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Frases de Paulo Henrique Batista

59 frases

⁠Suspiros fugazes, em detalhes rítmicos, destonados de vida Quando encostou sobre o solo, viste que até o maior caiu sobre os próprios pés Em silêncio, levou-se a vida, os sorrisos e o fulgor do amor
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⁠Suspiros fugazes, em detalhes rítmicos, destonados de vida Quando encostou sobre o solo, viste que até o maior caiu sobre os próprios pés Em silêncio, levou-se a vida, os sorrisos e o fulgor do amor Fiqueis por ti, em prantos, mas sempre estaremos juntos em pensamento.

Poema do desamor ⁠Se passaram anos desde a aurora daquele amanhecer, víamos pássaros, flores e até o pôr do sol nascer Sorrisos, abraços e beijos, me perdendo conscientemente em você...
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Poema do desamor ⁠Se passaram anos desde a aurora daquele amanhecer, víamos pássaros, flores e até o pôr do sol nascer Sorrisos, abraços e beijos, me perdendo conscientemente em você... Três dias, você se foi, como as outras, sim, mas diferente, deixou entardecer em mim seu olhar incandescente... Hoje me encontro estável, mas irracionalmente doente, reguei nosso amor e infelizmente, jogada fora a semente.

⁠CASA Preciso retornar, aonde um dia encontrei intimidade comigo. Preciso da semente, do lavrador e da terra que se fazia só minha. Do sofá e da brisa do vento que corria a abrir janelas. Preciso de mim, do cheiro da roupa limpa, da alma, da alma leve. Preciso sucinto, do beijo…
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⁠CASA Preciso retornar, aonde um dia encontrei intimidade comigo. Preciso da semente, do lavrador e da terra que se fazia só minha. Do sofá e da brisa do vento que corria a abrir janelas. Preciso de mim, do cheiro da roupa limpa, da alma, da alma leve. Preciso sucinto, do beijo doce a tocar meu rosto, do toque amanteigado a escorrer pelos meus cabelos. Necessito da casa, dos móveis, das risadas e dos sons, sons inesquecíveis, sons de nós, sussurros da gente. Abraços, afagos sem tempo, sem horas contadas, somente minutos marcados. Marcados na pele, marcando dentre a pele, no vício da carne, na doçura do amor e no Infindável espaço da mente, a minha casa.

⁠Viver carece de calma, necessita degustar todos os tênues segundos da vida O que urge é o nosso amor, ele desespera até o mais tranquilo, sintoniza até o mais atônito e faz dançar até o mais descompassado Nesse contraste temporal, urgente é o nosso momento e se não fosse urgen…
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⁠Viver carece de calma, necessita degustar todos os tênues segundos da vida O que urge é o nosso amor, ele desespera até o mais tranquilo, sintoniza até o mais atônito e faz dançar até o mais descompassado Nesse contraste temporal, urgente é o nosso momento e se não fosse urgente, não seria a gente.

⁠Do amor que sinto, anseio pela aproximação Da razão que tenho, caminho até aportar em ti, e espero seguro, que o nosso carinho nos preencha Da lascívia que me toma, espero que depois do carinho aproximado, eu te preencha por inteiro, até que me corrompa de desejo, nos muitos d…
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⁠Do amor que sinto, anseio pela aproximação Da razão que tenho, caminho até aportar em ti, e espero seguro, que o nosso carinho nos preencha Da lascívia que me toma, espero que depois do carinho aproximado, eu te preencha por inteiro, até que me corrompa de desejo, nos muitos detalhes do seu beijo.

⁠Escutava, bem antes de terem me dados os ouvidos As carícias, sentia bem antes de terem me dado a pele E o olhar tímido que precede o desejo, me deu bem antes de teres me dado você
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⁠Escutava, bem antes de terem me dados os ouvidos As carícias, sentia bem antes de terem me dado a pele E o olhar tímido que precede o desejo, me deu bem antes de teres me dado você A nossa mania gostosa de beijar primeiro com a alma, fez da nossa terrível espera, um sopro antes do vento sereno da primavera.

Companhia ⁠De escritas arrumadas, em arranjos adornados, escrevi de mim o sentimento, que transborda ao seu lado Com vícios repetidos, o anseio ultrapassado, não conseguiu ver em mim contentamento, pois não tinha me tinha do seu lado
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Companhia ⁠De escritas arrumadas, em arranjos adornados, escrevi de mim o sentimento, que transborda ao seu lado Com vícios repetidos, o anseio ultrapassado, não conseguiu ver em mim contentamento, pois não tinha me tinha do seu lado Do seu lado, me conflito, tendo a andar desajeitado, vejo no olhar, o tom risonho, de quem sabe lá no fundo, que o seu lugar é ao meu lado.

⁠Sereno amor Sofro do mal que me tens, que me enlaça, que penso em nos enlaçar... De desejo sofri ontem, amor hoje, amanhã não sei o que vai passar...
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⁠Sereno amor Sofro do mal que me tens, que me enlaça, que penso em nos enlaçar... De desejo sofri ontem, amor hoje, amanhã não sei o que vai passar... Mas auscuto os batimentos do meu peito e aparecem fortes sentimentos, a me agoniar... Saudade não para, você me fala, "que mal tem em nos afastar?" Mas falo baixinho, preciso de ti sozinho, a dois, em ninho, para nos tocar... Me beijes amor, calminho, o tempo não para, para nos olhar....

