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Frases de Romeu Felix Menin Junior

132 frases

⁠Esperança, semente da vida, Que em nossos corações germina, Nos faz acreditar que há saída,
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⁠Esperança, semente da vida, Que em nossos corações germina, Nos faz acreditar que há saída, E que o amanhã será mais divina. Rubens Alves nos ensinou, Que a esperança é como um vento, Que sopra forte e nos conduz, Para além do nosso sofrimento. Mesmo em meio à escuridão, A esperança é luz que brilha, Mostrando-nos a direção, E nos dando a força que precisa. Pois acreditar no amanhã, É ter a certeza de que é possível, Transformar a dor em alegria, E viver uma vida mais incrível. Então, sigamos firmes na jornada, Com a esperança a nos guiar, Pois o amanhã nos trará, Um mundo melhor para se habitar.

⁠Esperança é luz que se acende, No fundo do coração, É chama que não se rende,
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⁠Esperança é luz que se acende, No fundo do coração, É chama que não se rende, Mesmo em meio à escuridão. Hilda Hilst nos ensina, Que o amanhã pode ser melhor, Que a vida é uma jornada, De constante luta e amor. Por mais que a tempestade assombre, E a escuridão seja densa, A esperança é a certeza, De que haverá nova recompensa. Não percamos a fé, Nem o sonho de um mundo melhor, Pois a esperança é o que nos resta, E o que nos guia ao redor. Hilda Hilst nos lembra, Que a vida é um constante fluxo, E que a esperança é o fio condutor, Que nos ajuda a encontrar o nosso roteiro. Então, sigamos sempre em frente, Com a esperança a nos guiar, E que o amanhã seja melhor, Para nós, para a humanidade e para o mar.

⁠Em meio ao cerrado, ergue-se a capital, Brasília, símbolo de progresso e modernidade, Um lugar onde as nuvens parecem tocar o céu,
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⁠Em meio ao cerrado, ergue-se a capital, Brasília, símbolo de progresso e modernidade, Um lugar onde as nuvens parecem tocar o céu, E a vista se estende além da cidade. O sol escaldante brilha sobre o horizonte, E o vento sopra a poeira do chão, Mas as nuvens esvoaçam no céu, Um sinal de mudança e transformação. Brasília é um lugar de possibilidades, Onde os sonhos se tornam realidade, E a saudade de casa é amenizada, Por uma cidade que acolhe sem hesitar. Mas mesmo assim, em meio a essa beleza, A saudade pode se fazer presente, De um tempo ou lugar distante, Que agora parece tão ausente. Mas a esperança e a possibilidade, Estão sempre presentes no ar, E Brasília, com seu cerrado e nuvens, É um lugar onde podemos sonhar.

⁠Nas terras quentes do cerrado, Brasília, a cidade, foi erguida com cuidado, Um lugar grandioso e monumental,
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⁠Nas terras quentes do cerrado, Brasília, a cidade, foi erguida com cuidado, Um lugar grandioso e monumental, Mas nem tudo é beleza nesse lugar tão especial. O meio ambiente sofre com a ação do homem, Que desmata e queima, sem nenhum temor, Os incêndios consomem a natureza, Deixando uma paisagem de destruição e tristeza. É preciso defender a terra, E proteger a natureza com muito esmero, A defesa ambiental é nossa responsabilidade, Para garantir um futuro de prosperidade. A natureza é uma fonte de vida, Que deve ser respeitada e preservada com lida, Sem ela, a vida humana é limitada, E o planeta se torna uma terra devastada. A destruição do meio ambiente é uma ação vil, Que atinge todo o planeta, sem cessar o ardil, Mas a proteção é uma ação nobre e corajosa, Que garante um futuro melhor e uma vida mais generosa. Em Brasília, a cidade grandiosa, É preciso cuidar da natureza com muita prosa, Não deixar que o fogo consuma o cerrado, E proteger a vida, de forma efetiva e dedicada. A defesa ambiental é uma tarefa árdua, Mas é nossa obrigação, como humanidade adulta, Proteger a natureza é proteger a nós mesmos, E garantir um futuro de amor e de sucesso.

