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Frases de Rikenatorr

83 frases

⁠Mundo de poeta So de tocar em tudo Com tudo acabo
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⁠Mundo de poeta So de tocar em tudo Com tudo acabo Ao som de baco Bom de mais pra ser um cara ruim Ruim de mais pra ser um cara bom Desculpe ter de repetir Não tenho mais pra onde fugir Eu só posso escrever E esperar humildemente Que você leitor Possa meu poema ler Mas não me arrependo Deste poema escrever

⁠Mentir Eu minto pra mim mesmo Sobre oque sinto
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⁠Mentir Eu minto pra mim mesmo Sobre oque sinto Temo que um dia descubram Mas oque eu deveria fazer? Aqueles que amam mentem? Os que sofrerão contaram a verdade? É acho que não Pelo menos não foi em vão Me acustumei A falar oque é preciso Aconselhar Amar Chorrar Tudo é tão facil Não sei pra onde ir Não sei quem eu sou Sou mentiroso Mentira Sou estudioso Mentira Sou atento Mentira Sou seu braço direito Mentira Sou quem te encanta Mentira Sou poeta Mentira Sou idiota Ou melhor Sou apenas humano

⁠Viver de versos Rima sem tema Viver de poema
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⁠Viver de versos Rima sem tema Viver de poema Um barco que não rema Que veleja Então veja Terrra a vista Até onde a vista alcançar Poderei rimar Rimo a todo tempo Passatempo E não vejo o tempo passar Sem antes rimar Formado de coração Nesta humilde profissão Estive atento Neste emprego Mereço um aumento

⁠Mesa redonda A igualdade está no ar Pensar sem maldade
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⁠Mesa redonda A igualdade está no ar Pensar sem maldade Arde meu peito Essa mesa não é mas a mesma Sinto que não tenho o direito de reclamar Direto no peito, uma flecha? Medo, angústia, não Era so a realidade Me mostrando a desgraça da verdade Sentei na cadeira com graça Me apoiei a mesa de graça Me acustumei, diria que me apeguei E naquele dia o ultimo dia da mesa Eu iria sentar, te escutar Em prol da igualdade Achei que pensasemos da mesma forma Sentei na cadeira quebrada A mesa rabiscada Com formalidade A forma da realidade Nenhuma palavra foi dita Sabia que aquele não era o meu lugar Naquela mesa Ela não me disse uma palavra Aquela que me deu confiança Me expulsara com um simples gesto

⁠Sono? Mais uma vez Me deitei e não o encontrei
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⁠Sono? Mais uma vez Me deitei e não o encontrei Querido sono Sono pesado Que não tenho faz tempo O passado, me diz algo Algo inédito, que não me deixa dormir Não diria ansiedade Talvez saudade Meu coração bate lentamente Quase indecente Meus pensamentos sem rumo Sem significado, me deixa angustiado Durmo e acordo Ciclo que odeio E creio que se repetirá Pela angústia do recomeçar

⁠Capela Maldita capela Das coisas das quais odeio
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⁠Capela Maldita capela Das coisas das quais odeio A morte é a pior delas Chorro descontrolado Olhar desanimado Pessoas das quais amo E odeio Estaram reunidas aqui Olharam para o cachão Com dor no coração Não aguento os chorros E me odeio por não chorrar Rostos tristes E falecidos Me perdoem

⁠QI de poeta Unidade de medida Mente fechada
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⁠QI de poeta Unidade de medida Mente fechada Uma fachada Burro é quem se acha esperto Vocês vivem de lema Eu de poema Olhe pro teto Pense no mundo Olhe pro mundo Pense no teto Esteja aberto Ao olhar de poeta Da água pro vinho Que hoje me completa

⁠Monalisa | Conhecida pela sua imagem Eles apreciam sua beleza
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⁠Monalisa | Conhecida pela sua imagem Eles apreciam sua beleza Ninguém sabe seu nome Culpa de seu pintor Que pintou o amor Ou melhor "a beleza" Leveza em seus traços Tipico de famoso Mas só? Só veem sua beleza Que já foi julgada e admirada, exageramente Em pensamentos onipotentes Mas queria eu Conhecer a verdadeira imagem Que a sociedade diz que conhece

