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Frases de Renata Lessa

41 frases

Como será a felicidade de estar contigo? Qual o sabor que ela tem? Gosto de coisa madura, suave, macia... Sabor delicioso e jamais sentido... Gostinho de quero, queremos muito mais... Aroma marcante que fica impregnado na pele e que desdobra os sentidos em tantos outros vários. S…
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Como será a felicidade de estar contigo? Qual o sabor que ela tem? Gosto de coisa madura, suave, macia... Sabor delicioso e jamais sentido... Gostinho de quero, queremos muito mais... Aroma marcante que fica impregnado na pele e que desdobra os sentidos em tantos outros vários. Sensaçao do frescor de uma manhã de primavera, emoções no calor do verão de 40 graus. Degraus subidos, inesperado já passado, futuro do presente que Deus nos abençoou. Ahhh, como eu quero isso tudo, como eu te quero muito...

Só Mais uma vez A mente
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Só Mais uma vez A mente Teimando em ser Feliz, novamente Somente. Se mente, Mente que germina Semente – Poda, arranca, corta, Sem ao menos nascer. Água fria, Letra morta. E tudo volta a ser O ser, somente Sozinha, mentira Só mente, que sente O ser que foi Sem ao menos ser.

Namorados E foi assim Despretensiosamente, de repente
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Namorados E foi assim Despretensiosamente, de repente Bastou um sorvete, uma capivara, um copo plástico de água, um "sim" Para eu gostar de você, e você apostar em mim Duas vidas transformadas Duas almas encontradas, encantadas No encanto do primeiro amor tardio No adiantar das horas, na hora certa, de um novo dia Amor verdadeiro, insistente, envolvente Amor de amigos, de companheiros, de namorados Amor bastante, o suficiente, Na insuficiência insatisfeita de dois amantes A acertar finalmente, pela vontade da vida inteira A joia maior - o brilhante A brilhar olhos e caminhos, entrelaçados destinos A continuar, prosseguir, vida inteira, adiante. A perfazer-se, eternamente, na vida da gente.

Sexta-feira Esperar... Aguardar... A guardar a vontade de falar, expressar
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Sexta-feira Esperar... Aguardar... A guardar a vontade de falar, expressar Expressão da vontade verdadeira Na verdade inquietante de uma sexta a noite Na noite a vagar, sem contentar-se A complementar-se com a presença, o presente Do ser que sente o que mais se consente, na mente, como demente Na loucura de esperar pelo amor tão latente Contente, na frente, da tela, a vagar Na vaga cativa do coração que consente, pra sempre, você ficar.

Colorido Vejo em minha frente um punhado de canetinhas coloridas, a apunhalar como faca afiada sonhos que desafinaram, viraram escuridão ao arco íris de outrora; a ignorância do silencio latente; você ausente, muito diferente, agora. A difícil tarefa de dizer adeus, ante a tant…
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Colorido Vejo em minha frente um punhado de canetinhas coloridas, a apunhalar como faca afiada sonhos que desafinaram, viraram escuridão ao arco íris de outrora; a ignorância do silencio latente; você ausente, muito diferente, agora. A difícil tarefa de dizer adeus, ante a tanto vivido; mais do que palavras, sentimentos cortados, momentos aflitos, agora, em conflito. Carência a oitava potência, impotente ao infinito. No meu coração o palpite, palpita, ressuscita, ao ter que, por terra, enterrar sonhos manuscritos em linhas fortes, às nossas mãos tão firmes. A desmoronar, a apagar o que em colorido fora escrito, e jamais prescrito.

Encontros errados nas horas certas, encontros certos em horas erradas... E errantes são maioria, errantes fomos nós, até acertarmos o nosso relógio da vida, na hora certa, hora de Deus, para o nosso encontro. Enquanto muitos e tantos buscam o amor, este nos foi entregue de mãos b…
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Encontros errados nas horas certas, encontros certos em horas erradas... E errantes são maioria, errantes fomos nós, até acertarmos o nosso relógio da vida, na hora certa, hora de Deus, para o nosso encontro. Enquanto muitos e tantos buscam o amor, este nos foi entregue de mãos beijadas, a beijar com doçura e delicadeza nossas almas e corações.

