E não me importo se é isso que você queria... Apenas conformo-me! Amo-te: só!
Frases de Rafael Kozechen
71 frases
Afinal, escrever é poesiar o sentimento Parafrasear o que se vive... Partir-me em versos...
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Afinal, escrever é poesiar o sentimento Parafrasear o que se vive... Partir-me em versos... E o que era só palavra floresceu Virou sentido, sei lá o que... Queria até saber!
Vi, hoje Singela borboleta Navegando por entre a brisa
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Vi, hoje Singela borboleta Navegando por entre a brisa Flutuando em sua liberdade Flores, coloridas ou opacas Vales, prédios e tudo o mais Por entre o vidro da janela Só queria te encontrar.
Tecendo na alma, uma infinita calma Burlando regras, talvez preceitos... E assim, sem nenhum preconceito ou pudor, entregamo-nos um ao outro... (à um amor?)
e de tantos anseios, acabo-me envolvendo em receios... Afinal, não é tão simples deixar a pessoa que se gosta. E o futuro é tão incerto. Mas não se espante, pois o certo mesmo
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e de tantos anseios, acabo-me envolvendo em receios... Afinal, não é tão simples deixar a pessoa que se gosta. E o futuro é tão incerto. Mas não se espante, pois o certo mesmo é o sentimento que dedico a ti... E a saudade, mesmo grande, não será suficiente para afogar o meu grito de : Eu te amo!!!
O amor é um tanto esquisito... Alias só o amor não, o sentimento, seja ele qual for! Ficamos tão chateados porque alguém não está disposto a nos oferecer amor, mas isso não é verdade.
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O amor é um tanto esquisito... Alias só o amor não, o sentimento, seja ele qual for! Ficamos tão chateados porque alguém não está disposto a nos oferecer amor, mas isso não é verdade. Estamos tão sedentos por amor, carinho e compreensão que nos esquecemos o quão importante é dar, oferecer, ofertar, doar, doar-se...
E pensar que com uma palavra transformamos tudo. A vida, o rumo, a certeza em dúvida, e tudo muda Tudo muta
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E pensar que com uma palavra transformamos tudo. A vida, o rumo, a certeza em dúvida, e tudo muda Tudo muta E pensar que por vezes podíamos mudar nossas vidas Que por uma palavra sua, ou a falta dela... por uma atitude minha, ou a ausência... eu ainda estou aqui!
Percebo que a efemeridade da proximidade é tão tênue quanto a infinidade da distância
Com os olhos marejados, fito a incerteza dos fatos, a insustentabilidade de atos que não cometi. Miro a falha que nunca aconteceu, mas assola a inconsistência de algo irreal. Atraco-me, desfaço-me...
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Com os olhos marejados, fito a incerteza dos fatos, a insustentabilidade de atos que não cometi. Miro a falha que nunca aconteceu, mas assola a inconsistência de algo irreal. Atraco-me, desfaço-me... Pois a palavra dita me consome e me aflige, corroe-me a alma que, com mãos trêmulas, versa sentidos opostos do que sentia outrora.
Quero teu sorriso sempre a iluminar minha senda Mas se quiseres, se por bem achares que devo me afastar Ficas a vontade. Chama-me num canto
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Quero teu sorriso sempre a iluminar minha senda Mas se quiseres, se por bem achares que devo me afastar Ficas a vontade. Chama-me num canto Beija-me meus lábios, dá-me um abraço e diga-me: Agora, não dá mais...
E, em certos momentos, tornei-me um volantim Numa corda bamba, um andarilho em meus próprios pensamentos.
Muitas vezes, com olhos marejados, supliquei tua presença E o vento, trazendo um segredo teu, sussurrou Confidenciando bem baixinho:
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Muitas vezes, com olhos marejados, supliquei tua presença E o vento, trazendo um segredo teu, sussurrou Confidenciando bem baixinho: Fica tranquilo Porque te amo, meu menino!
Sou pássaro. Voo longe... Nas ideias, nas distâncias, nas ausências... E sempre pouso ao teu lado
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Sou pássaro. Voo longe... Nas ideias, nas distâncias, nas ausências... E sempre pouso ao teu lado E mesmo quando viajo para longe, quando dias longos distante fico; É para teus braços que volto, é em teu ninho que descanso, mesmo achando tantos outros pelos meus caminhos. É sobre seus cuidados que recupero as minhas asas quebradiças e em teu colo macio que curo o meu cansaço... E assim como todo e qualquer pássaro preciso voar... Necessito sentir a brisa entre minhas asas e perceber minhas penas tremendo com o vento, me levando para longe. Mantenha a serenidade... Mantenha a calma, amada minha Pois logo volto! Sempre amor meu, sempre volto!
..é engraçado como sinto falta de algumas pessoas que passaram pela minha vida. De vez em quando a vida me prega peças e as trazem de novo até mim. Um sentimento estranho, algumas rudezas, palavras fora do contexto. Demorei um pouco mas entendi que não era das pessoas que senti…
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..é engraçado como sinto falta de algumas pessoas que passaram pela minha vida. De vez em quando a vida me prega peças e as trazem de novo até mim. Um sentimento estranho, algumas rudezas, palavras fora do contexto. Demorei um pouco mas entendi que não era das pessoas que sentia saudades, mas sim daqueles momentos vividos em tempo idos... E aqueles tempos, meu amigo, desculpem-me mas não voltam mais.
Que bobagem essa... De sentir falta de alguem!
Os ponteiros do relogio passaram passivamente todos os minutos... tudo como deveria ser feito. Se acertando a cada virada dos ponteiros e tambem morro quando tenho de matar minhas vontades!
