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Frases de Rosa V

422 frases

⁠A minha pele é constante É incessante É intensa
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⁠A minha pele é constante É incessante É intensa Mas acredito Que o que mais Ela é É verdadeira, e honesta E acima de tudo Preza pelos direitos E deveres de cada ser humano Com sua individualidade Em todos os sentidos

⁠ A essência verdadeira É a beleza por dentro
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⁠ A essência verdadeira É a beleza por dentro E a beleza por fora Da capa A essência É a bondade E a humildade Do intrínseco do ser E isso reflete Nas coisas que O ser precisa Pra se conquistar A plena felicidade Nesta vida

⁠A beleza Está em poder Escrever
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⁠A beleza Está em poder Escrever Sobre os amores Os acasos E os recados A beleza está Em poder viver Intensamente A arte de ser Ser menina Ser mulher Ser poeta Enfim A beleza está No que escreve E no que deseja Para seu ser Nesta maravilhosa vida

⁠Afaga Fadada A mesmice
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⁠Afaga Fadada A mesmice Da vida Que Chora A desilusão De ser Entendida Pelo amor Que foge das entranhas Dessa amargosa vida E que se partiram O desejo De se ser Bem vista Por aqueles Que ditam O amor Individualista

⁠Queria ser menos intensa Menos profana Menos crítica
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⁠Queria ser menos intensa Menos profana Menos crítica Mas não é o que eu Quero E sim o que o universo Me faz sentir Me faz viver Me faz querer ser Ser como A intensidade Das palavras Ser como a Autenticidade Dos jeitos Jeitos bobos Jeitos melosos Jeitos bonitos De ver e De viver Intensamente A loucura dessa vida Que passa e Que dita A sua vez De ser escolhida

Falar de Ciranda É falar De abraço
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Falar de Ciranda É falar De abraço De aconchego De afago Falar de Ciranda É falar De respeito De equidade De Igualdade De amor Falar de Ciranda É falar De reafirmação De autoconhecimento De reposicionamento Falar de Ciranda É falar de tudo Das boas Energias E da das Companhias

⁠Rosa V é um pseudônimo usado pela escritora Debora Pereira dos Santos. Foi criado num momento de conflito ideológico com o seu próprio ser, seus pensamentos e sentimentos. Ela é uma escritora Brasileira que escreve sobre poesia profana, amor correspondido, amor não correspondi…
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⁠Rosa V é um pseudônimo usado pela escritora Debora Pereira dos Santos. Foi criado num momento de conflito ideológico com o seu próprio ser, seus pensamentos e sentimentos. Ela é uma escritora Brasileira que escreve sobre poesia profana, amor correspondido, amor não correspondido e frases aleatórias sobre a vida. É também Formada em Educação Física e Pós Graduada em Psicomotricidade. Em 2024 começou seu Mestrado em Intervenção Psicológica no Desenvolvimento da Educação. Já participou da Antologia Nosso Amor da organizadora Lucélia Santos em 2023 da editora Brunsmarck. Também participou da Revista Conexão Literatura onde foi publicado três poemas de amor em 2023.

