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Frases de Patty Vicensotti

158 frases

Me cuide como tua flor. Me olhe... sinta meu perfume. Seja sutilmente um toque, o calor que preciso. Faça-se em mim... Só não roube a minha essência! Me deixe ser sempre viva assim. Para ti!!. Treat me like your flower. Look at me ... feel my perfume. Be a subtle touch, the warm…
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Me cuide como tua flor. Me olhe... sinta meu perfume. Seja sutilmente um toque, o calor que preciso. Faça-se em mim... Só não roube a minha essência! Me deixe ser sempre viva assim. Para ti!!. Treat me like your flower. Look at me ... feel my perfume. Be a subtle touch, the warmth I need. Make me ... Just do not steal my essence! Let me always be alive thus. For you!

Quanto tempo tem teu amor? Até o ultimo gole do café, que desce amargo,nas madrugadas que não passam,e que eu te escrevo.Penso:é a última vez!Na cabeceira da cama,no livro,na mesma música deprimente que choro toda vez que ouço?Duraria mais um pouco?É reticências,sempre. Nada se…
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Quanto tempo tem teu amor? Até o ultimo gole do café, que desce amargo,nas madrugadas que não passam,e que eu te escrevo.Penso:é a última vez!Na cabeceira da cama,no livro,na mesma música deprimente que choro toda vez que ouço?Duraria mais um pouco?É reticências,sempre. Nada se conclui,nada se resolve. Você não volta e eu não vou.Me retorço nas horas,na vontade de desistir.Cada dia seus vestígios são mais fortes,e tão piores.Disfarça, fala,e eu entendo mais.E compreender o que não se quer é como uma lança que rasga mesmo. Não queria ,eu juro que não queria (muito).Se eu fosse menos egocêntrica,ah! Quando você ligasse,diria:"eu estou bem".(Ps:histérica).E desligaria sem querer de me atirar de algum lugar. Quanto tempo ainda tem teu amor?Caso você não compreenda,(porque seus planos são diferentes dos meus),eu fugi mesmo. Não se espante,se ás três da manhã eu chegar insônia,e despertar o mesmo amargo do café de todas as noites,e causar quem sabe,alguma atitude. E eu pergunto:quanto tempo terá o meu? Reticências...?Mas caso compreenda,(porque ninguém sabe mais dos meus planos do que você),eu cansei mesmo. Não se espante se meu email não chegar,se não te atender,se eu mudar de endereço.Ainda assim,por caridade,talvez,se eu quiser, te deixo algum sinal,só pra não pensar que isso não foi importante. É ,foi,e ainda é. Tão abstrata,essa forma de ficar.Me confunde.Nunca gostei de esconde-esconde,gato e rato,de coisas desencontradas.Então,até o sonho me trazer o real,e me tirar essas dúvidas da cabeça,vou dar um tempo.E você?Vai ficar ou vai correr?Vai salvar ou esquecer?Você ainda tem tempo?Por obséquio,te imploro,suplico:se ainda tem,caro amor,preencha essas reticências(...),por favor.

SALVA-ME Agora, sou o que fez teu gosto.
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SALVA-ME Agora, sou o que fez teu gosto. Vivendo onde não mais estou, resta-me só as sombras, das lembranças, que em miragem toco sem retorno. Me olho assim,e é como se andasse em circulos; infinitos circulos que não te levam de mim. Então almejo, com tão puro desejo, encontrá-lo, pois és fonte na aridez. E aos cantos,aos prantos, rezo que me aceite em teus pensamentos. Onde estiver,me acolha; bem conhece o que preciso. Me faça acreditar no que pra mim não se foi, e abrace-me inocente. Cá,estou criança que se perdeu, num féu de decepção... Não clamarei por nada do que já sei; pois tua presença,mesmo vazia, sacia o que não vem. Cala meu grito: Salva-me desse poema que morre sofrido, e devolva-me vivo, o motivo ao qual te amei.

INTIMO Quem diz será que sabe,
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INTIMO Quem diz será que sabe, mulher? seus anseios... A febre eruptivel do toque ao olhar e ver-se crua no espelho. Quem te exala sente? O desejo sóbrio vagando... Á margem do sagrado ventre, um céu em pecado conjugado e demente, se buscando. E voraz... a vontade e a fome se comem, no juízo que some quando o corpo festeja o sentido... O prazer rompendo o silêncio, no auge desse teu instinto. Quem te vê será que sabe, mulher? Tal degelo íntimo.

