Este olhar desejado
Amor cobiçado,
Entrega com emoção
realizada no coração.
Olhei para você.
Procuro a verdade,
Missão nobre entender,
Atravessar a realidade.
Quero atravessar
Contigo nessa ilusão.
Solução encontrar,
Em deus a salvação.
Teu amor é o refúgio amado,
Caixa sagrada do tesouro encontrado.
Realidade perfeita,
Entrega a ser eleita.
Por isso estou feliz ao seu lado.
Estar sempre a altura do saber sagrado.
Para poder então lhe dizer:
O quanto amo você!
Vou começando a minha poesia
Falando de Maria.
Uma mal educada,
Que gosta de zombar,
Dos que caem da escada para nunca levantar.
O que me dá raiva
É essa tal discriminação,
Dos quadrinhos do Paiva,
Que aclamam atenção!
Não sou informado,
Não sei escrever.
Mas o que tenho odiado
É essa tal de U.R.V!
Rogo pragas,
Mas era pedido.
Para curar as chagas,
Do orgulho ferido.
Roubar do povo
Não é gozação!
Mas se fizer de novo essa tal de pichação,
Tirarei meu orgulho de trabalhar nessa nação!
Não sei ler
A placa da avenida,
Mas precisas conhecer
A minha experiência de vida!
De que usar
O sumismo da nação,
Parar com etnocentrismo...
Porque essa tal opressão?
Mas quem sabes filho
Que tu não me trairias,
Que não acabarias,
Como o Paulo César Farias!
Se tu queres saber
O que é etnocentrismo,
Procure no dicionário,
Porque eu não digo!
Quando eu falo pelo sim
E afirmo pelo não
Vejo como é ruim
da raiva de não ter razão
Pois foi o que aconteceu
com joãozinho sonhador
Um cabra que se meteu
A encarar o governador
Joãozinho nasceu pequeno
Todo cheio de graça
Brincava no sereno
No meio da fumaça
Quando era menino
Tinha total beleza
Mas era tão franzino
Que dava tristeza
Achava que a bem de tudo
Tinha razão de protestar
Contra o governo, contudo
Muito a reclamar!
Quando foi em uma festa
Para o governador
Vestia uma roupa modesta
Porém de alto valor
Quando foi outro dia, muito irritado com o governador
Disse muito contrariado:
Este governo está um horror
Mandou que convocassem
Todos os eleitos
Que também chamassem
Todos os deputados e prefeitos
Ele foi dizendo: Meu povo associado
Tenho toda a estrutura
Para acusar esse senado
De possuir péssima figura
Pois não é justo
Que usem de violência
Para calar a todo custo
A voz de uma consciência
Todos ficaram com medo
Prevendo muita pancadaria
Até o prefeito fugiu mais cedo
Caindo da escadaria
Todos fugiram da surra
Pondo a culpa, com efeito,
E no jogo do empurra
Estava até o prefeito
Joãozinho sumiu na estrada
porque não podia ficar
pois não fizera nada
pra na prisão morar
Na sua fuga desembestada
Joãozinho de casa em casa explicava
Toda a palhaçada
Que o governador causava
O povo nunca esqueceu
Do Joãozinho sonhador
E na praça o povo ergueu
A estátua do grande sonhador
Ao ler esta história
Conte aos amigos do peito
Pois quero ser ouvido em glória
E por todos ser aceito
Jaz no país o povo sofredor
Ali se vê um pobre o grande sonhador
Zerado no cobre
Imitado por todos
Não se esqueça
Há gente que mereça o salvador!
O MEU AMOR NINGUÉM ENTENDEU,
SOMENTE EU.
QUANDO VIESTES ME BUSCAR,
MEU CORAÇÃO COMEÇOU SALTAR.
É UMA EMOÇÃO MAIS QUE ANTIGA.
QUALQUER CANÇÃO OU CANTIGA,
NÃO SE PODE IGUALAR,
AO TEU PODER DE ME AMAR.
TUA PALAVRA SOA NO MEU OUVIDO.
