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Frases de Paulo Sérgio Krajewski.

83 frases

Tudo é uma questão de tempo, agora somos nós que fortalece a perseverança no exercício da paciência.
Oxalá conseguira eu desenhar nas letras a formação das palavras e colocar uma canção neste quadro que chamo de amor... Seria capaz de dar cor a música que me fez viajar longínquas fronteiras em busca daquela lembrança; Que só eu e mais alguém conhece...
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Oxalá conseguira eu desenhar nas letras a formação das palavras e colocar uma canção neste quadro que chamo de amor... Seria capaz de dar cor a música que me fez viajar longínquas fronteiras em busca daquela lembrança; Que só eu e mais alguém conhece... E guardamos em um lugar... Onde somente DEUS pode entrar.

O SINO DO RECREIO. Eram nove horas da manhã... O sino tocava anunciando o recreio,
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O SINO DO RECREIO. Eram nove horas da manhã... O sino tocava anunciando o recreio, O barulho e a euforia da piasada eram grandes, Era hora do lanche. As bolsas e mochilas se abriam e lanches apareciam... O que via me agradava e minha vontade de comer apenas um pedacinho aumentava... Minha mochila, não era bem uma mochila, era simplesmente um saco plástico que anteriormente era embalagem de arroz, sim, um saco de arroz de cinco quilos. Neste saquinho que eu usava como mochila, havia um pequeno caderno que dividia todas as matérias e alguns toquinhos de lápis que eu encontrava pelo caminho... Bom... O sino tocou hora da merenda! Opa, hoje tem sopa de feijão (Minestrone), estava muito bom, mas não era suficiente. Não podia repetir, mas como a ocasião faz o pidão... Lá ia eu. - Ei sobrou de sua canequinha? - Não jogue fora, dê para mim, aí eu lavo sua caneca! Assim conseguia comer mais um pouquinho... De repente... O sino toca. Hora de entrar para a sala de aula, a professora já estava na porta. Mas o que esta acontecendo? Alguma coisa diferente... Em vez de a piasada correr para a sala, corriam para o fundo do colégio, o que será que tem lá, pensei?! Fui verificar... Sabe o que acontecia? Os meus coleguinhas de sala na hora do recreio em vez de comer seus lanches, iam brincar, correr e se divertir e não dava tempo para comer seus lanches e tudo ficava pela metade, mas quando o sino tocava eles corriam para o fundo do colégio e jogavam fora os lanches. Eu vendo tanto pão com tanta coisa boa no meio, me escondi, e assim que todos saiam, eu ajuntava pão por pão, lanche por lanche colocava em outro saquinho que encontrei e após escondia no meio do capim. A professora ficava muito brava comigo, por ter chegado a sala de aula atrasado e me colocava de castigo atrás da porta de joelhos. Um dia a professora me disse: - Paulo Sérgio, se você chegar atrasado vai ficar o próximo recreio dentro da sala! Eu fiquei muito preocupado, e procurei ser mais ágil. Quando a aula terminava, por voltas de onze horas, eu ficava esperando que os coleguinhas fossem embora para eu ir até o fundo do colégio e pegar a comida que eu havia escondido. Eu estudava em uma escola chamada Cristo Rei, no bairro DER em Francisco Beltrão PR. O quintal onde eu morava tinha duas frentes, a frente principal era que dava acesso à rua: Santo Antônio e a outra entrada pela rua: Sete de Setembro. Eu sempre ia para o colégio pela Rua Santo Antonio e voltava pela Rua Sete de Setembro, pois tinha menos movimento e eu temia que fosse encontrado por alguém conhecido e fosse percebido que eu tinha ajuntado restos para levar pra casa. Foi uma época de fome, tinha apenas sete anos, meu pai era ausente de casa e minha mãe trabalhava muito longe, em outro Estado. Ouvia falar que era um Estado chamado Mato Grosso em uma Cidade chamada Cuiabá. Achava esses nomes muito estranho e nem sabia se quer apontar o dedo mostrando qual era a direção de onde se localizava esse lugar. * Viver não é fácil, para viver tem que ter muita coragem e às vezes o que é lixo para você pode ser o sustento do outro. Não jogue comida fora, se estiver sobrando, ofereça para alguém que esteja precisando. Pratique essa boa ação, pois DEUS ama o que oferta com alegria.

.'. Ouvi dizer... Não pude saber... O desconhecido parece ser amigo...
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.'. Ouvi dizer... Não pude saber... O desconhecido parece ser amigo... Mas como saber se não há alguém que possa dizer?... Não tenho medo... Acordo cedo, como não se tivesse adormecido... Porém, a falta de merecer saber me faz empobrecer. Quem seria agraciado ou escolhido? Em meus sonhos sou eu, mas não eu mesmo. Fundidos em um só eu sou maior e ao mesmo tempo o menor... Entre grandes e pequenos, todos igualmente são um. Quem sou eu? Parece-me que me vejo gerar, e ainda vou nascer... Quem poderá essa linguagem responder? Afinal... Quem hei de ser? .'. Somente ouvi dizer...

E foi assim que a consciência disse para aquela pessoa:... Você poderia ser melhor, você poderia ser feliz se não fosse seu orgulho, seu egoismo, seu jeito de pensar que esta sempre com a razão, sua arrogância, sua inveja mortal, seu ódio, sua estupides, sua falta de gratidão...…
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E foi assim que a consciência disse para aquela pessoa:... Você poderia ser melhor, você poderia ser feliz se não fosse seu orgulho, seu egoismo, seu jeito de pensar que esta sempre com a razão, sua arrogância, sua inveja mortal, seu ódio, sua estupides, sua falta de gratidão... Mesmo assim aquela pessoa não deu atenção para a consciência, e continuou vivendo mal, infeliz, orgulhosa, egoísta, egocêntrica, arrogante, invejosa e cheia de suas razões e ódio, se manteve estúpida e ingrata... Porém... Hoje vive só.

O que as vezes aqui escrevo, não é indireta para seu ninguém. Penso, avalio e logo existo... Ainda não perdi a capacidade de me indignar ou de me fascinar...
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O que as vezes aqui escrevo, não é indireta para seu ninguém. Penso, avalio e logo existo... Ainda não perdi a capacidade de me indignar ou de me fascinar... E com certeza... Jamais contraí dívida ao ponto de temer ser. não se trata de só ter coragem para ser homem. Sou livre, e a minha consciência é quem me faz dormir!