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Frases de Roseli de Abreu

108 frases

Faça alguém feliz e descobrirá que a pessoa mais feliz é você."
Agradeço ao universo, à força da vida, à mãe natureza… Pelo amanhecer silencioso que aguarda o burburinho de todos os sons. Pelo dia que, mesmo planejado, surpreende com novos acontecimentos nas entrelinhas de cada acontecimento.
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Agradeço ao universo, à força da vida, à mãe natureza… Pelo amanhecer silencioso que aguarda o burburinho de todos os sons. Pelo dia que, mesmo planejado, surpreende com novos acontecimentos nas entrelinhas de cada acontecimento. Pelas pessoas que entram e saem da vida da gente. Às que se vão, que levem o nosso toque carinhoso, sutil e verdadeiro. Às que ficam, que sejam reais, que permaneçam pelos propósitos da vida porque nada acontece por acaso… Agradeço ao tempo que revela coisas grandiosas, jamais imaginadas… Que livra de todo o mal e, como todo o mestre sábio, ensina que a paciência e a determinação são responsáveis por grandes presentes nos caminhos da vida. Agradeço por cada ser vivo pela troca fraterna de respeito. Cada animal, cada vegetal, a água, a folha, o pássaro, a flor… Se eu os respeito, todos me respeitam. Agradeço à força maior que está em todos os lugares e dentro de cada um, que move todo o universo e faz da gente um ser único e imcomparável. Agradeço cada recomeço, por mais difícil que seja, porque viver bem, muitas vezes, é só uma questão de recomeçar, reaprender, reciclar-se. Então, hoje, eu só agradeço…

O calendário da alma, aquele pendurado no coração, que não marca o tempo pelas horas,
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O calendário da alma, aquele pendurado no coração, que não marca o tempo pelas horas, nem dias, semanas, meses e não se importa com os anos e os séculos, é o que, de fato, faz sentido. Muito mais que o outro, o que amarela os dias, pendurado na parede, o que enfeita mesas e balcões, o que tem os anos contados e troca de número só para apressar a vida. Que pena! E mal sabe que o segredo do tempo é não viver o tempo…

Dezembro é um mês que chega sorrindo, traz na bagagem muitas expectativas, ânimo tão esperado…
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Dezembro é um mês que chega sorrindo, traz na bagagem muitas expectativas, ânimo tão esperado… Dezembro distribui perspectivas de novos rumos, de promessas, de encontros, de aconchegos. Perspectivas de amor! Dezembro transborda o incansável, as batalhas dos meses que passaram, as lutas, os desafios, as fugas… Oferece a lembrança dos prazeres, das realizações, dos ridículos da vida, das ternuras, da maciez do carinho, das gentes como a gente. Dezembro é o senhor do ano! Tem a capacidade de acordar o menino que dorme durante onze meses no coração da humanidade e que, de vez em quando, espreita pela fresta da alma, o tempo que passa… Ah! O tempo! E ele passa… E dezembro chega e incendeia os momentos de alegria, os lábios de sorrisos, um céu de novas luzes. Missão cumprida? Talvez. E dezembro, sem questionar, recarrega a vida de cada um com energias e forças para a travessia de mais um ano. Há uma sensação de exagero em dezembro, pressa não se sabe para quê, inconstante sentimento de renascer, um delírio contido que explode na alegria que ensurdece, vitrine que fita os olhos de quem a vê. Há mais poesia em dezembro… Nele cabe o beijo, o abraço demorado, a lembrança, o perdão. Nele cabe todo o futuro. As pessoas ficam mais leves, as músicas contagiam, há mais ternura que cabe em qualquer lugar… No dezembro cabe um homem inteiro! Não importa que surjam obstáculos nas novas caminhadas. Não importa que venham as dores, as incertezas, as surpresas alegres ou tristes. Importa mesmo é que a vida acontece no inesperado e vivê-la é o melhor presente… Até quando um novo dezembro chegar.

Limite No limite, que permite, há beleza nas linhas das histórias que surpreendem,
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Limite No limite, que permite, há beleza nas linhas das histórias que surpreendem, nos esforços que rompem certezas... No limite de caminhos certos e incertos, nas dúvidas, nas buscas e naquilo que cada um vive... Então, se assim for, que o limite não nos limite, que não nos faça consertar o outro, nem saber se há caminho certo ou errado, e que a liberdade - e só ela - determine como deve ser, viver… Quem sabe? E que seja uma jornada sem fim, de enredos sem fim, oportunidades sem fim... Que haja, no limite, o tempo para morarmos nas casas da nossa infância, nos cubículos da maturidade, nos ciclos de cada etapa… Que haja convivência, nas moradas da vida, com a importância – ou falta de importância – das nossas necessidades tão boas quanto dolorosas... Ou não? Que no limite haja superação, solidão básica - sim, solidão – que é para sentir o silêncio da alma, pertencimento... Que o limite não nos limite de palavras que abençoam, porque dizer é receber de volta tudo o que, em algum momento, colocamos para fora... Que o limite não banalize os dizeres... Não nos limite nos sentimentos... E que cada “limite-se” dê espaço ao amor, a amar quem, cada um, ama de fato e de verdade... Que o limite não nos limite do encontro com quem se deseja estar… Que não limite a quem conquistar e quando conquistar... Que não nos limite ao engano, à falta de verdades, aos afetos não correspondidos... Ao tempo e à ausência… Que o limite apenas limite-se a nos permitir!

Insônia Silêncio, perfeito, encontro no sonho, desencontro real, desperto, tudo certo...
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Insônia Silêncio, perfeito, encontro no sonho, desencontro real, desperto, tudo certo... A noite adormece, assombra, acorda, perde o momento... A insônia, hora extra do pensamento, com mil canções, simétrica, gélida, pedra, mágica como flores noturnas, encanta, sufoca, traz alento e o confronto entre esperar e perder tempo...