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Frases de Ricardo V. Barradas

2.178 frases

Na arte e na cultura mundial do seculo XXI vivemos em tempos de multiculturalismos mas é o Brasil em síntese a própria diversidade, nada em essência primal existe por aqui.
O que é Arte. Em todas as plataformas criativas das faculdades humanas em que o seu autor, interprete e ator desponta se com singularidade do comum existente, por pessoal profissionalismo, dedicação e inovação, ali se encontra a verdadeira alma da arte universal. Não existem limi…
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O que é Arte. Em todas as plataformas criativas das faculdades humanas em que o seu autor, interprete e ator desponta se com singularidade do comum existente, por pessoal profissionalismo, dedicação e inovação, ali se encontra a verdadeira alma da arte universal. Não existem limites para abrangência da arte, os registros, as escolas e os métodos de continuar a se fazer gera uma cultura mas a ação singular, personalíssima e diferenciada de alguém fazer é sempre, arte..

O Brasil só terá um bom governo soberano para os próximos anos e com representantes mais comprometidos com a realidade nacional nas próximas eleições com um maior investimento na educação, na cultura e na cidadania. Sem isto os nomes mudarão sim, mas a ciranda da corrupção entre…
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O Brasil só terá um bom governo soberano para os próximos anos e com representantes mais comprometidos com a realidade nacional nas próximas eleições com um maior investimento na educação, na cultura e na cidadania. Sem isto os nomes mudarão sim, mas a ciranda da corrupção entre os poderes e o flagelo social de uma nação miserável e ignorante, permanecerá.

Não existe um ferreiro de Ogum, Ogum é seu próprio ferreiro e a brasa que queima a forja é Exu, orixá da combustão e das paixões do mundo.Tudo que arde, ama transcendentalmente e queima é Exu. Difícil separar o que é de um e o que é do outro nesta fraternidade, dualidade e comuni…
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Não existe um ferreiro de Ogum, Ogum é seu próprio ferreiro e a brasa que queima a forja é Exu, orixá da combustão e das paixões do mundo.Tudo que arde, ama transcendentalmente e queima é Exu. Difícil separar o que é de um e o que é do outro nesta fraternidade, dualidade e comunicação em terras de Oxalá.

Sobrevivente por mais um dia de moderada alegria e sem ilusão, é a proclamação mais forte de uma existência persistente de seu jeito de viver. Quem tudo ama quem tudo sente homeopaticamente por fraqueza emocional na normal possibilidade de um dia, de perder las. A criança esperta…
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Sobrevivente por mais um dia de moderada alegria e sem ilusão, é a proclamação mais forte de uma existência persistente de seu jeito de viver. Quem tudo ama quem tudo sente homeopaticamente por fraqueza emocional na normal possibilidade de um dia, de perder las. A criança esperta que já se defende, vai dormir no melhor da festa, não por soninho mas por que precisa guardar momentos bem alegres para as próximas horas de tristezas. Adoro crianças, mas jamais teria uma. Afinal já morri e nasci tantas vezes, mil e mil vezes. Não teria a minima coragem de hereditar, fazer herdar a um ser com parte de minha alma tosca e sombria e não ter a total certeza que ele teria a minha mesma força e insanidade para recomeçar e reconstruir tudo de novo todas e tantas vezes. Não suportaria ver um fim, deste indefeso ser antes de mim, E eu vou me escondendo, incompreensivelmente dentro de mim, nos quatro cantos do espirito pois toda vez que estou diante do que muito amo e diante do que muito me alegro, me afasto e congelo pois não tenho a minima maturidade e força emocional interior para administrar com clareza a fatal possibilidade de uma hora para outra, perde las. Não somos egoístas seres de fartas insensibilidades, pelo contrario quem vive isto sabe bem, que para certos sensíveis doloridos os fortes sentimentos inegociáveis são como o mais forte entorpecente, levam da euforia aos abismos sombrios da existência,

Em uma alma solitária e carente as confusas expectativas de breves sorrisos fortuitos sem compromissos na alma são como o mais forte dos entorpecentes que alimentam por falsa esperança de sonhos infinitos impossíveis, mais uma vez na vazia realidade do que não existe. Todo inquie…
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Em uma alma solitária e carente as confusas expectativas de breves sorrisos fortuitos sem compromissos na alma são como o mais forte dos entorpecentes que alimentam por falsa esperança de sonhos infinitos impossíveis, mais uma vez na vazia realidade do que não existe. Todo inquieto que busca o que não sabe, que vive com vazio na alma por insólita nevralgia deve policiar se das tao maléficas insanas euforias. O estado morno de viver, que parece que não é o certo, se basta e o preserva e tira do raio de ação fulminante e flamejante da cada vez mais forte abominável e inevitável depressão. O coração inseguro de quem pouco se ama, volta e meia se engana e se perde por breve ilusão nestes labirintos.

