SONETO DO PRESENTE No cárcere do ontem, almas presas, Mágoas e culpas, sombras a vagar,
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SONETO DO PRESENTE No cárcere do ontem, almas presas, Mágoas e culpas, sombras a vagar, E o amanhã, com suas incertezas, Ansiedade e medo a nos cercar. Esquecemos que o agora é o que existe, É nele que pulsamos, que vivemos, E no presente, o coração insiste, É então que em sonhos florescemos. No instante, a vida se revela, É aí que a alegria se esconde, Deixemos o passado, sua cela, E o futuro, com seus medos, responde. Vivamos o presente, sem mais demora, Pois só nele a felicidade se esconde. Roberval Pedro Culpi