⁠No coração do Planalto Central, Uma cidade erguida para ser imortal. Brasília, ícone da modernidade,
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⁠No coração do Planalto Central, Uma cidade erguida para ser imortal. Brasília, ícone da modernidade, Mas a natureza clama por mais piedade. O cerrado, um bioma rico em vida, É vítima da ganância humana sem medida. Os incêndios, fúria descontrolada, Devastam a flora e a fauna desprotegidas. Mas a luta pela proteção do meio ambiente, É uma batalha constante, incansável e urgente. Defensores da natureza se unem, Para que a destruição não vença, mas se contenha. Proteger a terra é proteger a vida, Garantir um futuro sem tristeza ou despedida. Cuidar da natureza é um dever humano, Que não pode ser ignorado ou deixado de lado. Brasília, cidade gigante e forte, Deve ser modelo para a proteção da sorte. Não deixar que o fogo consuma o que é vivo, Mas sim, que a vida seja um objetivo. Cuidar do meio ambiente é cuidar de nós, Do presente e do futuro, sem perdas ou nós. Não permitir que a ganância nos vença, Mas sim, que a preservação seja nossa crença. A natureza é nossa maior riqueza, E cabe a nós cuidar dela com delicadeza. Protegê-la é um dever inerente, Para que a vida siga, forte e persistente.

⁠Nas planícies do Planalto Central, Ergue-se uma cidade monumental, Brasília, símbolo de modernidade,
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⁠Nas planícies do Planalto Central, Ergue-se uma cidade monumental, Brasília, símbolo de modernidade, Mas também destruição, infeliz verdade. O cerrado, bioma único e raro, É vítima de um mal tão bizarro, Os incêndios consomem a terra, E com eles, vão as riquezas da serra. A natureza é mãe e protetora, Mas o homem, seu filho, é o oposto, senhora, Traz a destruição por onde passa, E sem pensar, sua vida em fogo arrasa. Mas há aqueles que lutam, Que entendem a urgência e não se acovardam, Defensores do meio ambiente, Que dedicam suas vidas a proteção com veemência. São os guardiões da natureza, Que combatem o fogo com coragem e destreza, São como uma luz em meio às chamas, Que lutam pela proteção sem descanso e sem drama. É preciso valorizar a vida, E lutar para que a destruição seja contida, Proteger o meio ambiente é proteger a si mesmo, É garantir um futuro sem dor e tormento. Brasília, cidade grandiosa, Deve ser exemplo de defesa vigorosa, Não permitir que o fogo vença o cerrado, Mas sim, que a vida seja preservada e honrada. A natureza é um tesouro inestimável, Que devemos proteger com amor incomparável, E assim, garantir a vida, Com a proteção da terra, nossa fonte de alegria.

⁠Em meio ao cerrado vasto e imponente, Surge uma cidade, moderna e diferente, Brasília, a capital do Brasil,
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⁠Em meio ao cerrado vasto e imponente, Surge uma cidade, moderna e diferente, Brasília, a capital do Brasil, Onde a política e a vida se entrelaçam sutil. Mas em meio a esse progresso e desenvolvimento, O meio ambiente clama por proteção e cuidado constante, Pois a natureza, essa grande dádiva divina, Não pode ser esquecida ou tratada de forma mesquinha. Os incêndios que assolam o cerrado, São um alerta para o homem despreparado, Que não compreende a importância da defesa ambiental, E age de forma inconsequente e desigual. A destruição da fauna e da flora, É uma afronta à mãe natureza que chora, Pois tudo o que ela nos dá, de graça e sem medida, Deveria ser preservado e amado como uma criança querida. A proteção do meio ambiente é tarefa de todos nós, Pois somos responsáveis por preservar o que é mais valioso, Não podemos deixar que o progresso seja desculpa para a destruição, E sim que seja a força motriz da mudança e evolução. Brasília, cidade de luz e poder, Não deixe que o meio ambiente seja esquecido em seu viver, Proteja as florestas, os rios e a fauna silvestre, Pois só assim teremos um futuro verdadeiramente nobre. Que a filosofia da preservação esteja presente em nossas ações, Que a proteção da natureza seja o nosso lema e guia, E assim, em meio à modernidade e ao progresso, A natureza floresça e nos traga a felicidade e o sucesso.