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Os ponteiros do relogio passaram passivamente todos os minutos... tudo como deveria ser feito. Se acertando a cada virada dos ponteiros e tambem morro quando tenho de matar minhas vontades! E quando um pedacinho de mim que mostrei... me desnudo fiz e foi todo... inteiro.. que me entreguei!
E ainda mendigo as sobras que caem da tua mesa...
... Mas que, eu dentro de toda minha limitacao e diante de toda minha fragilidade, possa eu querer um pouco mais, quiçá ousar... E quem sabe ter de novo o gosto de um beijo teu!
Sem querer me vi escrevendo estas linhas... Sem pretensão nenhuma... Enfim! Percebi que, ressaltando em atos a compreensão dotada outrora, pois pensar dói, mas crescer dói muito mais. E uma certa fuga, para achar-se em paraíso escondido que ainda não foi encontrado.
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Sem querer me vi escrevendo estas linhas... Sem pretensão nenhuma... Enfim! Percebi que, ressaltando em atos a compreensão dotada outrora, pois pensar dói, mas crescer dói muito mais. E uma certa fuga, para achar-se em paraíso escondido que ainda não foi encontrado. Então, diante de colossal preposição, me vi incapaz de insurgir algo diverso do que se fez... Me vi inerte, sem ação, esperando imóvel a próxima reação que estava por vir. E nessa visão intimista, mostrar-se forte e voraz; suficiente para si, creditar em si os débitos insólitos de não ser, mas estar. O que vem depois? Criar, reinventar-se em si a maneira plena de viver. Sem remorso, sem culpa, sem desculpa para ser feliz. A ternura e a brandura ou a fortaleza em rocha flor? Enrugar-se com a alva doçura... Assim, fez aflorar nesse incauto coração um sentimento bom. Emoções difíceis de sustentar, tal qual como o olhar! Quiçá tornei-me prolixo, desculpas peço por tal extensão... E por essas palavras, singelas e diminutas, apenas quis mostrar, sem razão nenhuma, sem motivo algum, que gosto mesmo de você!
Neste momento momento queria tornar-me um salteador Para ter o teu amor comigo e furtar o seu coração Quero perder-me em teu rosto lindo... Pintado de sorrisos...
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Neste momento momento queria tornar-me um salteador Para ter o teu amor comigo e furtar o seu coração Quero perder-me em teu rosto lindo... Pintado de sorrisos... Me sinto tão preenchido com teu amor Mas tão vazio com tua falta Olhando no espelho, meus olhos anuviados esperando te encontrar Sugiro a mim mesmo que saia correndo para em teus braços me jogar Sentir o gosto do beijo, voltar a sentir teu cheiro... Fazer a estrela refletir no mar... Queria sentir as pétalas de rosas dos seus beijos Pois sem você, meus dias estão nublados Esperando que em meus braços você venha se colocar Queria contigo ser sublime E me pego rindo quando percebo que estou pensando em nós Minha mão curiosa a descobrir-te o corpo A invadir-te, cúmplice! Fico apaixonado, enamorado de ti Tento defender-me da tua ausência em silencio velada E entre suspiros, lembro da tua face Meu coração eu dei p'ra ti E daria novamente, quantas vezes fosse possível Pois te amo tanto que é dificil mensurar Por vezes miro o sol poente, imaginando você presente Para minha vida alegrar Ontem, queria mesmo era ficar quietinho, mas aninhado em teu colo, com tua mão a me afagar E quando por fim fechei meus olhos, não consegui ver outra coisa Senão teu rosto... E um medo me invadiu, de não ter mais você comigo estremeci em pensar, não ter mais teu corpo junto ao meu É que sinto tanto sua falta... É que sinto muito sua falta! Havemos de estar juntos, meu amor! E zombaremos da distância E a saudade e a ausência já não fará mais parte de nós.
E pela vitória desse receio, quem dera o que existisse fosse só o anseio de fazer você, nem que fosse por meros instantes, um pouco mais feliz!
Não é mágoa... Não é cobrança, nunca foi! Também não é pirraça... Quem dirá infantilidade... É apenas uma falta que você não quer que eu sinta de você.
Sobre as labaredas... Uma demarcação? Um territorialismo? Uma posse? Talvez seja isso...
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Sobre as labaredas... Uma demarcação? Um territorialismo? Uma posse? Talvez seja isso... Ou quem sabe, aquela labareda, aquela chama que flui do olhar; seja apenas o reflexo do que se passa no âmago, no íntimo. Talvez seja a proporção exacerbada da ínfima centelha brilhante que jaz dentro daquele homem. Talvez seja ele puro, desnudo, desprovido de tudo. É o que sobra dele e só! Nada de mostrar-se ou impor-se. É sua essência na forma mais genuína que se possa ter.
Que bobagem essa, a de gostar de alguém! Que bobagem essa... De sentir falta de alguém! Quiçá pudera sentir novamente o gosto dos teus lábios e olhar a profunda cor dos teus olhos. Quisera eu passear meus dedos sobre teu ventre desnudo e sentir o suave aroma que percebi em tua…
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Que bobagem essa, a de gostar de alguém! Que bobagem essa... De sentir falta de alguém! Quiçá pudera sentir novamente o gosto dos teus lábios e olhar a profunda cor dos teus olhos. Quisera eu passear meus dedos sobre teu ventre desnudo e sentir o suave aroma que percebi em tua pele outrora. Ao me ver em justa reflexão, quis algo simples, não obstante, completo; sem esquecer do seu complexo. Ficas, então, com a lembrança da saudade que um dia eu deixei... Que me deixas-te!