posso ouvir sua música mesmo quando toca baixa pois quem ama escuta
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posso ouvir sua música mesmo quando toca baixa pois quem ama escuta e quem procura acha Riz de Ferelas
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posso ouvir sua música mesmo quando toca baixa pois quem ama escuta
posso ouvir sua música mesmo quando toca baixa pois quem ama escuta e quem procura acha Riz de Ferelas
estive buscando o horizonte de seus pensamentos pois a luz que vi em seus olhos nunca se apagou depois de muitas tempestades continuo escrevendo
estive buscando o horizonte de seus pensamentos pois a luz que vi em seus olhos nunca se apagou depois de muitas tempestades continuo escrevendo pois escrevo que o que perdura sempre é o amor
um oceano preenchido com minhas lágrimas não descreveria a extensão de minhas mágoas Riz de Ferelas
aqui no fundo do mar, em sombria água busquei redenção como náufrago fantasma para sempre vivendo nos versos esquecidos
aqui no fundo do mar, em sombria água busquei redenção como náufrago fantasma para sempre vivendo nos versos esquecidos na escuridão do fundo do mar em um livro Riz de Ferelas Livro de poesia Novos Ventos
eu ouvi seu coração do fundo do mar Riz de Ferelas
tão longe de casa mas perto das estrelas
tão bom em encaixar peças e consertar engrenagens resta consertar seu
tão bom em encaixar peças e consertar engrenagens resta consertar seu próprio coração
pegue as pedras que atirarem em você e com elas
pegue as pedras que atirarem em você e com elas construa pontes para os seus sonhos Riz de Ferelas
foram anos escrevendo para ver que o sol se põe só para nascer Riz de Ferelas
a caneta escreve por si mesma eu só lhe dou expediente estou sempre a escrever o poema
a caneta escreve por si mesma eu só lhe dou expediente estou sempre a escrever o poema que um dia se fará presente Riz de Ferelas
de migalha em migalha me tornei furacão
a mesma força que faz a galáxia girar está dentro de nós
a estrela mais distante do universo é a estrela na qual eu mais penso
eternas luzes do norte, onde está meu coração
amigo, chore é um portão que se abre sua lágrima que corre
amigo, chore é um portão que se abre sua lágrima que corre Riz de Ferelas
aquilo que deixamos de falar um ao outro ninguém poderá dizer por nós Riz de Ferelas
aquilo que deixamos de falar um ao outro ninguém poderá dizer por nós Riz de Ferelas Livro de poesia Inverno do Coração
e quando a primavera chegar vai ser tempo de amar de novo
mãos que escrevem mãos que curam Riz de Ferelas
os versos que vi em teus olhos são iguais aos que vi nas estrelas
fantasmas das avenidas dos corações partidos mostrem-me um amor,
fantasmas das avenidas dos corações partidos mostrem-me um amor, um amor no qual eu acredito
se o amor fosse feito de carvalho haveria nele uma marca de todas as vezes que eu não desisti Riz de Ferelas
você é uma âncora e eu estou afundando por gostar de você
o que levo é o que tenho na memória eu esqueço como o vento na estrada Riz de Ferelas
desde que as coisas mudaram tenho estado em um eclipse todos estão perto de mim
desde que as coisas mudaram tenho estado em um eclipse todos estão perto de mim mas é como se ninguém me visse Riz de Ferelas Livro de poesia Inverno do Coração