A casa se tornou cárcere ou dormitório.
Frases de PAULO EMÍLIO AZEVEDO, poeta PAz
185 frases
Palavras são formadas por duas notas musicais e um gênio compositor. Quer ver? Si - lá - Bach. Deve ser por isso que os alfabetizadores se preocupam tanto com a consciência fonológica.
Abdicar por filho hoje é desconhecer a culpa amanhã e ter sempre o compromisso com quem se ama.
Pessoas são logomarcas, elas logo marcam.
Duas questões que distinguem a condição dos seres humanos: acesso e afetividade.
Para atacar um ponto de vista, precisa-se primeiramente ver o ponto e depois entender a vista.
Qualidade de artista em cena se mede pela capacidade de "hipnotizar" uma plateia lotada e conseguir ser brilhante quando a mesma for de uma só pessoa.
Os filhos são leitores assíduos e críticos dos pais.
É necessário transformar o desastre em arte.
Ensinar (assim como aprender) é um ato político a favor da vida e não uma política de educação em favorecimento de partidos.
O choro é bonito. O pranto não é. O choro é o silêncio de dentro da gente que transborda e o pranto é o grito em desespero que deságua.
A forma de olhar para um corpo depende das lentes de cada cultura.
O poeta, o que faz? Ele é solitário na escrita e solidário com as palavras.
Duas palavras insuportáveis no mundo contemporâneo: reunião e projeto.
A tristeza é quiçá, bonita. Feio é o desencanto.
A fotografia é a arte do fixo mover-se.
Escrever menos pro umbigo e mais com o ventre.
Alguns chegam na hora certa, outros retardam demais a partida.
Pensador vivo tem que parecer póstumo para ter valor social.
Um dia olhei profundamente para o corpo e pensei: a revolução não se faz com aspas.
Tem pessoas que conseguem viver sem respirar. São as mesmas que sufocam os sonhos alheios.
A ternura é a irmã caçula do amor.
Ou muda ou emudece.
Quando um 'ninguém' deseja que o outro seja 'alguém', ele deixou de ser 'qualquer um'.