⁠O meio ambiente, fonte de vida, Berço da natureza, mãe querida, De florestas, rios e oceanos,
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⁠O meio ambiente, fonte de vida, Berço da natureza, mãe querida, De florestas, rios e oceanos, Nasceu para nos dar seus dons. Mas nós, seres humanos, tão cegos, Não vemos que estamos a ferir, Este lugar tão precioso, Que devemos preservar e cuidar. Nosso lixo, nossa poluição, Vão matando a natureza, E só quando tudo for destruído, Veremos a nossa grandeza. Mas não é tarde, ainda há tempo, Para mudar nossa postura, E agir com sabedoria, E amor pela mãe natureza. Vamos plantar, vamos reciclar, Vamos amar o meio ambiente, E juntos podemos salvar, Esse lugar tão importante. Que a nossa sabedoria, Seja nossa maior arma, E que possamos preservar, Essa fonte de vida eterna.

⁠Nas planícies vastas do Planalto Central, Ergue-se Brasília, cidade monumental, Mas mesmo com sua grandiosidade,
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⁠Nas planícies vastas do Planalto Central, Ergue-se Brasília, cidade monumental, Mas mesmo com sua grandiosidade, A natureza sofre com a falta de piedade. Incêndios vorazes consomem a terra, Destroem a flora e a fauna, sem guerra, O homem, que deveria ser protetor, Se torna destruidor, sem amor. O cerrado, bioma riquíssimo em diversidade, É vítima da negligência e da insensatez, O fogo, que deveria ser controlado, Se alastra, descontrolado. E o que resta é o desespero, De ver a natureza, que é tão belo, Ser consumida pelo fogo, E deixar a vida em um jogo. Mas há aqueles que lutam, Que não se conformam, não se tutam, Defensores do meio ambiente, Que dedicam suas vidas a proteção com veemência. São os guardiões da natureza, Que combatem as chamas com destreza, Que fazem das suas vidas uma causa, E protegem a terra como sua pausa. É preciso valorizar a vida, E não permitir que a destruição seja seguida, Proteger o meio ambiente é proteger a nós mesmos, É garantir um futuro sem desesperos e apertos. Brasília, cidade grandiosa, Deve ser modelo de proteção corajosa, Não permitir que o fogo consuma o cerrado, Mas sim, que a vida seja celebrada e honrada. A natureza é nosso tesouro, Que devemos preservar com vigor, E assim, garantir a vida, Com a proteção da terra, nossa querida.

⁠O fogo, esse elemento que traz vida e morte, cria e destrói, é um símbolo da natureza e do próprio ser humano. Tanto Clarice Lispector quanto Fernando Pessoa enxergavam no fogo uma metáfora para a vida, e suas diferentes facetas. Mas hoje, em tempos de incêndios florestais, a r…
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⁠O fogo, esse elemento que traz vida e morte, cria e destrói, é um símbolo da natureza e do próprio ser humano. Tanto Clarice Lispector quanto Fernando Pessoa enxergavam no fogo uma metáfora para a vida, e suas diferentes facetas. Mas hoje, em tempos de incêndios florestais, a relação com o fogo se torna mais complexa e trágica. O Brasil, em especial, tem sofrido com a destruição de seus biomas, como o Cerrado, pela ação do homem. Incêndios criminosos são cada vez mais frequentes, e as consequências são devastadoras: perda de biodiversidade, deslocamento de animais, destruição de ecossistemas inteiros e impactos na qualidade do ar e da água. Nesse contexto, a preservação do meio ambiente se torna ainda mais urgente. E é nessa preservação que Clarice e Pessoa encontram uma conexão entre o fogo, a natureza e a vida. Para ambos, a natureza é algo sagrado, e sua preservação é essencial para a sobrevivência do planeta e de todos os seres vivos que o habitam. Brasília, cidade onde Clarice viveu por muitos anos, é um exemplo de como o fogo pode ser utilizado de forma consciente e benéfica. Na capital brasileira, a queima controlada do Cerrado é uma prática antiga e necessária, que ajuda a manter a biodiversidade e a fertilidade do solo. Mas quando o fogo se torna sinônimo de destruição e irresponsabilidade, é preciso tomar medidas urgentes para proteger o meio ambiente. E isso só será possível com a conscientização da população, com a implementação de políticas públicas eficientes e com o engajamento de todos na preservação do nosso planeta. Afinal, como bem disse Clarice Lispector: "Tudo é importante. Até o fogo que só serve para destruir pode ter o seu lado positivo". Cabe a nós encontrarmos esse lado positivo e utilizarmos o fogo de forma consciente e responsável, em benefício do meio ambiente e da vida como um todo.

