O tempo tem um jeito curioso de ajustar as coisas. Ele não apressa, mas também não esquece. Cada palavra dita, cada gesto feito, volta, mais cedo ou mais tarde, no silêncio que ensina. O grande dia sempre chega, e quando chegar, não haverá volta. O tempo cobra, mas faz isso com…
Continuar lendo
O tempo tem um jeito curioso de ajustar as coisas. Ele não apressa, mas também não esquece. Cada palavra dita, cada gesto feito, volta, mais cedo ou mais tarde, no silêncio que ensina. O grande dia sempre chega, e quando chegar, não haverá volta. O tempo cobra, mas faz isso com elegância: devagar, frio, e no exato momento em que a consciência desperta. IV