equivocado... o desviar do sentimento aparente sorrateiramente nos matamos, sem nenhuma resposta convincente. Buscamos muito pouco, nessa vida, e muito pouco, já nos é suficiente... somos prisioneiros de seres miseráveis, vivendo, miseravelmente.
A marca dilacerante Da perda, num ínfimo instante, Que acaba de acontecer.
A marca dilacerante Da perda, num ínfimo instante, Que acaba de acontecer. A dor, de agora em diante, Será companhia constante Insistindo renascer. Jamais seremos os mesmos Os fantasmas, agora respiram, E quase podemos os ver. A vida tomou novo rumo Perdemos o norte, o "prumo"... O luto acabou de nascer.
Não há um motivo pelo qual se morra, um só, nao.
Enxergam em tudo, o mal O pecado, a perdição... Falsos profetas de nada
Enxergam em tudo, o mal O pecado, a perdição... Falsos profetas de nada Transformam tudo em culpa Em inferno, em punição. Desfilam suas vis figuras Como se perfeitos fossem. Pastores abestalhados Enganam por todos os lados Proclamando a salvação. Condenam e julgam a vontade Apontam seus dedos podres Sem sequer, lavar a mão. Sildácio Matos
Ah, que festival Dantesco tripudiar ante a derrota do adversário mesmo depois de humilhado...
Ah, que festival Dantesco tripudiar ante a derrota do adversário mesmo depois de humilhado... Quem foi o real vencedor? Quem foi o real derrotado?
Tudo é tão insignificante ante a morte. E não importa se vivemos por alguns minutos, ou por mais de cem anos.
Gene Hackman Ninguém bateu à sua porta Sua amada, jaz morta,
Gene Hackman Ninguém bateu à sua porta Sua amada, jaz morta, Não presenciou sua aflição. Era um retrato que respirava Sua vida se desfiava Sem Câmera, sem Óscar, sem Direção.