⁠Na expectativa do que virá, A perspectiva se amplia, O horizonte se estende,
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⁠Na expectativa do que virá, A perspectiva se amplia, O horizonte se estende, E a alma se fortalece. Clarice Lispector nos ensina Que a expectativa não é um fim, Mas sim um caminho, Que nos leva a descobrir quem somos. Fernando Pessoa nos diz Que a perspectiva é o olhar, Que nos permite enxergar O que está além do que está. Assim, na expectativa do novo, A perspectiva nos guia, Para que possamos ver além, E descobrir a essência da vida. Que a expectativa e a perspectiva Sejam nossas aliadas, Para que possamos viver intensamente, E encontrar a felicidade desejada.

A vida é um mistério, Uma teia de sentimentos que nos permeia, No meio ambiente da existência,
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A vida é um mistério, Uma teia de sentimentos que nos permeia, No meio ambiente da existência, O amor e a saudade são o que nos norteia. A falta às vezes é inevitável, Mas a natureza é sempre presente, Com seus ciclos e renovações, Ela nos ensina que tudo é transitório, apenas uma corrente. A vida é um enigma, E a natureza é a nossa escola, Aprendemos com suas lições, Que somos apenas uma parte dessa roda. Então amemos a vida, a natureza, E honremos a nossa existência, Com gratidão e respeito, Por tudo o que nos é dado em vivência.

⁠A natureza é a minha dor, Que brota como uma flor, E cresce como um vendaval,
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⁠A natureza é a minha dor, Que brota como uma flor, E cresce como um vendaval, Uma tristeza sem igual. As árvores que vejo ao longe, E os pássaros que cantam um monge, Não conseguem afastar a dor, Que me consome como um vapor. O sol que brilha no céu azul, E a brisa que sopra ao sul, Não conseguem aliviar a aflição, Que me sufoca como um furacão. A natureza é bela e triste, E a minha alma insiste, Em sentir a sua dor, Que me consome como um amor.

⁠O meio ambiente nos cerca, nos abraça, nos acolhe. É a nossa casa, o nosso lar. E como todo lar, precisa ser cuidado, amado, respeitado. A natureza é a mãe que nos dá tudo o que precisamos para viver: ar, água, alimentos. E como filhos, devemos cuidar dela como ela cuida de nós.…
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⁠O meio ambiente nos cerca, nos abraça, nos acolhe. É a nossa casa, o nosso lar. E como todo lar, precisa ser cuidado, amado, respeitado. A natureza é a mãe que nos dá tudo o que precisamos para viver: ar, água, alimentos. E como filhos, devemos cuidar dela como ela cuida de nós. A vida é um presente, um sopro divino que nos foi dado para desfrutarmos da beleza do mundo e de tudo o que ele tem a oferecer. O amor é a energia que move o universo, é o que nos faz sentir vivos e nos conecta uns aos outros e à natureza. É como uma corrente invisível que une todas as coisas. Mas com o amor vem também a saudade e a falta. Saudade daquilo que já foi vivido, daqueles que amamos e que partiram, da natureza que já não é mais como era antes. E a falta, aquela sensação de vazio que nos faz perceber o quão preciosos são os momentos vividos e as pessoas que amamos. Por isso, devemos valorizar cada instante da nossa vida e amar com toda a nossa força e intensidade, para que quando a saudade bater e a falta apertar, possamos olhar para trás e sentir que vivemos plenamente. E que, apesar dos desafios, cuidamos do nosso lar, da natureza que nos cerca e que ela também cuidou de nós.

