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Frases de Samuel Eduardo Fortes

931 frases

⁠"Se a minha honra está no ano do carro, há algo de podre no reino da Dinamarca".
O Sucesso Alheio e o Autêntico Todo mundo é alvo de inveja, mas ninguém é invejoso. É o pecado sem pecador, acostume-se a vencer em silêncio e ajudar em anonimato. O primeiro, afasta a inveja e, o segundo, te enche de coração. Sendo a inveja, a tristeza como alimento próprio, qu…
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O Sucesso Alheio e o Autêntico Todo mundo é alvo de inveja, mas ninguém é invejoso. É o pecado sem pecador, acostume-se a vencer em silêncio e ajudar em anonimato. O primeiro, afasta a inveja e, o segundo, te enche de coração. Sendo a inveja, a tristeza como alimento próprio, que é feliz com a intolerância de si mesmo.

⁠Olhar Mediativo⁠ A Ingênua
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⁠Olhar Mediativo⁠ A Ingênua Doçura Êxtase Simplória Simplicidade Que Encanta Dos Cadernos De Recordação Se Solicitada Pela Secreta Paixão... Só quem, Só quem escreveu seus encantos, recorda...

⁠⁠Vou Por Aí Sua posição está baseada em dois pilares fundamentais: a observação cuidadosa dos limites do entendimento humano e a primazia do hábito como condutor de nossas vidas. Com as inferências que se fazem nas conexões causais, as quais, são as únicas conexões "que podem n…
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⁠⁠Vou Por Aí Sua posição está baseada em dois pilares fundamentais: a observação cuidadosa dos limites do entendimento humano e a primazia do hábito como condutor de nossas vidas. Com as inferências que se fazem nas conexões causais, as quais, são as únicas conexões "que podem nos levar além das impressões imediatas da memória e dos sentidos". As ideias, sempre se originam como cópias de impressões sensíveis ou como associações destas e impressões, impressões, que seriam aquelas sensações por nós experimentadas através dos sentidos: aquilo que ouvimos, vemos e sentimos.

Erasmo e a Porta É necessário que pela primeira vez na vida, diz Hamlet em todos longos os monólogos, que você consiga dizer apenas o que as coisas são, e para isso, Hamlet teve que se fingir de louco. Porque como escreveu Erasmo de Roterdão e, publicado em 1511, Elogio da Loucu…
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Erasmo e a Porta É necessário que pela primeira vez na vida, diz Hamlet em todos longos os monólogos, que você consiga dizer apenas o que as coisas são, e para isso, Hamlet teve que se fingir de louco. Porque como escreveu Erasmo de Roterdão e, publicado em 1511, Elogio da Loucura, às vezes é necessário ser louco para dizer o óbvio. Às vezes é preciso ser louco para dizer que todos os problemas que nos são mostrados, são problemas falsos, para que nós não vejamos os reais. Que todas as festas, são um barulho alto para impedir que eu expresse a melancolia densa e profunda da minha existência, e quanto eu mais escrever, potássio, potássio, potássio! É sinal que eu estou triste, triste, triste!