Houve um tempo em que a certeza reinava absoluta. Um tempo em que a razão se erguia como muralha, e a verdade parecia sólida, inabalável, eterna.
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Houve um tempo em que a certeza reinava absoluta. Um tempo em que a razão se erguia como muralha, e a verdade parecia sólida, inabalável, eterna. Mas muralhas também caem. Verdades também se desmancham. E aquilo que julgávamos eterno mostra-se frágil, breve, condenado ao próprio peso. Não demorou para que tudo viesse como tempestade: um corte seco, um silêncio que sufoca, um adeus que não pede desculpas, não volta atrás, não deixa brechas para retorno. Bye bye. Até nunca mais.