QUANDO OUÇO, FICO DIVIDIDO,
SONHANDO COM ESSE MOMENTO
DE ESTAR AO TEU LADO FEITO O VENTO.
O VENTO ESPALHA AS FOLHAS AO AR,
TRAZENDO LEMBRANÇAS DO TEU OLHAR,
QUANDO FALAVAS SOBRE AQUELA FLOR.
ASSIM NOSSA ESTRELA IRÁ BRILHAR,
NO CAMINHO JUNTOS IREMOS ANDAR,
NA BELEZA DA ESTRADA DO NOSSO AMOR.
Nunca perca o sorriso por um instante.
Mas de Deus receba o falar,
Cujo raio troveja distante
Ao primeiro olhar!
Que na terra, tua amizade
Seja a mais bela!
Cujo sorriso imprime verdade,
Sabendo que sois a única aquela.
Então, entendas que Deus te colocou
Para tua missão cumprir.
Foi ele que mandou
O teu tesouro reunir.
O tesouro a reunir
É de grande valor!
Basta ele abrir
E encontrar o amor!
Olhei para o céu
E uma luz brilhou
Para escrever o nome seu
Uma canção se entoou
Estrelinha, estrelinha...
Por onde passa,
Deixa virtudes em graça.
E traça meus caminhos em linha.
Meu coração a deus agradece
Por esse momento de inspiração,
Escrever seu belo nome,
Na mais preciosa canção!
Eu posso pedir a deus toda uma cidade,
Todas as riquezas desse mundo.
Mas para mim o que há de mais profundo,
É saber que a estrelinha me ama de verdade!
Não adianta tentar esconder o que sinto por você.
Não procuro ocultar,
Pois revelou o amor oculto que você procurou esconder.
Eu me cansei dessa paixão escondida,
Visto que tenho uma vida mal resolvida,
Por isso há de se espalhar uma bruxa de pessimismo vagando pelo ar.
Que desfaçam os nossos traços,
Que desprendam nossa dor,
E que desatem todos os laços que prendiam o nosso amor.
E se um dia eu te perder, vão querer me consolar.
Não sei se vou suportar, não sei se vou aguentar,
Gostaria de poder te amar.
A vida poderia ser de outro jeito,
Como a noite incerta se transformaria num belo dia?
Na mocidade de um velho andarilho,
Gostaria de sentir a brisa do vento,
E dizer num único estribilho:
Fica difícil entender a nossa separação.
Ah, se eu pudesse compreender!
Mas és fascinação,
És, vazio coração.
Ah fico agora fico,
Embutido em teus pedestais,
Chorando nos laranjais,
Eis um mundo sofrido!
Nessa terra sangrando entre lágrimas,
Está um ínfimo soldado,
Chorando abandonado
Por causa do seu amor perdido.
E escreves por outro pecado,
Lamentando a clausura infindável
De quem fora o vil responsável,
Pelo infanticídio iminente.
Balbúrdia, suspiro de morte.
Em caserna estranha, entra o soldado.
Que endoidecido das loucuras fardado,
Elimina um pobre inocente.
Eu maníaco matricida
A afogar-me nesta figura
Tornando o tédio a aventura
O corredor da morte sofri!
Mas na mansidão suprema,
No último instante,
Ah minha cara infante:
Quero morrer só para ti!
O apolítico não se manifesta.
Ele fica em cima do muro.
É um fraco,que não sabe impor sua opinião.
E por não saber impor nem opinar é manipulado:
Na sua crença tola e vazia
No seu casamento dissimulado
No seu trabalho sem sentido
Na sua Igreja,como eterno puxa-saco!
Odor de velas
Em ambiente perfumado
Ao sabor das mazelas
Jazia um defunto velado
Abandonado à própria sorte
Condenado ao esquecimento
Esquecera-se de sua morte
E do seu tamanho sofrimento
Que lhe fora curta a vida
Não pode mais trabalhar
Desse mundo fez sua despedida
Não mais irá voltar
Assim caminha nobre humanidade
Na sua cruel zombaria
Vivendo na insanidade
Jogando suas memórias na estrebaria!