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Frases de Patty Vicensotti

158 frases

Não espero o ápice das coisas. O valor começa no primeiro degrau. De passo em passo,tenho mais tempo
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Não espero o ápice das coisas. O valor começa no primeiro degrau. De passo em passo,tenho mais tempo pra sentir que as dificuldades me tornam cada vez maior.

Não é só rosa, meu mundo cor-de-rosa. Tinta carmim, sobre mim.
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Não é só rosa, meu mundo cor-de-rosa. Tinta carmim, sobre mim. Azul estrelado, ao teu lado: cor da sua pele... Vermelho sangue, paixão Alaranjado ao seu fogo. Negro que me esconde, e depois me descobre. Em delicada claridade me revela: amarela a luz da vela... Em fusão de cores me faço em tela, pra que me sinta tom sobre tom.

Dispenso uma vida rotulada, humores instáveis, amor de hora marcada. Nego reviver o passado e ter maturidade quando quero colo. Discordo viver sobre desculpas e amordaçar minha tolerância. Não esfolo meu valor com o descaso. Não podo minhas asas. Não oscilo de opinião. Adorno meu…
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Dispenso uma vida rotulada, humores instáveis, amor de hora marcada. Nego reviver o passado e ter maturidade quando quero colo. Discordo viver sobre desculpas e amordaçar minha tolerância. Não esfolo meu valor com o descaso. Não podo minhas asas. Não oscilo de opinião. Adorno meus medos, dores são segredos; prefiro expor o que tenho de bom. Não sou de faces, mas tenho fases. Não invento personalidade, nem crio situações. Que me achem fria; que me julguem estranha. Que se afastem os que confundirem autenticidade com estupidez. Sou o que quebra e não cola; o que brota mas também desfolha. A intensidade de uma ocasião. Perfeita, ou não.

PASSAGEM Estou tentando alguma coisa. Nos lentos passos do quarto á sala, um breve presságio. Som de riso na rua é como badalo de sino, me pedindo pressa. A fenda emperrada da janela, esquecida, vigia minha intensa vontade de que no canto de algum cômodo, morra essa urgência. Qu…
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PASSAGEM Estou tentando alguma coisa. Nos lentos passos do quarto á sala, um breve presságio. Som de riso na rua é como badalo de sino, me pedindo pressa. A fenda emperrada da janela, esquecida, vigia minha intensa vontade de que no canto de algum cômodo, morra essa urgência. Que se acumula. E se funde ao pó empreguinado e mal varrido. Lá fora, o frio. No tempo e em mim. Tenho medo desse silêncio; dessa umidez excessiva da vida nos meus olhos. Da fé sendo amputada. Do que assim, venho me tornando. Chega o tempo, em que muitas coisas ao redor, vão se indo. Alcançando outros destinos. E me sinto uma passagem desistida na gaveta. Amarelando sonho.