Em Brasília, cidade única, No cerrado se ergue a capital, E no meio do concreto,
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Em Brasília, cidade única, No cerrado se ergue a capital, E no meio do concreto, A saudade e o amor, em um equilíbrio vital. Os sociólogos estudam a cidade, E suas complexas relações, Mas não podem explicar a poesia, Que a saudade e o amor trazem às nossas emoções. Em Brasília, o cerrado é resistência, E a cidade é uma força em constante movimento, Assim como o amor e a paixão, Que se renovam a cada momento. São as palavras de Gilberto Freyre, Que ecoam nessa cidade moderna, Onde o passado se mistura com o presente, E a saudade é a marca de uma história que ainda governa. Mas é também em Brasília, Que o amor e a paixão se mostram mais intensos, Como em Pierre Bourdieu, que estudou as relações de poder, E percebeu que o amor é uma das armas dos indivíduos em sua luta pelos seus interesses. Assim, em Brasília, a saudade e o amor, São o que fazem a cidade ser única, E enquanto o cerrado resiste, E a cidade se reinventa, O amor e a paixão se fortalecem, E a saudade se transforma em poesia.