Às vezes a gente não quer ir, mas vai. Não quer fazer, mas faz. Não quer lutar, mas luta.
Frases de Samir de Sena Osório
88 frases
Não dá para negar que a experiência do intercâmbio está sendo incrível apesar de que não nos avisaram de que na metade dele passaríamos pela difícil experiência de nos despedirmos quase que ao mesmo tempo de muitos amigos que só estariam aqui por cinco meses. Viajar é bom, “sali…
Continuar lendo
Não dá para negar que a experiência do intercâmbio está sendo incrível apesar de que não nos avisaram de que na metade dele passaríamos pela difícil experiência de nos despedirmos quase que ao mesmo tempo de muitos amigos que só estariam aqui por cinco meses. Viajar é bom, “salir de fiestas” também. Porém são os relacionamentos mais próximos e profundos, e também os momentos difíceis que mais te fazem amadurecer. Aprendemos muito com eles nesse intercâmbio, muito mais que na universidade, diga-se de passagem. O que acontece quando você vive com mexicano que “tem cara” de japonês, um alemão que “parece mexicano”, e um francês que não corresponde ao que você tinha escutado sobre um francês? Ou então quando você é um brasileiro que não joga bem o futebol e tampouco sabe “bailar” como os estrangeiros supõem que um brasileiro sabe? Você quebra estereótipos e faz com que os outros quebrem os seus também. Você aprende que as pessoas são quem são independente dos países de onde vêm. Tudo bem, depende da cultura, sim. Mas você se aproxima de alguém ou se afasta não porque é desse ou de outro país, mas porque se identificou com ela. O que acontece quando você se torna irmão de um francês mais novo que você, de 19 anos, que te dá uma aula de maturidade? Você para e se pergunta: por que eu não posso fazer isso sem esperar que os outros façam primeiro? Por que não posso dar sem ficar esperando retribuição? E quando você faz um amigo da Alemanha (país desenvolvido, de primeiro mundo) que "comparte" (compartilha) com você sua história e suas dores, suas alegrias e amores? Você aprende na prática a frase que diz “que as dores humanas ultrapassam as divisões de classe e cultura”. Não importa se seu país é rico ou pobre, se você é rico ou pobre, você é ser humano e viver às vezes vai doer do mesmo jeito. Agora está terminando um ciclo. Doi dizer adeus, não saber se vai ver mais. Mas a gente sabe que a vida é assim, cheia de idas e vindas, chegadas e partidas, saudações e despedidas. A gente tem que se acostumar, dizer para si mesmo “deixa ele ir”, deixá-los partir. Mas na verdade, com despedidas a gente nunca se acostuma. O que a gente faz é se resignar, deixar ir porque não há o que fazer, não podemos aprisionar o outro e impedir que ele siga sua vida. E a gente tem que seguir a nossa também... Ninguém vai estar perto da gente a vida toda. É preciso saber deixar partir, abrir mão, desapegar-se. Vai haver dor, de qualquer maneira, então o que se há de fazer é chorar, viver o luto e conviver por algum tempo com o vazio da despedida. Até que finalmente a dor passa e estamos abertos para viver novos relacionamentos, conhecer novas pessoas, e deixar que os novos amigos conheçam, através de nós, através do que a gente carrega dos que se foram, um pouco da personalidade deles também, que um pouco já se tornou parte da nossa. Um pouco do trejeito, ou uma frase que eles falavam e a gente não esquece e já toma como nossa, a forma de se vestir, de sorrir, quem sabe... E aí o ciclo recomeça.
O que nos provoca prazer é, em muitas casos, a mesma causa do nosso sofrimento.
É impressionante o quanto podemos mudar, em um ano, traços de personalidade e modos de pensar que vínhamos carregando há uma vida inteira.
Uma das maiores contradições da vida é que, algumas vezes, as pessoas precisam ficar longe uma das outras pra que finalmente se aproximem.
Não se iluda, na maioria das vezes são apenas aparências.
Se não nos sentimos amados, nosso cérebro não produz a substância que a gente precisa pra ser feliz.
Conhecer pessoas é uma aventura mas aprofundar-se em uma amizade é ainda mais. Poder conhecer um pouco da personalidade e história do Outro, do que ele leva tempo descobrindo sobre si é gratificante.
Agora, seja o que Deus quiser. Muitas vezes foi o que "eu quis", e não deu muito certo.
Poema da indiferença Se Ontem eu queria... Hoje já não quero mais. Se Ontem eu gostava... Hoje já não gosto mais.
Continuar lendo
Poema da indiferença Se Ontem eu queria... Hoje já não quero mais. Se Ontem eu gostava... Hoje já não gosto mais. Se Ontem por alguém eu esperava... Hoje já não espero mais. Se Ontem eu me desiludia... Hoje já não me desiludo mais. Se Ontem por algo eu sonhava, Hoje pra mim tanto faz.
Às vezes, no auge da emoção, dizemos que nossos sentimentos serão para sempre e duram um mês. Prometemos que serão eternos e duram apenas alguns dias.
Muitas vezes, por confiar demais nas nossas falsas impressões, deixamos de conhecer pessoas muito interessantes.
Não precisa ser agora. Pode ser depois. Não precisa ser hoje. Pode ser amanhã. Não precisa ser o que eu quero. Pode ser o que Deus quiser.
Mesmo que as máscaras sociais nos impeçam de ser totalmente verdadeiros uns com os outros, sejamos sinceros pelo menos com nós mesmos. Esconder de si o que se tem de pior não nos faz melhor que ninguém.
Não mais se preocupar com que os outros vão dizer ou pensar a seu respeito é o melhor presente que alguém pode dar a si mesmo.
Às vezes a gente acha que aprendeu porque leu em determinado livro, porque passou por tal situação quando na verdade precisamos passar várias vezes pela mesma circunstância até finalmente interiorizar o aprendizado.
Se nos preocuparmos menos com o lugar em que vamos estar, com a roupa que vamos usar no réveillon e mais com o quanto vamos nos empenhar em cada dia do próximo ano, certamente todos os votos de felicidade e prosperidade que recebermos enfim serão realizados.
É ruim quando você se torna alguém diferente do que era e tem que explicar o porquê disso sendo que talvez você não sabe o porquê ou simplesmente não quer ou não pode dizê-lo. As pessoas mudam constantemente, será que é difícil entender isso?
O fanatismo religioso e a cegueira fundamentalista fazem com que muitos pais tornem a vida dos seus próprios filhos um verdadeiro inferno.
Os maiores gênios da humanidade foram aqueles que conseguiram transformar em sabedoria o que, a princípio, era puro conhecimento.
Muitas vezes, é melhor nos calarmos do que tentarmos justificar com desculpas esfarrapadas as atitudes que conscientemente não sabemos a razão de as termos tomado.
O ser humano encontra vários motivos para sentir-se diminuído mas nenhum é plausível.
É por querer sempre se adequar às convenções sociais que muitas pessoas são infelizes.
Reclamamos que as pessoas não são mais as mesmas e que o sentimento que nutrem por nós também não. Ora, mas as pessoas mudam e os sentimentos também. Para melhor ou para pior, mas mudam. Tornam-se mais (ou menos) intensos e mudam. Portanto, realmente não são mais os mesmos: porqu…
Continuar lendo
Reclamamos que as pessoas não são mais as mesmas e que o sentimento que nutrem por nós também não. Ora, mas as pessoas mudam e os sentimentos também. Para melhor ou para pior, mas mudam. Tornam-se mais (ou menos) intensos e mudam. Portanto, realmente não são mais os mesmos: porque inevitavelmente mudam.