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Frases de Pedro Fábio Ribeiro

159 frases

Não há escolhas ao nascer, nem como partiremos. Entre o início e o fim, somos reféns do tempo, tentando dar sentido ao que nunca esteve em nossas mãos.
Ás vezes, a vida pede que a gente desmonte quem foi, pra reencontrar quem ainda pode ser.Velhas versões morrem.Outras nascem no silêncio. Seguimos, mesmo sem saber como, mesmo sem saber escolher. Porque viver é isso, cair, levantar, reinventar, e continuar acreditando. No fim,…
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Ás vezes, a vida pede que a gente desmonte quem foi, pra reencontrar quem ainda pode ser.Velhas versões morrem.Outras nascem no silêncio. Seguimos, mesmo sem saber como, mesmo sem saber escolher. Porque viver é isso, cair, levantar, reinventar, e continuar acreditando. No fim, aquele brilho antigo nunca se apagou. Ele só espera ser lembrado.

Engraçado.... até a sobra desaparece quando a luz muda. E por um segundo, até aprece que estou sozinho. Mas não... nunca estou! Porque sempre Ele caminhou comigo, Sou eu!! E ser minha própria companhia, é liberdade! Que você nunca se esqueça, você é tudo que precisa pra seguir e…
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Engraçado.... até a sobra desaparece quando a luz muda. E por um segundo, até aprece que estou sozinho. Mas não... nunca estou! Porque sempre Ele caminhou comigo, Sou eu!! E ser minha própria companhia, é liberdade! Que você nunca se esqueça, você é tudo que precisa pra seguir e florescer!

Acreditar que estamos no controle é, muitas vezes, uma pedido silencioso de proteção. A ideia de que basta decidir evita encarar o tempo, o esforço e o risco de falhar. Quando a confiança em si vacila, cria-se a ilusão do controle. A virada não começa na força, mas no reconhecime…
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Acreditar que estamos no controle é, muitas vezes, uma pedido silencioso de proteção. A ideia de que basta decidir evita encarar o tempo, o esforço e o risco de falhar. Quando a confiança em si vacila, cria-se a ilusão do controle. A virada não começa na força, mas no reconhecimento. Segue no perdão próprio. E se sustenta na coragem de permanecer. Não é sobre controlar a vida. É sobre sustentar o processo. Em que parte do processo você está tentando controlar?

Ao longo da vida, morremos muitas vezes. Enterramos versões de nós mesmos e renascemos, nem sempre melhores, mas sempre mais conscientes. O luto é a parte mais difícil entre o que deixamos de ser aquilo que ainda estamos aprendendo a nos tornar. Nada do que fomos morre por compl…
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Ao longo da vida, morremos muitas vezes. Enterramos versões de nós mesmos e renascemos, nem sempre melhores, mas sempre mais conscientes. O luto é a parte mais difícil entre o que deixamos de ser aquilo que ainda estamos aprendendo a nos tornar. Nada do que fomos morre por completo. O que ficou para trás sustenta o que evolui em nós.

Livre arbítrio? Vivemos, muitas vezes, a ilusão dele. Escolhas? Na maior parte do tempo, apenas reagimos ao nosso próprio conteúdo. E o nascimento? e a partida? O corpo, o tempo, a história? Sujeitos ao envelhecimento, às perdas e aos imprevistos, resta-nos viver pra ver. Luz pró…
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Livre arbítrio? Vivemos, muitas vezes, a ilusão dele. Escolhas? Na maior parte do tempo, apenas reagimos ao nosso próprio conteúdo. E o nascimento? e a partida? O corpo, o tempo, a história? Sujeitos ao envelhecimento, às perdas e aos imprevistos, resta-nos viver pra ver. Luz própria? Dependemos de uma energia de vida que não dominamos. O conflito é claro, quando quero fazer o bem, acabo fazendo o mal. Daí a incoerência, não como falha moral isolada, mas como condição humana. Enterrar versões que já não sustentam a vida e dar à luz, outras, mas honestas com quem somos agora. Em nós, morrer e nascer não são opostos. São o mesmo movimento.

Primeiro dia do último mês, dezembro sempre abre a porta de um jeito diferente. O amanhecer parece sussurrar que tudo se renova, inclusive eu. Enquanto dirijo, olho pra frente e deixo a estrada me lembrar que o futuro é movimento. No retrovisor fica o que já me ensinou, no prese…
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Primeiro dia do último mês, dezembro sempre abre a porta de um jeito diferente. O amanhecer parece sussurrar que tudo se renova, inclusive eu. Enquanto dirijo, olho pra frente e deixo a estrada me lembrar que o futuro é movimento. No retrovisor fica o que já me ensinou, no presente fica o que já me sustenta, e lá na frente, fica tranquilo que ainda não sei, mas que escolho esperar com fé, visão e gratidão. que dezembro mantenha esse mistério no ar, passado aceito, presente vivido, futuro chegando.

Do sol atravessando a janela, do vento no rosto, do riso que nasce do nada, do café que esquenta a alma, dos silêncios que dizem tudo. Hoje eu pensei na partida, mas foi por amor à vida. Por que quanto mais eu entendo o fim, mais quero estar aqui, sentindo, errando, recomeçando.…
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Do sol atravessando a janela, do vento no rosto, do riso que nasce do nada, do café que esquenta a alma, dos silêncios que dizem tudo. Hoje eu pensei na partida, mas foi por amor à vida. Por que quanto mais eu entendo o fim, mais quero estar aqui, sentindo, errando, recomeçando. Talvez o desejo de viver seja justamente isso: saber que um dia acaba, e ainda assim querer ficar.

A percepção do tempo se faz eterna na distância e milésimos na proximidade, no mesmo instante do estar.
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A percepção do tempo se faz eterna na distância e milésimos na proximidade, no mesmo instante do estar. A distância obedece a um paradoxo que sucumbe à percepção da proximidade. A presença nasce justamente onde o estar não existe, carregando a sensação de sentir aquilo que não se vê. O despertar pela manhã é o toque suave da luz sobre um corpo que repousa, enquanto a escuridão da imensidão interna, guardada pelo fechar dos olhos, é rompida ao abrir.