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Frases de Poeta Nilo Deyson Monteiro

41 frases

⁠POESIA Deyson & sua Pequena Sem você pequena amada, Tudo perde o sentido
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⁠POESIA Deyson & sua Pequena Sem você pequena amada, Tudo perde o sentido Sou teu homem formado Para ser o teu marido. Tantas vidas esperamos Para esse encontro acontecer, Me abrace em meio às lágrimas, Deixa tudo acontece... somos um...

⁠POESIA " ÊXTASE " Sensação anormal não real tal-qual eleva o astral, que derruba
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⁠POESIA " ÊXTASE " Sensação anormal não real tal-qual eleva o astral, que derruba A face caída da nostalgia, Épicos instantes de alegria, que, por segundos, inconsciente pensa ser eterno fora do inferno ser diante do nada; Ah, mas feliz seria sem nada, por dias diante no tal efeito vibrante, se não fosse o direito delirante da turva realidade, que se intromete debochante, Na aparição incomodante querendo dizer, Com sarcasmo vibrante: " acorda, já é dia, segue adiante com a vida que tinhas antes de adormecer na opaca e medíocre existência, que daqui a pouco vai escurecer, viva por viver com aceitação a dura realidade, não é por maldade, mas a vida é mais dura do que viver de miragens; humanos, selvagens ..." Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠POESIA " PSICOLOGIA DO AMOR" O amor é como um fantasma Que se refugia na solidão da
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⁠POESIA " PSICOLOGIA DO AMOR" O amor é como um fantasma Que se refugia na solidão da Própria natureza morta, Por trás de ermos sentimentos em túmulos, Um dia, Fui refugiar-me a tua porta. Fria fazia, O amor se contorsia Enquanto me iludia com a graça Da mais linda eterna história; Mas olha, eterna glória vive, Que linda natureza complexa ilusória Se emprega ao amor que se explora. Assim é a psicologia do amor, Pensa pelo que sente Sente pelo que sofre Sofre por um afã, e, Quando vive, vira um divã. Sem ligar para o mundo real, Quiçá que se chegue o amanhã, Quando juntos na solidão nada Vale atenção senão, A sensação do momento presente Quem em fração de segundos fica eterno naquilo que sentes, Daquilo que nunca mais voltará a não ter acontecido, Acolhidos pela loucura Sem cura na psicologia. Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠POESIA " TRINULA VOLATA" Anjo de sorriso esplêndido sonata,
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⁠POESIA " TRINULA VOLATA" Anjo de sorriso esplêndido sonata, Doce tilintar de prata com Suave voz apaixonada, Que canta sempre em trinula volata. Quão doce delírio de ventura louca, Vai-se minha alma toda nos teus beijos, Ri-se o meu coração na tua boca. Acolhedor dias risonhos, Quando, macios beijos úmidos em Ressábios teu riso esponta, Despertando sonhos, sorrisos Sem - vergonha. Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠POESIA " A NATUREZA LIVRE DO AMOR " Conhece o amor? Repare na atmosfera em nossa natureza,
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⁠POESIA " A NATUREZA LIVRE DO AMOR " Conhece o amor? Repare na atmosfera em nossa natureza, Belas paisagens, Ar e leveza, Silêncio, paz interior; Purificação das nossas certezas. O amor trabalha assim, Cuidado de tudo onde habita, limpa, Purifica, evita brigas e une Em conexão, o ser diante do nada, Para sentirem a brisa pura na aurora Da alvorada. O amor é puro, Não cobra nada, Não arde em ciúmes por saber Que dele não é nada, Porquanto o amor é livre Vive se entrega, nada espera, Não tem posses, apenas se revela. Não se apega! Por natureza espera, Cuida por amar, Se doa em amar, Vive para amar, Morre por amar e volta, Para quem aqui ficar. Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠POESIA : PARÓDIA SUAVIZEI Tenho alma muito prolixa, Por eu ser uma coisa, desafio o que não sou;
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⁠POESIA : PARÓDIA SUAVIZEI Tenho alma muito prolixa, Por eu ser uma coisa, desafio o que não sou; Logo todos os dias, nas autênticas certezas subjetivas que se mostram precisas, não objetivas conflitam a realidade. Essa forma efetiva ao senso de justiça, Situa pura minha poesia, que liberta a dignidade de sua falta, bem logo surgem alternativas distantes que citam doutrinas. As jurisprudências que nunca falei não são lei, mas direito se faz se fez, e segue a paródia sossegada em mim, onde em melhor versão se esconde a diversão na escuridão da lei cega quanto ao direito de ser-sentir-vir-vê -rrrr... POETA NILO DEYSON MONTEIRO