⁠Luz de Mel, a Abelha Bailarina No coração de um campo florido, vivia uma abelhinha chamada Luz de Mel. Ela não era a mais veloz nem a maior produtora de mel da colmeia, mas tinha um dom especial: sua dança. Sempre que saía para buscar néctar, Luz de Mel voava com leveza, fazen…
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⁠Luz de Mel, a Abelha Bailarina No coração de um campo florido, vivia uma abelhinha chamada Luz de Mel. Ela não era a mais veloz nem a maior produtora de mel da colmeia, mas tinha um dom especial: sua dança. Sempre que saía para buscar néctar, Luz de Mel voava com leveza, fazendo giros no ar, rebolando a cintura com graça e encantando quem a visse. As outras abelhas trabalhavam sérias e focadas, mas Luz de Mel acreditava que o mel ficava ainda mais doce quando colhido com alegria. — Você deveria se apressar! — dizia a Abelha Rainha. — O néctar precisa ser colhido rápido! — Mas dançar me faz colher com mais amor! — respondia Luz de Mel, girando no ar. Certa manhã, uma forte tempestade se aproximou, e as abelhas correram para a colmeia. Porém, uma flor especial, chamada Flor do Sol, ainda não havia sido visitada. Seu néctar era raro e precioso, e sem ele, o mel daquela estação não teria o mesmo sabor. Sem hesitar, Luz de Mel partiu em um voo ágil e gracioso. Com sua dança, desviou das gotas de chuva e dos ventos fortes, mantendo-se firme no ar. Quando alcançou a Flor do Sol, colheu seu néctar com delicadeza e, dançando entre os pingos da tempestade, retornou segura para a colmeia. A Rainha ficou impressionada. — Sua dança salvou nossa produção! E assim, Luz de Mel provou que sua alegria não era apenas um capricho, mas uma força. A partir daquele dia, sua dança se tornou parte do ritual da colmeia, e todas as abelhas aprenderam que o trabalho pode ser ainda mais bonito quando feito com leveza e encanto.

⁠A Menina que Encontrou a Borboleta Verde Era uma vez uma menina chamada Clara, que vivia em uma pequena aldeia cercada por montanhas verdes e campos floridos. Clara era conhecida por sua curiosidade sem fim e por sempre explorar os cantos mais afastados da natureza. Ela acredit…
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⁠A Menina que Encontrou a Borboleta Verde Era uma vez uma menina chamada Clara, que vivia em uma pequena aldeia cercada por montanhas verdes e campos floridos. Clara era conhecida por sua curiosidade sem fim e por sempre explorar os cantos mais afastados da natureza. Ela acreditava que a magia estava em todos os detalhes da vida, desde o brilho do orvalho nas folhas até o cantar dos pássaros. Um dia, enquanto caminhava pela floresta, Clara viu algo que jamais imaginou encontrar: uma borboleta verde, com as asas brilhando como esmeraldas ao sol. Ela ficou maravilhada com sua beleza, mas, ao tentar se aproximar, a borboleta voou para longe, como se a estivesse chamando para seguir. Clara, com os olhos fixos na borboleta, começou a correr por entre as árvores e arbustos, mas sempre a borboleta estava um passo à frente. No entanto, ela não se sentiu cansada, pois havia algo de especial naquela busca. A cada passo, o mundo ao seu redor parecia mais vibrante, as flores mais coloridas, o vento mais suave, e a luz do sol mais acolhedora. Finalmente, depois de muito perseguir, Clara chegou a uma clareira no coração da floresta, onde a borboleta pousou suavemente sobre uma flor branca. Clara, sem hesitar, estendeu a mão, e a borboleta, com uma leveza quase mágica, se acomodou em seu dedo. Nesse momento, Clara sentiu um calor suave em seu peito, como se a borboleta estivesse compartilhando um segredo com ela. A borboleta verde era um símbolo de sorte, de novos começos, e ela havia aparecido para Clara como um presente de esperança e confiança. Quando Clara retornou à aldeia, sua vida começou a mudar. As coisas que antes pareciam difíceis agora pareciam mais fáceis, e novos caminhos se abriam à sua frente. Ela sabia, no fundo do coração, que a borboleta verde havia lhe dado um presente precioso: a confiança de que, com coragem e perseverança, ela seria capaz de alcançar tudo o que desejasse. E assim, a história de sorte de Clara começou, não apenas porque encontrou a borboleta, mas porque ela acreditou no que ela representava: a magia das possibilidades.