O que eu mais quero Renata Lesa, 11/05/14 O que eu mais quero
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O que eu mais quero Renata Lesa, 11/05/14 O que eu mais quero É fazer de você o homem mais feliz do mundo Ser a mão estendida sempre, a te segurar A mesma mão que afaga seu cabelo e corpo A mão entrelaçada a nos unir, completar O que eu mais quero É ser-lhe sempre a alegria que merece E levar para longe a tristeza que não lhe pertence Ser a presença física e espiritual desse amor que nos enlaça Ser o elo mais forte que nos une, abraça Duas vidas numa só, tão somente O que eu mais quero É ser sua amiga, namorada, esposa, mulher, mãe, confidente Ser a referencia feminina completa, a completar a vida Na cumplicidade persistente de dois seres, em par Impar na vida de nós dois, a modificar A referência de vida, o referencial do amor, para sempre.

Feliz (Renata Lessa, em 28-04-14) Feliz daquele que na vida encontra e reconhece o amor, que desabrocha feito flor, em meio a um mundo cruel e tão cheio de espinhos;
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Feliz (Renata Lessa, em 28-04-14) Feliz daquele que na vida encontra e reconhece o amor, que desabrocha feito flor, em meio a um mundo cruel e tão cheio de espinhos; que teimoso como é, não larga a mão do que se quer, se pretende; na infinita pretensão de estar sempre presente, presente recebido e ungido; feito óleo que escorre e penetra à pele, flor da pele de quem ama e é amado fato mais pleno - ser abençoado, a abençoar essa força maior e dar-lhe vida, a vida em festa a estar e ser somente o que se sente, sentimento aflorado, a flor da idade, seja em que idade for; quer seja novo, quer seja velho... ora, mas não há velhice para o amor! Seres sempre adolescentes, inocentes, na malícia de amar e desaguar sentimentos mais fundos, profundos e latentes; que deveras nos devora e engole a seco, na fonte inesgotável do amor água límpida a nos limpar o corpo e alma água que escorre pelos olhos de emoção É.. feliz daquele que na vida encontra e reconhece o amor tão rara joia que nos ilumina e nos torna caros na carência suprida pelas caricias cumpridas a cumprir-se, nesta vida, o maior bem do universo agora dito em prosa, em verso, a de eterno o AMOR.

Presente Renata Lessa (21/09/2012) Ser ou não ser dois, sermos nós?
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Presente Renata Lessa (21/09/2012) Ser ou não ser dois, sermos nós? Questão difícil? Sei não... Sei que é cedo, mas o tempo urge, Surge sorrateiro, vem e vai-se brejeiro Escapando às nossas mãos. Não há tempo certo, não há razão. O momento é agora, não espera não. O agora é passageiro, ligeiro. E o agora é hoje, a vontade surge Assim como o sentimento. Aumenta, acrescenta, Mais força e vontade à alma, no coração. A vida que se vive hoje Não a mesma que a de ontem. Assim como o tempo, e efêmera - Não demora, vai-se embora. Está mais do que na hora, venha então. Viver tem pressa, não espera não. Imprevisível, como o tempo O sentimento chega, transpassa Entrelaça num segundo e embaraça Duas vidas num nó cego, Pra enxergar a vida com mais graça, O futuro com contentamento. Vida que do nada em outra surge, Contamina, arrebata. Mas que nada! Maktub! Estava escrito, previsto, previsívelmente desenhado Na total imprevisibilidade das linhas do acaso, De um caso muito bem pensado. E do nada surge tudo. Mas que nada! Maktub! E lá se vai o nada, pra longe do nosso mundo. Mundo tão nosso, tão esperado. À espera de um milagre, já realizado. E o vazio faz-se cheio, Preeenchido de esperanças, lado a lado. E do nada se esvai o medo, Qual água no riacho, correnteza Escorrendo pelo caminho traçado, Temor destroçado, elos formados. A hora é agora, E o agora está do nosso lado. Arriscar-se ao momento, finalmente. Abrir as portas da felicidade - Ventania forte que nos pega de surpresa, Esta tão dolorosamente aguardada, Guardada no peito tristemente desesperado. Sufocada em um mar de lamentos do passado. Passado a limpo, renovado. Presente incerto, hora mais que certa. A nossa hora, a descoberta. Hora de ficar junto, lado a lado. Presente divino, presente esperado. Presente por Deus enviado.