⁠Pão As migalhas de Pão Eu como em vão
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⁠Pão As migalhas de Pão Eu como em vão Pra matar a fome Distraio a mente Que mente pra agonizar Pois já me usaram por inteiro Um erro E só me sobram migalhas Espalhadas E a fome que sinto Sobre elas minto

⁠Moça Nunca vi um garoto tão feliz Encantado
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⁠Moça Nunca vi um garoto tão feliz Encantado Estava observando Ou melhor; Admirando seus olhos Amo quando você me canta Pena que não sou quem te encanta Gosto de olhar em teu rosto Pronto a julgar Procuro defeito Por que é tão dificil encontrar? Me encontro disperso Preso em verso Esperando você a minha carta entregar

⁠Aonde estou? Se eu sumir Me procure sentado
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⁠Aonde estou? Se eu sumir Me procure sentado Não porque sou preguiçoso Pois estarei preucupado Em meus humildes poemas Mas peço que por favor não me julgue Tento fazer meu ultimo poema Mas não consigo Sou entranho com sentimento Dentro de casa Ou na rua Aonde os versos me provocarem Deixo os sabios explicarem Mas nunca explanarem O real motivo de ser poeta

⁠Eduarda Vitoria || Sua carta me deixou aveso Um pouco travesso
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⁠Eduarda Vitoria || Sua carta me deixou aveso Um pouco travesso Mas sem duvidas A melhor coisa que já li Me senti obrigado a escrever, pra não esquecer Das poucas vezes que procurei algo Todas foram Não!!! Sempre foram superficiais Mas dessa vez foi diferente Um sol ardente sabe ? Que "ilumina o meu dia" Mas que não se atreve a queimar minha pele Me coça, arranha Mas não me machuca Obrigado moça Por me mostrar O mundo da poesia mais uma vez De C.H para E.V

⁠Pecado Ato ou ação Ainda errado
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⁠Pecado Ato ou ação Ainda errado Pasto Gado abalado Pelo homem Pede perdão Homem com ganancia Não se sente amado "sentiu apenas solidão Ja fechou teu coração "E.V Acabado pela gula Viciado em pecado Um pastor de ovelhas Ovelhas negras

⁠Poeta | Frases de um poeta De mente aberta
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⁠Poeta | Frases de um poeta De mente aberta Ja escutou muito Mas continua bruto Tempero pra vida Paladar ativo Boca fechada Poeta vivo Se solta em versos Preso até onde a linha aguentar Aos seus gostos Morrerá Mas ainda a muito a rimar

⁠primeiro desabafe comigo vamos. quem foi que entrou na sua vida?
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⁠primeiro desabafe comigo vamos. quem foi que entrou na sua vida? e te deixou assim em divida, em duvida você duvida dele, ama ele, odeia ele? você entende oque sente? sente a divida que ele deixou no seu coração? as perguntas não fazem diferença mas, quem será o primeiro? a te livrar você já livrou alguém? (eu adoraria livrar suas dores amor)

⁠Memoria Memoria distinta que me intriga E se eu esquecer
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⁠Memoria Memoria distinta que me intriga E se eu esquecer Um pincel sem tinta E meu quadro ja não é mais o mesmo Idiota que tem que ver para crer Que não se lembra da memoria sincera Que através da morte se encerra Antes de morrer poderei pintar? Pintar o mar em minha mente Calmo como as historias que ouço Das memorias de quem ja viveu mais do que eu Farei questão de lembrar E nunca deixar acabar E as memorias que gravaram em mim Não iram ter um fim

⁠Meu, repito só meu, humilde poema Estou calado Diante de vozes
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⁠Meu, repito só meu, humilde poema Estou calado Diante de vozes E comandos Arruinado Me sinto estragado Agora o porque Eu já não ligo mais Não posso correr atrás Ô poema Me leva Eleva meus sentimentos Pois estas sozinho Me faz querer escrever Pra esquecer Pois só de pensar em lembrar Que estou sozinho Me sinto assim E o porque Disso tudo Tenho que dizer Que é porque Desejei te escrever Poema que eu amo ler

⁠Luz Desfoca o meu olhar Que não consegue te observar
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⁠Luz Desfoca o meu olhar Que não consegue te observar Oh grande luz que chama atenção Iluminai o meu coração Nessa devasta escuridão Dessa luz não olharei Pois toda luz se apaga Sou incapaz de deixá-la acessa O desgraça de luz Deixe-me me acostumar com a escuridão