⁠Coincidências; Há momentos na vida em que tudo parece acontecer por uma razão maior, como se o universo conspirasse a nosso favor. São as coincidências, esses encontros inesperados que nos fazem sentir que há algo maior que rege nossas vidas. Para Clarice Lispector, as coincid…
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⁠Coincidências; Há momentos na vida em que tudo parece acontecer por uma razão maior, como se o universo conspirasse a nosso favor. São as coincidências, esses encontros inesperados que nos fazem sentir que há algo maior que rege nossas vidas. Para Clarice Lispector, as coincidências eram uma forma de conexão com a vida. Ela acreditava que o universo falava conosco através delas, nos mostrando que tudo está interligado e que, por mais que pareça aleatório, tudo tem um propósito. Já Fernando Pessoa via as coincidências como um mistério a ser desvendado. Para ele, esses encontros fortuitos eram sinais de que há algo além do que podemos entender, um universo paralelo que se comunica com o nosso através desses sinais. Ambos concordavam que as coincidências eram uma forma de magia, de trazer à tona o inexplicável e o imprevisível em nossas vidas. Elas nos fazem sentir vivos, conectados com o mundo e com algo maior que nós mesmos. E quando essas coincidências envolvem o meio ambiente, a natureza, o amor, a saudade e a falta, elas se tornam ainda mais poderosas. É como se o universo nos lembrasse de que estamos ligados a tudo o que nos rodeia, que somos parte integrante da natureza e que o amor, mesmo na ausência, nunca nos deixa verdadeiramente sozinhos. Por isso, devemos estar sempre atentos às coincidências, aos encontros fortuitos, aos sinais que o universo nos envia. Eles podem ser a chave para desvendar mistérios, para encontrar a felicidade e para nos conectarmos com a essência da vida.

⁠Natureza, ambivalência e tristeza, Unidos em um só lugar. O meio ambiente, a natureza em beleza,
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⁠Natureza, ambivalência e tristeza, Unidos em um só lugar. O meio ambiente, a natureza em beleza, Mas também em dor a lamentar. As árvores, tão altas e majestosas, Mas também cortadas sem razão. Os rios, com suas águas cristalinos, Mas também poluídos em vão. A natureza em sua ambivalência, Nos faz sentir tristeza e compaixão. Porque somos nós que, em nossa imprudência, Causamos sua destruição. A terra é nossa casa e nosso lar, Mas também é nossa responsabilidade. Cuidemos dela com amor e devoção, Para que a natureza possa ter sua continuidade. Pois a tristeza que sentimos agora, Pode ser transformada em alegria e esperança. Se cuidarmos da natureza com amor, Teremos um futuro de paz e bonança.

⁠A Natureza é tristeza em flor, É a alma viva em seu tormento, O sol se põe e a dor não tem fim,
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⁠A Natureza é tristeza em flor, É a alma viva em seu tormento, O sol se põe e a dor não tem fim, A beleza é um fardo que carregamos. As árvores são testemunhas mudas Do sofrimento que nos assola, O canto dos pássaros nos lembra Que o destino é incerto e doloroso. A Natureza é a mais bela expressão Da nossa própria tristeza, E ao contemplá-la, somos transportados Para um abismo de melancolia. Mas mesmo nesse abismo, há beleza, Uma luz que ilumina a escuridão, E é nessa luz que encontramos esperança, E força para continuar a caminhar.

⁠Ir embora ou ficar, essa é a decisão, buscar o amor ou deixar,
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⁠Ir embora ou ficar, essa é a decisão, buscar o amor ou deixar, não há uma solução. A felicidade, tão almejada, às vezes se esconde no caminho, e a saudade, tão sentida, nos faz ansiar por um carinho. Um abraço que acolhe, um beijo que arrepia, a falta desses gestos, nos traz angústia e nostalgia. Mas há que se ter coragem, de seguir em frente com fé, pois a vida é uma viagem, e o amor é o que nos dá pé. Seja indo ou ficando, a busca é constante, e o amor, sempre esperando, para nos dar o seu radiante. Que o abraço tão desejado, e o beijo tão ansiado, possam ser encontrados, e a saudade seja superada.

⁠Esperança e angústia, Duas faces da mesma moeda, Uma traz alento,
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⁠Esperança e angústia, Duas faces da mesma moeda, Uma traz alento, A outra, medo. Na esperança, há luz, Um brilho no fim do túnel, Mas na angústia, o escuro, A incerteza que confunde. São como dois caminhos, Que se cruzam e se separam, E é preciso caminhar, Com coragem e determinação. Pois a esperança pode falhar, E a angústia nos alcançar, Mas é preciso seguir em frente, E nunca deixar de acreditar.