Conhece a ti mesmo, o convite a reflexão encimado no Templo de Delfos perde com o tempo a singularidade, perde a busca individual e personalíssima. Posteriormente a Gnose recupera mas entre o auto conhecimento entre Deus e cada pessoa. A filosofia moderna relativa tudo e cada eu,…
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Conhece a ti mesmo, o convite a reflexão encimado no Templo de Delfos perde com o tempo a singularidade, perde a busca individual e personalíssima. Posteriormente a Gnose recupera mas entre o auto conhecimento entre Deus e cada pessoa. A filosofia moderna relativa tudo e cada eu, o ser com o conhecimento pessoal passa a ser e ter uma imensa subjetividade e relatividade perante seu meio. O caminho da racionalidade afasta nos da essência o Eu se fragiliza. Uma racionalidade que vive em paramentos de dualidade do celebro e do computador, acredita se em uma corrente binaria igualitária. Em suma ou é ou não é, ou é zero ou um. A neurociência e a proliferação das imagens e mensagens do mundo virtual tanto por ser uma ciência que promete de certa forma inconsistente o exercitar constante de nossas novas funções natas a cada individuo de diferentes culturas nos mais diferentes meios.

Quem sou eu... ou o que eu realmente sou, gosto e faço ou simplesmente sou, por que eu pratico, faço e uso impulsivamente, compulsivamente sem pensar por que existe. Quem sou eu isoladamente ou eu sou sempre pelo que caminho na cultura de massa, aliciado permissivo pelas proposta…
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Quem sou eu... ou o que eu realmente sou, gosto e faço ou simplesmente sou, por que eu pratico, faço e uso impulsivamente, compulsivamente sem pensar por que existe. Quem sou eu isoladamente ou eu sou sempre pelo que caminho na cultura de massa, aliciado permissivo pelas propostas virtuais, pelas áudio-imagens oferecidas e engulo as propostas como produtos e subprodutos de consumo em meu tempo que me afastaram cada vez mais de minha particular identidade e singularidade.

O pensamento caminha por perguntas, e as perguntas se desdobram em novas sub perguntas principalmente dentro da subjetividade das respostas cabíveis dentro dos diferentes hiatos de espaço e tempo.O mundo moderno dentro da busca do pensamento é uma crise de subjetividade mas as tr…
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O pensamento caminha por perguntas, e as perguntas se desdobram em novas sub perguntas principalmente dentro da subjetividade das respostas cabíveis dentro dos diferentes hiatos de espaço e tempo.O mundo moderno dentro da busca do pensamento é uma crise de subjetividade mas as tradições, sabedorias e religiões antigas tem muitas delas respostas pre estabelecidas mas a grande totalidade não tem as respostas exatas para o auto encontro das respostas de salvação de si mesmo para o tempo e dimensão exata em que vivemos.O pensamento de Descartes dentro da melancolia que diz , penso logo existo mas não responde o nosso eu e reformula a grande pergunta dentro da modernidade....nos estamos nos conhecendo mesmo nos afastando do solitário e singular, eu.

Os melhores e mais fantásticos contos sobre os banais fatos de minhas tantas existências e caminhadas em busca de mim entre os prediletos sou eu mesmo que invento. Fantasio, divinizo e enriqueço com mil detalhes bem antes mesmo que eu esqueça cada proposital enlace. As mais profu…
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Os melhores e mais fantásticos contos sobre os banais fatos de minhas tantas existências e caminhadas em busca de mim entre os prediletos sou eu mesmo que invento. Fantasio, divinizo e enriqueço com mil detalhes bem antes mesmo que eu esqueça cada proposital enlace. As mais profundas verdades semeio em natura para meu amados imperfeitos, marginais do ócio e diferentes eleitos, escolhidos por amor dedo a dedo por mim, por terem cada um a sagacidade do descredito em quase tudo que dizem e possam vir a dizerem e acrescentar um tanto mais, mais visivelmente absurdo por carinho e respeito a mim. Rejubila me na alma criativa quando ouço de forma diferente alguma parte de certo fato, boato e historia inverídica que eu mesmo inventei. São as doces lendas urbanas que povoam e convidam aos bem aventurados menos experientes e não críticos de coerência, a duvidarem entre si, do real e transmutante poder operante das fatalidades, como se por um verbo de magica, tudo que acontece, por profecia já estava escrito para acontecer da exata forma que eu mesmo inventivamente criei.Mentiras, mentiras, repetidamente ditas de tantas maneira que por justiça alheia começam a abalarem as tantas porcas e falsas verdades impostas de forma rude e cruel aos comuns. São as palhas de aço que começaram a entupir os esgotos e os bueiros das regiões vizinhas que cercavam o improdutivo e estorvo terreno que para nada servia. E hoje enfim descoberto que são limalhas naturais da erosão dos ventos que refrigeram o cume mais alto de uma das maiores jazidas de ferro do planeta, vendida hoje mesmo por um trabalhador que tem por coincidência seu mesmo nome, agora não mais um João ninguém e sim um Doutor rico por teimosia e persistência, com uma confortável fortuna de algumas centenas de milhares de dólares. As capelinhas simples encontro sempre nos lugares devocionais dos ricos pois as majestosas e suntuosas catedrais da fé estão sempre edificadas bem perto das comunidades bem pobres e miseráveis.

Todo dezembro no hemisfério sul de nosso planeta é mais que o Natal comercial ou religioso, é o mês dia mais longo do ano, é a festa do sol, início do verão, tempo de queimar as dores das tentativas que não fomos felizes e revigorar a esperança para buscarmos a felicidade outra v…
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Todo dezembro no hemisfério sul de nosso planeta é mais que o Natal comercial ou religioso, é o mês dia mais longo do ano, é a festa do sol, início do verão, tempo de queimar as dores das tentativas que não fomos felizes e revigorar a esperança para buscarmos a felicidade outra vez. A plenitude é a única verdadeira vocação natural sobre tudo que vive, mas ao seu próprio espaço e tempo. Amém.