Mundo de poeta
So de tocar em tudo
Com tudo acabo
Ao som de baco
Bom de mais pra ser um cara ruim
Ruim de mais pra ser um cara bom
Desculpe ter de repetir
Não tenho mais pra onde fugir
Eu só posso escrever
E esperar humildemente
Que você leitor
Possa meu poema ler
Mas não me arrependo
Deste poema escrever
Como é ?
Ver o mundo girar e simplesmente não conseguir acompanhar
Ter pernas e não correr
Ou querer olhar e não consiguir ver
Como é ?
Deixar passar pelos seus dedos
E so observar
Sei oque tenho que fazer
Então por que simplesmente n faço?
É realmente
É mais facil escrever
Do que fazer
Mentir
Eu minto pra mim mesmo
Sobre oque sinto
Temo que um dia descubram
Mas oque eu deveria fazer?
Aqueles que amam mentem?
Os que sofrerão contaram a verdade?
É acho que não
Pelo menos não foi em vão
Me acustumei
A falar oque é preciso
Aconselhar
Amar
Chorrar
Tudo é tão facil
Não sei pra onde ir
Não sei quem eu sou
Sou mentiroso
Mentira
Sou estudioso
Mentira
Sou atento
Mentira
Sou seu braço direito
Mentira
Sou quem te encanta
Mentira
Sou poeta
Mentira
Sou idiota
Ou melhor
Sou apenas humano
Viver de versos
Rima sem tema
Viver de poema
Um barco que não rema
Que veleja
Então veja
Terrra a vista
Até onde a vista alcançar
Poderei rimar
Rimo a todo tempo
Passatempo
E não vejo o tempo passar
Sem antes rimar
Formado de coração
Nesta humilde profissão
Estive atento
Neste emprego
Mereço um aumento
Mesa redonda
A igualdade está no ar
Pensar sem maldade
Arde meu peito
Essa mesa não é mas a mesma
Sinto que não tenho o direito de reclamar
Direto no peito, uma flecha?
Medo, angústia, não
Era so a realidade
Me mostrando a desgraça da verdade
Sentei na cadeira com graça
Me apoiei a mesa de graça
Me acustumei, diria que me apeguei
E naquele dia o ultimo dia da mesa
Eu iria sentar, te escutar
Em prol da igualdade
Achei que pensasemos da mesma forma
Sentei na cadeira quebrada
A mesa rabiscada
Com formalidade
A forma da realidade
Nenhuma palavra foi dita
Sabia que aquele não era o meu lugar
Naquela mesa
Ela não me disse uma palavra
Aquela que me deu confiança
Me expulsara com um simples gesto
Sono?
Mais uma vez
Me deitei e não o encontrei
Querido sono
Sono pesado
Que não tenho faz tempo
O passado, me diz algo
Algo inédito, que não me deixa dormir
Não diria ansiedade
Talvez saudade
Meu coração bate lentamente
Quase indecente
Meus pensamentos sem rumo
Sem significado, me deixa angustiado
Durmo e acordo
Ciclo que odeio
E creio que se repetirá
Pela angústia do recomeçar
Capela
Maldita capela
Das coisas das quais odeio
A morte é a pior delas
Chorro descontrolado
Olhar desanimado
Pessoas das quais amo
E odeio
Estaram reunidas aqui
Olharam para o cachão
Com dor no coração
Não aguento os chorros
E me odeio por não chorrar
Rostos tristes
E falecidos
Me perdoem
QI de poeta
Unidade de medida
Mente fechada
Uma fachada
Burro é quem se acha esperto
Vocês vivem de lema
Eu de poema
Olhe pro teto
Pense no mundo
Olhe pro mundo
Pense no teto
Esteja aberto
Ao olhar de poeta
Da água pro vinho
Que hoje me completa
Monalisa |
Conhecida pela sua imagem
Eles apreciam sua beleza
Ninguém sabe seu nome
Culpa de seu pintor
Que pintou o amor
Ou melhor "a beleza"
Leveza em seus traços
Tipico de famoso
Mas só?
Só veem sua beleza
Que já foi julgada e admirada, exageramente
Em pensamentos onipotentes
Mas queria eu
Conhecer a verdadeira imagem
Que a sociedade diz que conhece
Pão
As migalhas de Pão
Eu como em vão
Pra matar a fome
Distraio a mente
Que mente pra agonizar
Pois já me usaram por inteiro
Um erro
E só me sobram migalhas
Espalhadas
E a fome que sinto
Sobre elas minto
Dor
Um sentimento que vem com o tempo
Como a luz no escuro te deixa atento
Mas ainda sim te ilumina
Te faz de uma menina uma mulher
De homem a criança
Deixa uma duvida no ar
Como se fosse dificil respirar
Moça
Nunca vi um garoto tão feliz
Encantado
Estava observando
Ou melhor;
Admirando seus olhos
Amo quando você me canta
Pena que não sou quem te encanta
Gosto de olhar em teu rosto
Pronto a julgar
Procuro defeito
Por que é tão dificil encontrar?