⁠Sobre Brasília, lago Paranoá, Cerrado e amor em plenitude, Há uma mistura de saudade,
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⁠Sobre Brasília, lago Paranoá, Cerrado e amor em plenitude, Há uma mistura de saudade, Angústia, medo e incerteza em atitude. Cidade planejada, arquitetura moderna, Lago azul turquesa em meio ao cerrado, História presente em cada esquina, Mas também angústia do que será do passado. As águas do Paranoá refletem o céu, E guardam segredos que a mente inventa, Da cidade que nasceu no coração do Brasil, E da saudade que invade a alma em momentos de tormenta. O amor é presente, em cada monumento, Nas linhas curvas de Niemeyer, E nas mãos que se entrelaçam no pôr do sol, Mas há medo da mudança e incerteza do que vai ser. Brasília é a capital do país, E no cerrado, um oásis de cultura e arte, Mas também é a cidade da saudade, E da angústia de quem sabe que tudo pode mudar em um instante. E assim, no meio de tantos sentimentos, A cidade se reinventa, se transforma, E o lago Paranoá segue a refletir, As inúmeras faces de Brasília, do amor, da saudade, do medo e da incerteza.

O meio ambiente é minha casa; A natureza é minha família; Em cada folha, em cada grama;
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O meio ambiente é minha casa; A natureza é minha família; Em cada folha, em cada grama; Sinto a conexão mais genuína. As árvores são meus irmãos; Os rios são minhas veias; Neste mundo tão profundo; Sinto que somos uma teia. Tudo que nasce, cresce e vive; Tem o seu papel no mundo; Da formiguinha ao elefante; Todos são seres profundos. Cuidar da natureza é nossa missão; Proteger cada planta e animal; Para que tenhamos sempre em mãos; Um futuro que seja sustentável. Que a conexão nunca se perca; Que a harmonia seja sempre presente; E que a natureza seja protegida; Pela nossa atitude consciente.

⁠Natureza e a angústia do futuro. A natureza é fonte de vida e inspiração, Majestosa, grandiosa, com sua perfeição.
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⁠Natureza e a angústia do futuro. A natureza é fonte de vida e inspiração, Majestosa, grandiosa, com sua perfeição. Mas ao olhar para o futuro, sinto uma angústia profunda, Pois a ação humana é muitas vezes imunda. O egoísmo e a ganância nos cegam, E o equilíbrio da natureza se negam. A poluição, o desmatamento, a exploração sem fim, Tudo isso nos faz pensar que o futuro é sombrio, sem fim. A ciência avança, mas nem sempre em prol do bem, E o ser humano se distancia cada vez mais de quem, Deveria ser seu companheiro e guardião, A natureza, que merece respeito e proteção. É preciso refletir e agir com responsabilidade, Para que a natureza não seja apenas uma memória, E sim um presente e um futuro de harmonia, Com a certeza de que a vida é uma só, e merece alegria. Que possamos olhar para o futuro com esperança, E reconhecer a natureza como uma grande herança, Um legado a ser preservado e cuidado com amor, Para que as gerações futuras possam sentir sua grandiosidade e esplendor.

⁠Na noite escura, o medo me invade, A tristeza e a angústia não me deixam em paz, E o temor do desconhecido me paralisa,
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⁠Na noite escura, o medo me invade, A tristeza e a angústia não me deixam em paz, E o temor do desconhecido me paralisa, Sinto a alma inquieta e a mente confusa. Busco respostas nas estrelas a brilhar, Mas elas parecem tão distantes do meu olhar, Talvez a resposta esteja em mim mesmo, Na coragem de enfrentar o medo e o medonho. A noite não precisa ser minha inimiga, Posso encontrar conforto na sua brisa, E mesmo com a tristeza e a angústia a me acompanhar, A luz do amanhã pode sempre me guiar. Talvez a vida seja assim mesmo, Um misto de medo e esperança, de tristeza e alegria, Mas é no enfrentamento desses desafios, Que podemos encontrar nossa verdadeira sabedoria.

A noite chega de mansinho, Cobrindo a cidade com seu manto, Brasília, no coração do Brasil,
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A noite chega de mansinho, Cobrindo a cidade com seu manto, Brasília, no coração do Brasil, No Cerrado, um jardim já cansado. Fim de ano se aproxima, E a Torre de TV ilumina, Essa cor azul, imponente, Numa visão transcendente. O frio da noite traz medo, Mas também a possibilidade, De um novo amor, amanhã, um novo começo, E a esperança por dias melhores, sem deixar saudade. Assim, a noite nos convida, A refletir sobre nossa vida, Sobre o que queremos alcançar, E sobre como podemos cuidar, abraçar, ser e estar. Do nosso planeta, da nossa casa, Para que a beleza do Cerrado nunca se acabe, E para que o azul do céu, sempre brilhe, Como um sinal de paz e de felicidade, de esperança e de prosperidade.