⁠Se por amante, entenda que é o errado, amante serei eu, e talvez algumas horas serei amado O toque perfeito se refaz no espaço, ao passo de quem outrora sedimentou descalço, o pungir do novo coração arrebatado Caminhamos desacalentados e na altivez de quem me dera ser tocado,…
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⁠Se por amante, entenda que é o errado, amante serei eu, e talvez algumas horas serei amado O toque perfeito se refaz no espaço, ao passo de quem outrora sedimentou descalço, o pungir do novo coração arrebatado Caminhamos desacalentados e na altivez de quem me dera ser tocado, abruptamente serrilhou de beijos em beijos, o momento inexato do pecado Se amado eu for, e pela amante for tocado, entendo eu que essas horas, se confude o certo com o errado, e mesmo que em nota da emoção, nosso amor será lembrado.

⁠Ando como o compasso, marcando, dando traço, um passo de cada vez, e outro depois, faço. As vezes me refaço, outras vezes só sigo, retilíneo, morro, tardo e nasço. Quieto, borbulhando, por dentro, é o meu marca-passo, te mastigo com os olhos, teu corpo, laço.
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⁠Ando como o compasso, marcando, dando traço, um passo de cada vez, e outro depois, faço. As vezes me refaço, outras vezes só sigo, retilíneo, morro, tardo e nasço. Quieto, borbulhando, por dentro, é o meu marca-passo, te mastigo com os olhos, teu corpo, laço. Me acho em afluência, outrora em silêncio, soledade, e vivo na tenra procura de encontrar causo e de projetar vida. Bonito é continuar, respirar em frente ao novo dia, e vivê-lo cada qual com a sua maneira, harmonia, sorrir o teu riso e chorar de alegria.

Amor completo Sou a água que te rega, o sol que te amanhece, o fogo que insistindo em ser soco, te aquece. Sou a estrela que aparece, o favo de mel que te derrete, e o doce, o doce na boca que o seu delírio apetece.
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Amor completo Sou a água que te rega, o sol que te amanhece, o fogo que insistindo em ser soco, te aquece. Sou a estrela que aparece, o favo de mel que te derrete, e o doce, o doce na boca que o seu delírio apetece. No final da tarde sou sopro, vento que acalenta, abraço que estremece. No fim do dia, sou negrume, o mais belo dos perfumes, seu desejo reconhece. Que seja tudo para ti, o que teu corpo implora e pede, seja fogo e também água, que enternece e te deságua, na mais bela namorada.

Poetismo Fria, cálida, soturna e pálida, letras que destravam, palavras que afagam. A poesia fere, sara, mata e outrora, clara. As cousas muito mais que vivas, ainda se descrevem, no entardecer da fala. Doce, surrado, elas vem como beijos, e neles se desfazem.
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Poetismo Fria, cálida, soturna e pálida, letras que destravam, palavras que afagam. A poesia fere, sara, mata e outrora, clara. As cousas muito mais que vivas, ainda se descrevem, no entardecer da fala. Doce, surrado, elas vem como beijos, e neles se desfazem. Na poesia, não necessita o verbo, o gesto, nada, só nos resta a poesia que reside em nós, e da gente, o poeta fala, esbraveja, cala, mas nunca, nunca se acaba.

⁠Ela escrevia as vezes, mas me pedia com carinho, que escrevesse pra ela Eu atendia, e lhe descrevia, ao mesmo modo que as minhas mãos mapeavam ela Contudo atento era, até aos poucos defeitos dela, defeitos não, quem dera
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⁠Ela escrevia as vezes, mas me pedia com carinho, que escrevesse pra ela Eu atendia, e lhe descrevia, ao mesmo modo que as minhas mãos mapeavam ela Contudo atento era, até aos poucos defeitos dela, defeitos não, quem dera Cicatrizes do que um dia fora, percalços marcados nela E um dia fui também, um ponto fora das curvas do corpo dela Porém ela sorria e dizia, que meus erros infantes gravados nela, tinham sabor de vinho, e vinho... Esse era a causa de todos os delírios dela.

⁠Chuva, aquela que cai lá fora, transborda nas folhas, alagam as caules Ela também cai aqui dentro, goteja no rosto, inundam as vestes, retratam as marcas O volume não dita a beleza, a tragédia, o que mostra é a gente, e dentro da gente, o sol não se põe, só chove, só molha, aq…
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⁠Chuva, aquela que cai lá fora, transborda nas folhas, alagam as caules Ela também cai aqui dentro, goteja no rosto, inundam as vestes, retratam as marcas O volume não dita a beleza, a tragédia, o que mostra é a gente, e dentro da gente, o sol não se põe, só chove, só molha, aqui chove, enchente.

⁠Quando o corpo energiza, a mente voa, seu sopro, brisa. Corpo sua, também meu, e o coração avisa, não é coincidência, é sina. Prefiro o amor desavisado, aquele sem nada, que de toque em toque, desnudado. Amar, só se for de beijo em lábio, e depois do amor, retornamos a cama, co…
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⁠Quando o corpo energiza, a mente voa, seu sopro, brisa. Corpo sua, também meu, e o coração avisa, não é coincidência, é sina. Prefiro o amor desavisado, aquele sem nada, que de toque em toque, desnudado. Amar, só se for de beijo em lábio, e depois do amor, retornamos a cama, como a cura do cansaço. Escrever, prefiro os romances e os amores bem molhados, que me permita congelar, pegar fogo e te queimar, numa fogueira de pecado...