Me encontro disperso
Preso em verso
Esperando você a minha carta entregar
Aonde estou?
Se eu sumir
Me procure sentado
Não porque sou preguiçoso
Pois estarei preucupado
Em meus humildes poemas
Mas peço que por favor não me julgue
Tento fazer meu ultimo poema
Mas não consigo
Sou entranho com sentimento
Dentro de casa
Ou na rua
Aonde os versos me provocarem
Deixo os sabios explicarem
Mas nunca explanarem
O real motivo de ser poeta
Eduarda Vitoria ||
Sua carta me deixou aveso
Um pouco travesso
Mas sem duvidas
A melhor coisa que já li
Me senti obrigado a escrever, pra não esquecer
Das poucas vezes que procurei algo
Todas foram
Não!!!
Sempre foram superficiais
Mas dessa vez foi diferente
Um sol ardente sabe ?
Que "ilumina o meu dia"
Mas que não se atreve a queimar minha pele
Me coça, arranha
Mas não me machuca
Obrigado moça
Por me mostrar
O mundo da poesia mais uma vez
De C.H para E.V
Pecado
Ato ou ação
Ainda errado
Pasto
Gado abalado
Pelo homem
Pede perdão
Homem com ganancia
Não se sente amado
"sentiu apenas solidão
Ja fechou teu coração "E.V
Acabado pela gula
Viciado em pecado
Um pastor de ovelhas
Ovelhas negras
amor
o amor é uma droga, que vicia, alucina
me alucinei em você, mas, e aquelas que amei?
será que lembram de mim?
você deixaria de pensar em mim?
se viciaria em mim? assim como me viciei em você
me tornei dependente mas, cheguei a conclusão que;
amar é realmente uma droga
Poeta |
Frases de um poeta
De mente aberta
Ja escutou muito
Mas continua bruto
Tempero pra vida
Paladar ativo
Boca fechada
Poeta vivo
Se solta em versos
Preso até onde a linha aguentar
Aos seus gostos
Morrerá
Mas ainda a muito a rimar
primeiro
desabafe comigo vamos.
quem foi que entrou na sua vida?
e te deixou assim
em divida, em duvida
você duvida dele, ama ele, odeia ele?
você entende oque sente?
sente a divida que ele deixou no seu coração?
as perguntas não fazem diferença
mas, quem será o primeiro? a te livrar
você já livrou alguém?
(eu adoraria livrar suas dores amor)
eixo
aquela linha imaginaria
que separa o amor e a dor
eles precisam estar separados?
essa linha reta se chama desejo
você aguenta atravessar? e me desejar
você quebraria esse eixo?
que circula nosso amor
Memoria
Memoria distinta que me intriga
E se eu esquecer
Um pincel sem tinta
E meu quadro ja não é mais o mesmo
Idiota que tem que ver para crer
Que não se lembra da memoria sincera
Que através da morte se encerra
Antes de morrer poderei pintar?
Pintar o mar em minha mente
Calmo como as historias que ouço
Das memorias de quem ja viveu mais do que eu
Farei questão de lembrar
E nunca deixar acabar
E as memorias que gravaram em mim
Não iram ter um fim
Meu, repito só meu, humilde poema
Estou calado
Diante de vozes
E comandos
Arruinado
Me sinto estragado
Agora o porque
Eu já não ligo mais
Não posso correr atrás
Ô poema
Me leva
Eleva meus sentimentos
Pois estas sozinho
Me faz querer escrever
Pra esquecer
Pois só de pensar em lembrar
Que estou sozinho
Me sinto assim
E o porque
Disso tudo
Tenho que dizer
Que é porque
Desejei te escrever
Poema que eu amo ler
Luz
Desfoca o meu olhar
Que não consegue te observar
Oh grande luz que chama atenção
Iluminai o meu coração
Nessa devasta escuridão
Dessa luz não olharei
Pois toda luz se apaga
Sou incapaz de deixá-la acessa
O desgraça de luz
Deixe-me me acostumar com a escuridão
infinito
Cansei deamar odiar
Se apixonar desprezar
Mas não de rimar
Em um
Infinito finito
Meu ato de desabafo
Bafo sobre o vidro
Ao olhar o horizonte
Talvez o mar, mas
Não consigo deixar de pensar
Em
Infinitos finitos
Poemas
Vicio
Passei a me viciar em amar
Me viciei em você
Ao te observar
Me viciei em viver
So pra te ver
Te perdi
Perdi meu vicio
meu motivo pra acordar
E so pensar que não tem mais nada
Me viciei em lembrar em
Como foi bom te amar