Cabe a todo cidadão a incumbência na preservação da história popular, religiosa e social local de cada lugar. A nossa indiscutível rica diversidade cultural e artística nacional brasileira é composta pelo conjunto das tradições comunitárias tradicionais e originais de cada grupo, que devem ser preservadas em registro para as próximas gerações pelas municipalidades de cada região. Na mesma direção, por sua vez, cabem as secretarias estaduais de cultura a gestão, a promoção e o incentivo para estas ações fortalecedoras da nossa historia, soberania e identidade. Da mesma forma que por meio das indústrias criativas locais desenvolvam uma economia turística, celebrativa e educacional sustentáveis fortalecendo e atualizando ainda mais nossa história cultural e tradição.
Se a cultura brasileira for levada a serio pelo governo cultural como ferramenta ágil de educação, inclusão, civismo e cidadania resultará em votos em todas as suas múltiplas plataformas. O que a cultura nacional não quer, é se sentir esquecida e vendida a um preço baixo camuflado por agentes politiqueiros alienígenas que vivem por oportunismo no entorno do meio que só aparecem nas proximidades de eleição. A politicagem partidárias é a contra-mão da vocação da cultura, que privilegiam fantoches de gabinetes escolhidos sem critério e esquecem da população criativa que distingue diuturnamente a imensa diversidade artística e cultural da nação.
O povo trabalhador brasileiro não busca esmolas nem migalhas do poder publico que esbanja recursos públicos em politicagens de partidos. O povo trabalhador roga ao estado, por trabalho, maiores oportunidades, digna moradia, saúde, escolas e o minimo de segurança para que possam exercer a cidadania diante da liberdade de escolhas. O Brasil é e sempre foi uma nação rica, o seu povo uma nação crescente de miseráveis e os veteranos e sempre iguais políticos de influencia uma legião de perversos amotinados que fazem mau uso da coisa publica em prol de suas pessoais vergonhosas vantagens, enriquecimento ilícito e privilégios.
Seculo XXI e nossas meninas mulheres sem medo de serem bonitas, sexy, intelectuais, esclarecidas, feministas e competitivas perante o mercado de trabalho e dos saberes mas quando buscam o lar pela maternidade esquecem de tudo e retomam as velhas maldiçoes familiares e os erros da antiga nascente geração das filhas criadas por um só lado de nossa previsível classe media. Casamentos breves, sonhos ao vento, viver o momento, relacionamentos unitários, maternidade independente, escolhas erradas e equivocadas continuidades. Parece mesmo que precisam repassar a infelicidade da mesma forma para esta nova geração, outra vez. Tanto falaram como era fácil ser feliz e fazem infelicidades igualmente, outra vez. Evolução repetitiva de erros. Enfim...
Na arte o hiato é sempre o fato inesperado de um diferente pensamento que vira um movimento gestual autônomo que corta o ato continuo, interrompe a cadencia repetitiva e previsível dentro da mais obvia resolução da criação na atmosfera gravitacional criativa. Comumente chamado entre os artistas de toque e retoque de mestre.
A maior cadeia arquivada de memoria emocional e espiritual do universo está na água, como se o Grande Oceano liquido, fosse em si o maior banco de dados de toda nossa existência. O planeta Terra é uma coisa do homem e da matéria, estático. O planeta Água é a atmosfera da vida que proporciona a luz, feliz, grata e abundante criação, em eterno movimento. A água fluidificada e energizada desde a remota antiguidade espiritual da humanidade produz por meio de organizações e agrupamentos matemáticos de seus cristais, infinitos efeitos sobre as matérias físicas e etéreas segundo suas gravadas e intencionadas emanações.Bebe se na água-liquido o humor e a energia viva do que se proclama.e se mentaliza.
O ópio entre os covardes por encanto de crepom alivia por instantes as piores dores da alma mas o corpo tremulo pende ao lascivo entorpecimento comprometido pelo prazer que se inicia na dor que adoça, no fogo que refrigera, enfraquecendo o pensamento racional até a morbidez incontrolável do espirito edênico cansado que vagueia pelos vazios acinzentados.
Afinal o preto e o branco são cores da razão, o claro e o escuro, a figura e o fundo. A dimensionalidade sem direção esvazia nos muito mais que preenche mas o vazio dificilmente, transborda. Nos inquieta, irrita, silencia, transpira por um suor azedo, sálico e amargo próximo do aroma acre-doce dos corpos ardentes no verão que por onanismo se bastam entre as dobras dos lençóis de dez mil fios egípcios.