⁠A História de Amizade de Lila e Téo Lila era uma coelhinha muito simpática e adorava brincar com todos os animais da floresta. Ela tinha muitos amigos, mas seu melhor amigo de todos era Téo, o esquilo. Téo era um pouco mais tímido e, por vezes, se sentia inseguro em meio à gran…
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⁠A História de Amizade de Lila e Téo Lila era uma coelhinha muito simpática e adorava brincar com todos os animais da floresta. Ela tinha muitos amigos, mas seu melhor amigo de todos era Téo, o esquilo. Téo era um pouco mais tímido e, por vezes, se sentia inseguro em meio à grande turma de amigos de Lila. Um dia, a floresta organizou uma grande festa para celebrar a chegada da primavera. Lila ficou muito animada e convidou todos os seus amigos, incluindo Téo. No entanto, Téo se sentiu um pouco desconfortável, pois achava que não seria tão divertido quanto os outros e que não conseguiria dançar ou brincar como eles. Na festa, todos estavam se divertindo, dançando e cantando. Lila percebeu que Téo estava um pouco triste e foi até ele. — Téo, o que aconteceu? Por que você está tão quieto? — perguntou Lila com sua voz doce. — Eu não sou tão bom nas brincadeiras e danças como os outros. Tenho medo de parecer bobo. — respondeu Téo, olhando para o chão. Lila sorriu e se sentou ao lado de Téo. — Téo, ser amigo é muito mais do que ser bom nas brincadeiras ou dançar. Amizade é sobre estar ao lado um do outro, apoiar e entender. Eu gosto de você exatamente do jeitinho que você é, e ninguém precisa ser perfeito para ser feliz junto! Téo olhou para Lila com um sorriso tímido, mas sincero. Eles então começaram a brincar juntos, inventando histórias e rindo. Téo não precisava dançar para ser feliz, ele estava feliz apenas em compartilhar o momento com sua verdadeira amiga. Naquele dia, Téo aprendeu que a amizade verdadeira é baseada no respeito e na aceitação, e que ser você mesmo é a melhor maneira de ser um amigo de verdade. Fim.

⁠A Libélula Voadora e o Espelho Encantado Era uma vez, em um jardim repleto de flores coloridas e árvores que dançavam ao vento, uma libélula muito especial chamada Lili. Ela tinha asas brilhantes, que mudavam de cor conforme o sol a tocava, e adorava voar entre as plantas, espa…
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⁠A Libélula Voadora e o Espelho Encantado Era uma vez, em um jardim repleto de flores coloridas e árvores que dançavam ao vento, uma libélula muito especial chamada Lili. Ela tinha asas brilhantes, que mudavam de cor conforme o sol a tocava, e adorava voar entre as plantas, espalhando alegria por onde passava. Mas Lili tinha um segredo: ela amava olhar-se no espelho. Não era um espelho qualquer. Era um espelho mágico que morava em um cantinho escondido do jardim, envolto por flores que se abriam apenas para quem realmente acreditasse na magia. O espelho não refletia só a aparência de quem olhasse para ele, mas também mostrava o coração da pessoa, o que ela sentia por dentro. Lili, com suas asas brilhantes e seu voo gracioso, sempre se admirava diante do espelho. Quando se via, as cores de suas asas ficavam ainda mais intensas, e ela sentia uma alegria profunda dentro de si. “Eu sou linda!”, pensava, feliz com o reflexo que via. Mas um dia, enquanto voava ao redor do espelho, Lili percebeu algo diferente. Ela não estava mais sozinha. Uma borboleta tímida se aproximou e, com as asas um pouco desbotadas, olhou para o espelho. “Será que sou bonita?”, perguntou a borboleta, com uma voz baixa. Lili, com seu coração cheio de gentileza, voou até a borboleta e lhe disse: “Venha, olhe o espelho! Ele mostra mais do que você pode ver com os olhos. Ele mostra a sua essência, a beleza que só o coração pode sentir.” Juntas, as duas pequenas amigas olharam para o espelho. Ao fazer isso, a borboleta viu, não apenas suas asas desbotadas, mas a luz que brilhava em seu coração, uma luz que emanava coragem e gentileza. Suas asas ganharam novas cores, como se a magia do espelho tivesse tocado sua alma. “Agora vejo! Eu sou bonita de um jeito único!” disse a borboleta, radiante. Lili sorriu e, com suas asas brilhando ainda mais intensamente, explicou: “A verdadeira beleza vem de dentro, do que somos, do que sentimos. E todos nós temos algo especial, algo que só nós podemos mostrar ao mundo.” Desde então, Lili e a borboleta se tornaram grandes amigas. Elas passaram a voar juntas, espalhando a mensagem do espelho encantado: que a verdadeira beleza é aquela que vem do coração, que todos têm algo único e especial, e que, com um pouco de magia, podemos ver a verdadeira essência das coisas. E o espelho? Ele continuou a brilhar no jardim, esperando por quem estivesse pronto para olhar além da superfície e descobrir a magia que morava dentro de si. Fim.

