Cada momento é fugaz, sublime e único; juntos, um após o outro, matizam a vida.
Frases de Paulo Ricardo Zargolin
655 frases
Percepção requer sensibilidade, pois nem todas as cores e tons são visíveis em um arco-íris.
Morte e vida, princípio e fim: conceitos complementares que permeiam a existência.
O mimético invade o cotidiano, entretendo as pessoas, enquanto preenche seu tempo e esvazia as possibilidades de vivências ou experiências humanizadas.
O desafio em ser inovador encontra morada na repetição exaustiva de fórmulas para o sucesso.
Mãe: pilar que sustenta toda a construção de uma nova vida.
Com maturidade, por mais que esteja em apuros, um filho deseja profundamente que sua mãe tenha a certeza de que tudo sairá bem.
Ao saber conversar e pedir favores aos demais, com respeito e educação, é possível ter exatamente tudo o que se deseja…
A dignidade atribuída ao trabalho refere-se ao exercício de cidadania e não à necessidade de subsistência.
Quando o trabalho se torna um fardo, é preciso repensar a própria prática ou replanejar o projeto de vida.
Mãos de tesoura Amai o próximo. Uma importante mensagem repetidamente difundida na sociedade e ignorada veementemente por grande parte dos indivíduos. Tal mote é encontrado em sagradas escrituras, em diversas obras literárias, nas mídias e até mesmo no clássico filme da década…
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Mãos de tesoura Amai o próximo. Uma importante mensagem repetidamente difundida na sociedade e ignorada veementemente por grande parte dos indivíduos. Tal mote é encontrado em sagradas escrituras, em diversas obras literárias, nas mídias e até mesmo no clássico filme da década de 90, cujo personagem-título, Edward, possui mãos de tesoura. Na película, assim como na vida, somos confrontados com a diversidade, personificada no protagonista. Ao encararmos a incompletude, a "aberração", a anormalidade, vemo-nos diante de um espelho e - infelizmente - poucos refletem sobre as diferenças individuais que fazem cada um ser único e ímpar ante seus semelhantes. Também observamos que as reações são inconstantes e controversas acerca das diversidades: uns são receptivos, compreensivos e inclusivos; outros, arredios, hostis e promotores da exclusão. Por séculos e milênios, vivenciamos as consequências de lidar consigo mesmo e com o outro, travando batalhas campais fomentadas por valores, crenças e egos. E, talvez, as guerras, de travesseiros ou bombas, sejam gestadas pela dificuldade em nos relacionarmos uns com os outros. Destarte, os modos de conceber e vivenciar as relações interpessoais, intrínsecas à humanidade, têm suas dificuldades acentuadas pelo inevitável convívio com alguém que tenha lâminas no lugar das mãos e que, por isso, machuque quando tenciona acariciar.
O tempo e o espaço vão moldando caminhos e suas bifurcações. A trilha pelas estradas escolhidas formam cada um de nós.
Enquanto lutas infindas são travadas em nome de ideologias e políticas infundadas, o povo se aliena com pão, circo e sangue.
Cada folha em branco é um convite à escrita; preencher o espaço, no entanto, um desafio.
Vestir o hábito da reclamação demonstra incapacidade de apreciar o intervalo entre a aurora e o crepúsculo de cada dia.
A idade se revela como um medidor de experiências vividas e não como garantia de aprendizagens vívidas.
As responsabilidades devem ser bordadas no tecido das escolhas para compor as vestes do destino.
É necessário grande sensibilidade para prestar atenção em cores e uma alma poética para vivenciá-las!
Dentre as estratégias para vencer os medos, destacam-se: a inocência e a petulância, da inexperiência, e a calma, conquistada pela maturidade.
Antes proteger que ser protegido; e doar-se do que ter de mendigar.
A demora é um segredo que o tempo balbucia nos ouvidos da ansiedade.
A rotação da Terra é subestimada por quem tem uma visão estática do mundo.
Há combinados que dependem de ações e responsabilidades compartilhadas por duas ou mais pessoas e, para que funcione, cada um deve saber exatamente o que lhe cabe.
Geralmente, o silêncio oferecido pelos outros diz tudo o que nós nos recusamos a ouvir.