⁠POESIA : " ZOMBANDO DO ABISMO " Eta lelê !!! Vida fluxo vento súdito
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⁠POESIA : " ZOMBANDO DO ABISMO " Eta lelê !!! Vida fluxo vento súdito Aos meus comandos andros, Quer bem ou mal me quer, Vamos dá um rolê pelos ciclos, Na beira dos abismos, sim, Deixe fora da vida; seus ismos, Medos cretinos E venha livre viver. Sabe como tem que ser? Sem destino, gurus ou amuletos Que possam te proteger; A liberdade é assim, Responsabilidade pra quê? Talvez Sim, se a ética e a moral Que para mim são naturais, forem pra você; Assim sendo, estrague sua vida como bem quiser, que no futuro seu passado não vai devolver por dejavu um afã. O que devo esperar do Condicionamento ao se reconhecer vazio? Medo, barreiras e impedimentos, é fato, rasos, frios zumbis humanos, coitados. Não, não dá, adultos infantilizados, Nem podem andar, quiçá Descobrir por explorar a extensão do próprio quintal, do centro da no chão em que pisamos. O inédito te assusta? O novo te causa espanto? Olhe para baixo, sente o quanto, O quanto a liberdade é solidão, responsabilidade, e, olhando dentro do abismo, como quem olha no olho da medusa, ouça ecoar da cratera, mas 100 medo : " Não leve a vida avera, 98% é invenção, 2% intuição, Buuuu, não há nada diante do ser." Poeta Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠POESIA " TOTALIDADE DAS COISAS" Descobriu, Abriu diante do próprio olhar virgem,
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⁠POESIA " TOTALIDADE DAS COISAS" Descobriu, Abriu diante do próprio olhar virgem, Sem ideia de que pronto Aquilo existia, estaria tanto tempo no conto imperceptível quase oculto, que Não gostaria de passar duas vezes Pelo mesmo rio, para o mesmo ponto. Agora diferente, discursado de outro modo, Coitadinha daquela fantasia, mente volumosa. Tanto alarde, ansiedade agonia que cria, Ria de alegria da descoberta como totalidade das coisas; Mas que coisa! Isso já existia e no tempo passado alguém Discutia, talvez de outro modo que quase Não se via, portanto sua descoberta Não passa de alegrias para mais uma Caverna dos mitos, onde certezas Se perdem na revolução dos bichos. Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠POESIA " BODAS COM A MORTE" - Poeta Nilo Deyson Monteiro Minha morte nasceu quando eu nasci.
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⁠POESIA " BODAS COM A MORTE" - Poeta Nilo Deyson Monteiro Minha morte nasceu quando eu nasci. Ela me seguiu não conseguiu e não morreu, Viveu; tu és minha doce prometida partida para Meu silêncio de outras vidas que morri. Nem sei quando serão nossas bodas de tantos Séculos que me acompanha no fim, de longe em longas idas e vindas de um eterno retorno pelo desertar, abandonar e ficar em quem nesta minha versão me ficar, me importar. Contempla, oh morte minha matéria, Linda né? Os vermes que à ela espera no dia não vivido em que exagera propaganda de que depois da morte da vida morre para vida que vive. Tamanho afeto pela morte me faz sentir felicidade por ter existido sem pressa, na profunda busca do ser diante do nada; Danada que sabe a data, a hora, porém, Não estarei quando vier, nem estarei em um caixão, estarei nas minhas obras, em livros, em alguma mão. Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠POESIA " TONS GENIAIS SUBTERRÂNEOS " Ponto da vida onde me Encontro com meu estranho
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⁠POESIA " TONS GENIAIS SUBTERRÂNEOS " Ponto da vida onde me Encontro com meu estranho Ser, causa-me espécie das formas que Movimento meu subterrâneo poético; Ponto da vida quando acordo me encontro. Quero sair da vida, Não aguento tanta pressão em mim Pelo que sou, sinto, não minto Apenas preciso do silêncio nas montanhas Do campo, vitalidade. Estou triste, Feliz pela força que sei ter para sobreviver Aos instantes angustiantes pelo que Perdi de tudo quanto construí, Vivi, não morri até sumir das frações de segundo. Estou crescendo, Me tornando um clássico literário, Ego saudável que me retirou da Mediocridade, verdade, Me sinto evoluindo ainda Que olhares convencionais não enxerguem. Enfim, Por mim eu não estaria por aqui, Talvez de vez em quando aproveitaria Parceria da existência para sentir viver, Sem problemas ter, Poderia sobreviver ausência do prazer. Nilo Deyson Monteiro Pessanha

⁠Ao país das cores tropicais Rendam-se nações perante a sombra Refrescante das dores em risos e amores
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⁠Ao país das cores tropicais Rendam-se nações perante a sombra Refrescante das dores em risos e amores Vindos deste gigante getil chamado Brasil. Quem não conhece o Acre não precisa Conhecer Santa Catarina, pois somos Brasil em todos da UF somos um, Portanto, não se apeiem de conhecer Os sertões mil... Poeta Nilo Deyson Monteiro Pessanha