E dar um tempo,sempre.Me empurrar pra dentro.Esquecer um pouco de tudo,me embebedar do silêncio,acender a luz de si e prestar mais atenção no que está ali,esperando oportunidade.Um papo a sós : eu e Clarice.Eu minha mudez sobre a voz de Chrissie Hynde,repetindo : " Everyday is li…
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E dar um tempo,sempre.Me empurrar pra dentro.Esquecer um pouco de tudo,me embebedar do silêncio,acender a luz de si e prestar mais atenção no que está ali,esperando oportunidade.Um papo a sós : eu e Clarice.Eu minha mudez sobre a voz de Chrissie Hynde,repetindo : " Everyday is like sunday ". É! Agora somos três e o seco do vinho fazendo viver um pouco.Tantas coisas a resolver aqui dentro.Escrever me dá essa liberdade de transpor,sabe? É como naqueles filmes horrendos de exorcismo,onde se joga pra fora o que não presta.Só que sem efeitos especiais,nem ajuda,nem rezas fortes.É na raça.É da carne viva que se alivia a alma.Tudo transcorre bem,se por bem eu concorde,mas minha guerra é ter que aceitar o improvável bem a dois passos de mim.Nunca fui racional para adquirir essa frieza,que nem é fria,é realista.Gosto é de imaginar como seria,de agarrar a mínina chance,de sustentar a euforia.Vi que relevo a vida de uma forma muito besta; devo me polpar um pouco mais,já que minha entrega é voraz a qualquer resquício de sentimento.E se dói,e quando dói,a praga se propaga tanto,e eu só espanto com um analgésico qualquer; sem resolver.Pois bem,mudemos! Giremos a bebida na taça "meninas".Atitude! Porque esperar passar,só tem aniquilado grandes momentos...

(...) ELA EMENDAVA PEDACINHOS DE RISOS PRA DORMIR NUM DIA BOM. Tão inusitadamente... Então passei a observar o jeito dela,que se punha ali estática,toda vez que eu me voltava pra janela.Era costume,repartir aos pombos as migalhas do meu café.Toda tarde,via quando ela me seguia,…
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(...) ELA EMENDAVA PEDACINHOS DE RISOS PRA DORMIR NUM DIA BOM. Tão inusitadamente... Então passei a observar o jeito dela,que se punha ali estática,toda vez que eu me voltava pra janela.Era costume,repartir aos pombos as migalhas do meu café.Toda tarde,via quando ela me seguia, pelo canto dos olhos,atravessar a segunda cortina,fina,do mesmo cômodo e rapidamente mudava alguns passos.Menina estranha - eu dizia. De propósito assustava os bichinhos só pra vê-la com as mãos,esconder um sorriso;acompanhando no céu as aves dançando sobre o mesmo lugar.Ela me trazia uma saudade,e era só isso que me fazia ficar parada, olhando como é grandioso o nada,quando o tudo é o que menos se tem naquela hora.Talvez viesse pra me mostrar algo.Algo a resgatar. O som da minha janela quando se abria,a conduzia de imediato áquele pátio verde-musgo, onde o sol pouco ia; como se eu fosse a melhor parte do seu dia.Me batia um medo as vezes;nunca sabia o que de fato ela queria,porque a menina que falava com o olhar,dava ali teu limite: arredia e encantada,como fada.E foi numa tarde dessas,que pus as mãos sobre o queixo,indagando;invejando teu desleixo,naqueles pezinhos sujos sobre o chinelo inverso.Eu sorria e ela me devolvia com uma doçura jamais sentida.Coube a mim a estupidez quando dei por conta do café na minha mão.Seria o motivo a qual tão esperançosa, se punha em minhas minhas tardes,num tom de florescer?Fiz com as mãos um gesto,oferecendo-a e imediatamente ela correu.Pela primeira vez,se foi antes de mim.E eu diminui,diminui,diminui...ganhei a frieza do chão.Pela janela ainda aberta,respirei um aperto pra dentro,como se tudo em minha volta houvesse sumido naquele momento.Me doeu a razão: a menina não buscava o pão; ela emendava pedacinhos de risos pra dormir num dia bom.

