Depois da queda do nosso amor Tudo veio ao chão de repente. As muralhas não aguentaram
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Depois da queda do nosso amor Tudo veio ao chão de repente. As muralhas não aguentaram O impacto devastador do que a gente fingia ser. O que era promessa virou ruína, Palavras ocas soterradas no silêncio. Nós não suportamos o caos lastimável De insistir onde já não havia verdade. Depois da queda não adianta lamentar. Juntar os cacos não refaz o que morreu. Colar pedaços não devolve o inteiro, O que quebrou por dentro não revive com adeus. Não há ponte, não há volta, Não há fé que sustente o fim. O amor caiu — e ficou no chão, Sem sinal de recomeço em mim. Tentamos chamar de fase, de erro, Mas era o fim pedindo coragem. Às vezes partir não é desistir, É só respeitar a própria dignidade. Hoje não espero nada do que fomos, Nem do que você promete ser. Depois da queda do nosso amor, O resto é aprender a não mais sofrer.