A política é um grande circo; os políticos sãos os malabaristas e o povo o palhaço.
Frases de Prof. Me. Jeferson Botelho Pereira
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Governos inábeis e tiranos dominam pela troca de favores, prática rotulada de fisiologismo político; a quebra do pacto resulta em imposição de pena de morte com sepultamento vivo do traidor do contrato sinalagmático.
Não faço terapias para superar o sofrimento das injustiças sofridas; procuro esquecer o passado; a melhor receita é viver o presente com intensidade e deixar que o tempo renove minhas energias para o enfrentamento de novos desafios.
O exercício do poder é efêmero; logo o narcisista circense voltará ao casulo do ostracismo para viver a sua insignificância.
O poder passa; o cargo passa; as funções passam; a única coisa que permanece eternizada é a essência do exemplo na defesa do erário público, próprio do estilo de vida de quem nasceu no Vale do Mucuri.
Elo do amor Nas madrugadas de setembro, No meu casulo calmo e reluzente
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Elo do amor Nas madrugadas de setembro, No meu casulo calmo e reluzente Encontro a paz solene; Vejo-me no espelho da ilusão; A imagem de solenes reminiscências; Ilusões de esperançosa aurora; No silêncio do tempo Ária que consola e apraz coração Plangente, calmo e tenro O vento forte na fonte grande Exala brisa fria, calma e pura O lirismo do poeta aflora Sentimentos bons e agudos A escuridão surge no infinito Fazendo ecoar reflexões De bons tempos de outrora Na parece a esfinge do herói Sinalizando segurança Ao diplomata da paz
O dia se apresenta belo, aurora incrível, brisa com prenúncio de primavera, encantadora, recheios de chilreios de bem-te-vis; mais uma oportunidade que a vida nos proporciona para viver a plenitude da felicidade contemplando o néctar do prazer e a rara beleza da natureza.
No repertório da vida a certeza da fugacidade nos ensina a concretude de momentos felizes que fazem parte de uma engrenagem chamada ilusão efêmera.
A luz solar não tem o mesmo brilho sem você; a luminosidade lunar é ofuscada sem ter você por perto; tudo fica muito triste, sem razão e sem cor; você é a única razão do meu viver; uma estrela que colore os meus caminhos espinhosos.
O momento único é agora; viva com toda intensidade a essência da alvorada numa fonte grande de emoções e paixões pela vida.
Na vida quase tudo não passa de mera ilusão; a única concretude é a presença de Deus nos mostrando a direção exata da Salvação.
Acumule momentos felizes em sua vida; logo tudo fará parte de um repertório de saudosas reminiscências.
Não perca tempo com coisas fúteis; a preciosidade da vida é um encanto que nos deixa mais aceso para viver os últimos momentos no plano terrestre, agora com sabedoria, maturidade e sensatez.
Somente o tempo é capaz de nos mostrar que tudo não passa de meras ilusões; a única certeza que fica é a eternidade: inexorável, infinita, calma e silenciosa.
A cultura anatômica corporal é assaz efêmera; logo tudo se deteriora aos olhos encantadores, restando a vetusta nostalgia e as boas reminiscências de uma fase áurea da vida.
O tempo passa velozmente; a experiência de vida acumula sabedoria e maturidade; resta-nos a certeza de que tudo não passa de momentos fugazes; numa caminhada assaz efêmera.
Não custa nada curtir a efervescência da juventude; faça isso com intensidade, porque logo restarão as boas lembranças de um tempo de ouro que ficou impregnado em nossa memória.
Hoje, a minha mensagem exordial termina com um ponto e vírgula; mas cheio de vontade de viver; isso porque no segundo para frente posso deixar de existir; e assim, sigo no caminho da eternidade; deixando para trás um legado de acontecimentos sociais; nem tudo perfeito, mas reali…
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Hoje, a minha mensagem exordial termina com um ponto e vírgula; mas cheio de vontade de viver; isso porque no segundo para frente posso deixar de existir; e assim, sigo no caminho da eternidade; deixando para trás um legado de acontecimentos sociais; nem tudo perfeito, mas realizado com o profundo e sagrado elemento volitivo do amor.
O silêncio me invade abruptamente na solidão da madrugada; o romantismo da canção me faz viajar no tempo, me alucina, me faz retornar nas quimeras impregnadas na alma do menino, menestrel do Mucuri.
Ter político de estimação é o mesmo que vangloriar a mediocridade e padecer da síndrome de Estocolmo; isso pode até acontecer; mas certamente estaremos diante de um nicho de idiotas.
O lirismo de setembro Renova-se a esperança de dias melhores O novo mês aflora com centelhas
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O lirismo de setembro Renova-se a esperança de dias melhores O novo mês aflora com centelhas De paz e mansidão A certeza do colorido de Tempos de primavera Brotando o perdão no coração Enternecido da humanidade Logo os campos estarão floridos As chuvas de setembro prometem Varrer o ódio depositado no Coração dos homens A galhardia dos homens na Busca da independência As chuvas das manhãs de setembro Fazem renascer a certeza do perdão A suave brisa das auroras causa Encanto e ternura Enebria o chilreio dos pássaros Aflora a esperança de dias melhores Um setembro amarelo em Prol do valor estonteante da vida Um verde acende a inclusão A explosão econômica petrolífera Na proteção das árvores e florestas Suavizando o meio ambiente Para presente e futuras gerações Aflorando a policromia primaveril
Estamos diante de um jogo de escárnio homiziado num conceito amplo de democracia. Uma indústria do ódio e da mentira, com desvirtuamento da concepção de política, que deve ser entendida unicamente como instrumento nobre de proteção social e porta de entrada para implementação de…
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Estamos diante de um jogo de escárnio homiziado num conceito amplo de democracia. Uma indústria do ódio e da mentira, com desvirtuamento da concepção de política, que deve ser entendida unicamente como instrumento nobre de proteção social e porta de entrada para implementação de políticas públicas de inserção e jamais um mecanismo posto à disposição de grupos para satisfação de interesses privados.
Efervescências líricas Um raio gigante de encantos No coração jorrando o sangue do amor
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Efervescências líricas Um raio gigante de encantos No coração jorrando o sangue do amor Do mais profundo belo horizonte Gente feliz, de plena ternura, sorriso largo No rosto e na alma Aflora a plenitude da felicidade De desfrutar a harmonia humana De deliciar bons momentos Amizades entre desconhecidos No cardápio a mais pura essência De nossa terra querida Esquecer a pompa de insígnias Despojar-se dos brasões e honrarias Viver a sabedoria de outrora Voltar às origens do interior Afinal de contas estar no Mineirinho e reviver a infância A inocência de um menino Da terra do amor fraterno E viver as boas reminiscências Do menino do Mucuri Feliz por saudosas lembranças De belos sentimentos e candura De crianças puras nas ruas Vivendo a inocência de amores Verdadeiros como néctar de pureza pueril
Vivemos atualmente num insofismável show de horrores. Um extremismo patológico e infeccioso; uma divisão ideológica em todos os setores da sociedade: nos órgãos públicos, no sistema de justiça; nas agências militares; na mídia tradicional e alternativa; uma inundação total. Um c…
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Vivemos atualmente num insofismável show de horrores. Um extremismo patológico e infeccioso; uma divisão ideológica em todos os setores da sociedade: nos órgãos públicos, no sistema de justiça; nas agências militares; na mídia tradicional e alternativa; uma inundação total. Um circo esquizofrênico; um câncer em fase terminal. Um sistema falido e desacreditado.