Força de nós dois Da janela da tua alma encontrei a porta do meu porto seguro Das tuas palavras, reencontrei a força
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Força de nós dois Da janela da tua alma encontrei a porta do meu porto seguro Das tuas palavras, reencontrei a força Da tua força, recuperei a garra Da nossa garra, encontramos nós mesmos E nos reencontramos, nos revemos, revertemos E vemos a frente o que não existia atrás Atrás dos sonhos, tão perseguidos Munidos da força e da fé da cada um Um pelo outro, outro mundo, nova vida Vida que se renova, vida a toda prova Prova de que há de se provar o amor Uma vez, ao menos, na vida. ( Renata Lessa)

Livro da Vida - 26-02-14 A página tão esperada A página mais bem escrita
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Livro da Vida - 26-02-14 A página tão esperada A página mais bem escrita O Português correto, tão certo A acertar nossas vidas, pontualmente Em frases tão bem desenvolvidas Assim como esse nosso tenro amor A delinear e delimitar nossas novas vidas A serem escritas e duas mãos, vividas A partir de agora, por toda a vida Num livro abençoado pelo melhor escritor O Criador.

Você é a Festa Renata Lessa, em 15/08/14 Você faz festa em mim.
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Você é a Festa Renata Lessa, em 15/08/14 Você faz festa em mim. Acende as luzes, liga o som, toca-me suavemente. Penetra meu coração, meu corpo, minha alma. Penetra como o mais ilustre convidado, convite único e restrito, sem qualquer restrição em mim, enfim. O começo, o meio, e o sempre, pra sempre, pra sempre, em mim. Simplesmente, tão simples, assim.

Nova Estrada Renata Lessa, em 13/02/15 Assim me vejo hoje
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Nova Estrada Renata Lessa, em 13/02/15 Assim me vejo hoje A foto solitária, fotografia desse instante, insistente, implicante A implicar num caminhar vazio, sombrio, à sombra do que passou, passado A caminhar sozinha à estrada da vida, sem saber o rumo que tomar Tomado o rumo da razão, quem sofre e chora é o coração Cansado de mágoas, de tanto sofrer, jamais de viver, Viver e amar, objeto e objetivo maior de todos, de tudo, em tudo, enfim E que a estrada reverbere, revele-se Ao eterno raiar e despertar do dia O sol a brilhar raios de sanidade, rumo à eternidade De uma vida em que a certeza é o fim Num eterno recomeço Reaprendendo, agora, a voltar a me amar A voltar a gostar de mim.

Por quê? (10/01/15) Por quê, depois de tanto, tanto tempo Depois de tantos alentos, contentos, contentamentos
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Por quê? (10/01/15) Por quê, depois de tanto, tanto tempo Depois de tantos alentos, contentos, contentamentos Não consigo te esquecer? Por quê, depois de tanto sofrimento, lamento Lamento hoje, lamento tantos lamentos, O descontento, o desalento de te abri mão, te perder? Por quê, depois de tanto abrir mão de tudo Ver-te ruir com meu mundo Sigo, teimando, querendo te rever? Por quê? Qual a razão, o motivo? Depois de muitas alegrias, tanto viver Impor-me à condição, condicionada Deveras e ainda aficcionada por você. A razão, o porquê, o motivo só pode ser Apenas um, não mais que um, somente ser Sermos nós, ainda que eu não queira Ainda que tu não queiras, ou não me queiras, um querer O querer do destino, de Deus, do Divino Do amor mais sincero, mais lindo Que jamais morre, jamais irá morrer O amor que existe, persiste, insiste Feito para durar, para sempre, como sempre Que não morre, não se mata, resiste Entre mim e você.