⁠O Coelho que Não Sabia Perder Era uma vez um coelhinho chamado Tico. Ele era o mais veloz da floresta e adorava competir. Corria com os esquilos, pulava com os sapos e até apostava quem conseguia comer mais cenouras com os outros coelhos. Mas havia um problema: Tico não sabia p…
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⁠O Coelho que Não Sabia Perder Era uma vez um coelhinho chamado Tico. Ele era o mais veloz da floresta e adorava competir. Corria com os esquilos, pulava com os sapos e até apostava quem conseguia comer mais cenouras com os outros coelhos. Mas havia um problema: Tico não sabia perder. Quando ganhava, ele pulava de alegria e gritava: — Eu sou o melhor! Ninguém me vence! Mas quando perdia, ficava emburrado, cruzava os braços e dizia: — Isso não valeu! Vamos jogar de novo! Certo dia, os animais da floresta organizaram uma grande corrida. Todos estavam animados, e Tico tinha certeza de que venceria. Mas, para sua surpresa, um tatu chamado Tutu ganhou a corrida! Tico ficou tão bravo que não quis cumprimentar Tutu e foi embora pisando forte. Sentou-se debaixo de uma árvore e resmungou: — Isso não é justo! Eu sempre ganho! Foi então que a coruja Sabiá pousou ao seu lado e disse: — Tico, ganhar é bom, mas perder também ensina algo importante. — Ensina o quê? — resmungou o coelhinho. — Ensina que nem sempre podemos ser os melhores em tudo, e que parabenizar os amigos quando eles vencem nos torna grandes de verdade. Tico pensou por um momento e percebeu que, enquanto estava ali emburrado, os outros animais estavam felizes comemorando juntos. No dia seguinte, ele procurou Tutu e disse: — Parabéns pela corrida! Você foi incrível! Tutu sorriu e respondeu: — Obrigado, Tico! E você corre muito rápido! Quem sabe na próxima corrida você ganha? A partir daquele dia, Tico aprendeu que o importante não era só ganhar, mas também se divertir e torcer pelos amigos. E assim, a floresta ficou ainda mais alegre, com brincadeiras onde todos saíam ganhando, no coração. Fim.

⁠Essa vontade De te querer Vai mais
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⁠Essa vontade De te querer Vai mais Além do Que você Possa imaginar Quero sentir Teu corpo e Perpétuar Tua verdadeira Essência Quero te envolver Nos meus Braços E dar A paz Que teu ser precisa Quero ser teu Homem Quero Te cuidar Como nenhum Outro cuidou Eu quero que Você faça Parte da minha Vida Quando o sol Surgir novamente Eu te amo tanto Minha Rosa Vermelha

⁠ Eu sinto O vento
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⁠ Eu sinto O vento E a energia Que ele Proporciona Traz a paz Para a minha Alma Eu sinto O vento E por minutos Eu esqueço Da tristeza E da decepção Que minha Alma carrega Eu sinto O vento E sempre Faço Uma oração Pedindo Que tudo De ruim Que me cerca Vá embora Com a passagem Dele Eu sinto o vento E me sinto Acolhida E protegida Por uma Força Que vem Da natureza Enfim, Eu sinto O vento E sinto A mão Do seu criador Deus