No tempo em que os sábios não eram nem funcionários públicos nem apadrinhados de fundações bilionárias, cada um deles sabia que a unanimidade da opinião humana era, se não um critério de veracidade, ao menos um forte indício de racionalidade e probabilidade. No mundo moderno, ao contrário, a zé-lite acadêmica acha que todo mundo é louco ou burro, menos ela.
O ser humano não nasceu para corrigir o mundo. A esfera de ação própria do ser humano é muito pequena. E hoje em dia todo mundo tem a ambição de criar um mundo melhor. Qualquer garoto de 12 anos está criando um mundo melhor. Então é essa ambição de criar um mundo melhor que faz os camaradas entrarem numa luta pelo poder — porque, se você quer mudar o mundo, você precisa ter o poder para modificá-lo —, então modificar o mundo, melhorar o mundo passa a ser o capítulo 2; o capítulo 1 é conquistar o poder. Esse pessoal cria uma obsessão de poder, e todos eles se corrompem até o fundo da alma, e se transformam eles mesmos em maiores propagadores do mal ainda.
"Eu não respeito a sua opinião. Eu respeito o seu direito de pensar errado. [...] Se eu respeitar sua opinião o tanto quanto respeito a minha, então eu estou indeciso: não sei se penso como eu mesmo ou como você. [...] Isso não quer dizer que eu não goste de você, que não acho você um cara bacana, mas está falando besteira."
"Nas nações onde a caridade é de livre escolha, os EUA ocupam hoje, como sempre ocuparam, o primeiríssimo lugar: setenta e dois por cento dos americanos ajudam pessoas que nem conheciam. Meu irmão costumava dizer: 'Dos povos que conheci, só os americanos tinham um coração.' Ainda têm."