NELE ESTÁ O POÇO QUE CHOREI E O JARDIM QUE SORRI Estive hoje pensando como mudei.Por um tempo achei que ficaria daquele jeito para sempre: vazia e comum demais.Não conseguia olhar as coisas com sentido e nem acreditar que a vida um dia viesse a me lançar nesse redemoinho,quebran…
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NELE ESTÁ O POÇO QUE CHOREI E O JARDIM QUE SORRI Estive hoje pensando como mudei.Por um tempo achei que ficaria daquele jeito para sempre: vazia e comum demais.Não conseguia olhar as coisas com sentido e nem acreditar que a vida um dia viesse a me lançar nesse redemoinho,quebrando todos os meus calços,e como num golpe violento ,me pusesse tão imperfeita e frágil,nas mãos de um destino,sobre a fúria final de uma hibernação,consumindo toda minha loucura.Sem imunidade,tão crua,como um sangue que acabara de nascer,respirei entontecida por aquele olhar que me refletia pela primeira vez.Me atirei : meu mundo naquele mundo,fundiu-se compativelmente num instante único,entrelaçados nos corpos,sobre a sintonia do coro que duetava nossos beijos.Era doce como licor.Inrresistível como a veste vermelha da maçã.É meu pecado,meu menino.Meu ninho,meu lugar confuso.Não questionei se aquilo pudesse ser o melhor pra minha vida,porque todas as escolhas "certas" que havia feito,na verdade,sempre foram mortas.Eu precisava era de algo que me reacendesse.Que desencontrasse do que eu já havia sido.E tudo assim mudou: por ele arrisquei,me revirei ao avesso,delirei de amor,suportei o ódio,engoli o tédio, perdoei, sonhei,sonhei...Nele está o poço que chorei e o jardim que sorri.Ele me rouba,sem sentir,e eu só queria sê-lo também,com o mesmo poder que ele tem; a qual fere e depois contém,com uma facilidade que me perturba.Tenho renascido todas as manhãs,com uma força sobrenatural,que de certo deva existir sobre as almas que amam e sofrem; que se desintegram instintivamente só para ter teu amor por inteiro,egoísta e louco.E se é que inteiro exista,continuo juntando (meus,nossos) planos,nessa guerra desenfreada de sentimentos,onde tormentas se repetem, por uma sede,so sad,de querer ser a única razão da vida dele.E porque acredito,ainda insisto pertencer.

Tenho pensado em você com tanta saudade. De repente tudo mudou: as conversas se calaram,o tempo se alongou.
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Tenho pensado em você com tanta saudade. De repente tudo mudou: as conversas se calaram,o tempo se alongou. Me preciptei,por amor. Julguei com ironia tuas desculpas, cobrei demais tua ausencia. Olhei só pra minha necessidade. Te joguei fora por orgulho, mas o que dói é que você ficou, percorrendo minhas idéias numa tormenta que não cessa. Procuro nos restos de Setembro, um tempo menos seco, para ver se me desencontro com você. Queria cair desse céu negro, e que fosse fatal o esquecimento. Menos sofrimento se tirasse você daqui de dentro. Mas o que faço se eu só te espero? Não tem graça por onde eu vou. Nenhum olhar me diz mais nada. Nenhum beijo tem teu gosto. As vozes são vazias... As tardes ficaram presas neste quarto.Vaga. Estou sem notícias suas,quero que saiba: -não fique tão longe assim. Tomo sua falta que desce nas notas dessa canção,tão sincera como meu pedido de perdão. -Eu errei. E me dói tudo. Minhas vestes se perderam pela casa á procura dos momentos que não mais encontrei. São trapos de alma que rasguei. É o coração batendo sem significado. Eu te guardei com tanto cuidado, que perdi onde deixei. E agora te quero por onde passo. A saudade é o amor que fica. É esse descompasso. Queria você agora. Ainda faço tanto num abraço... Te prometo nesses versos Enquanto eu viver, A vida será esse Meu perpetuar, Os momentos de você.

PENSANDO Agora,tão certo,pairo nessa imensidão que obtenho.
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PENSANDO Agora,tão certo,pairo nessa imensidão que obtenho. Desnudo ter que caço,sem haver. Me acompanha,a ilusão,numa passagem lúgubre,que faz querer viver. Seio ardente em brasa semi-morta - você - que sem esforço põe a acender. Estou silêncio de fazer o vento falar, sobre tal força que há aqui,no meu pensar. Me atiro na proposta desse tempo, no meu infante segredo, que revelo nesse lido poetar: Estás quase aqui,como nesse retrato. Imóvel.Abstrato. E o imaginar,vai formando na retina do meu olhar,uma ponte a ligar, dois mundos mudos,divididos entre muros,que impedem tocar. Não o pensar. -Te lembro...