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Frases de Nildinha Freitas

692 frases

⁠Acreditar no processo requer de nós muita paciência. Esperar não é algo fácil, mas, em tudo, só se cresce a partir de processos que muitas vezes podem ser dolorosos. A verdade é que, na vida, tudo tem um preço, e somos nós quem temos o poder de escolher a moeda de pagamento. Por…
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⁠Acreditar no processo requer de nós muita paciência. Esperar não é algo fácil, mas, em tudo, só se cresce a partir de processos que muitas vezes podem ser dolorosos. A verdade é que, na vida, tudo tem um preço, e somos nós quem temos o poder de escolher a moeda de pagamento. Por isso, acredito que colhemos o que plantamos; portanto, apesar de não sermos perfeitos, que busquemos sempre plantar o bem. Nildinha Freitas

⁠Não lembro por quantas estradas andei, nem quantos abismos pulei. O que sei é que a rota mais complexa que eu pisei e piso, é a que me leva para dentro do que sou e do que ainda serei. Aprendendo a cada dia a reconhecer os meus tropeços e a acertar os meus passos, sigo.
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⁠Não lembro por quantas estradas andei, nem quantos abismos pulei. O que sei é que a rota mais complexa que eu pisei e piso, é a que me leva para dentro do que sou e do que ainda serei. Aprendendo a cada dia a reconhecer os meus tropeços e a acertar os meus passos, sigo. Nildinha Freitas

⁠Eu tenho o Sol por testemunha, que apesar de minhas fragilidades expostas, tantas vezes, por gente que não conhece quem eu sou, eu já me levantei de noites sombrias, e cantei com os pássaros a cura da dor. Eu tenho esse amanhecer, forças para seguir, para sentir, para viver e t…
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⁠Eu tenho o Sol por testemunha, que apesar de minhas fragilidades expostas, tantas vezes, por gente que não conhece quem eu sou, eu já me levantei de noites sombrias, e cantei com os pássaros a cura da dor. Eu tenho esse amanhecer, forças para seguir, para sentir, para viver e tenho você, amor. Nildinha Freitas

⁠Eu já sorri de orgulho de mim incontáveis vezes na vida. Sorri quando olhei a cicatriz e lembrei que um dia ,ali , fui ferida. Sorri quando olhei para trás e entendi que viver é bem mais que juntar coisas materiais, vive bem quem sabe o valor do abraço, do colo que alivia o cans…
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⁠Eu já sorri de orgulho de mim incontáveis vezes na vida. Sorri quando olhei a cicatriz e lembrei que um dia ,ali , fui ferida. Sorri quando olhei para trás e entendi que viver é bem mais que juntar coisas materiais, vive bem quem sabe o valor do abraço, do colo que alivia o cansaço. Eu já sorri de orgulho de mim, toda vez que reconheci os meus erros banais e não errei mais. Nildinha Freitas

⁠Por muito tempo o medo esteve olhando nos meus olhos, me fazendo tremer diante da vida, cara a cara , feito inimigo que se veste de amigo para me engolir aos pouquinhos. Por muito tempo eu acreditei nas mentiras que o medo me contou. Por muito tempo acreditei que eu era menor,…
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⁠Por muito tempo o medo esteve olhando nos meus olhos, me fazendo tremer diante da vida, cara a cara , feito inimigo que se veste de amigo para me engolir aos pouquinhos. Por muito tempo eu acreditei nas mentiras que o medo me contou. Por muito tempo acreditei que eu era menor, quando hoje eu sei ser gigante. Acreditei que a vida era uma passagem ligeira, breve e que tudo não passava de um instante. Eu até acreditei que ser feliz era para poucos, e que eu não estava entre os escolhidos . Por muito tempo fui ferida pelas memórias que estavam lá escondidas no mais profundo de mim, mas agora, escrevo essas linhas, consciente de que tudo não passava de uma grande mentira contada para me impedir de ir, feito máscara que escondia quem sou, meu medo me bloqueou, mas agora, eu vou. Nildinha Freitas

⁠Poema de Gabi Onde eu estava quando você ralou os joelhos depois de cair de bicicleta? Onde eu estava quando, pela primeira vez, você sentiu o coração bater por amor a alguém?
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⁠Poema de Gabi Onde eu estava quando você ralou os joelhos depois de cair de bicicleta? Onde eu estava quando, pela primeira vez, você sentiu o coração bater por amor a alguém? Onde eu estava quando você foi para a aula e arrasou com uma nota boa? Onde é que eu estava quando você dançou com tanta alegria em uma apresentação cultural? Onde eu estava quando você passou mal? Onde é que eu estava quando você riu alegremente, iluminando tudo ao seu redor? Onde eu estava quando você sentiu e ainda sente tantas emoções? Onde eu estava quando, pela primeira vez, você entendeu que já não era uma criança? Onde eu estava quando para você eu me tornei lembrança? Quantas vezes me perguntei onde é que eu me escondi! Mas a verdade é que eu não estava escondida! Quase sempre, eu estava lutando! Mas acabei me perdendo de você. Estava lutando para que não nos faltasse nada, lutando por nós! Mas deixei faltar a mim. Mas sei, eu sei! Eu sou consciente! Eu errei, eu errei, eu errei! Eu estava tão perdida que é difícil me encontrar novamente. Desculpa, eu não sou mais assim! Nildinha Freitas

⁠Fevereiro Quem vê pensa que eu não sinto, mas eu sinto.
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⁠Fevereiro Quem vê pensa que eu não sinto, mas eu sinto. Sinto saudade, sinto coragem e medo ao mesmo tempo. Quem olha para mim não sabe o que dói, e esses dias doeu muito. Sabe aquela dor latejante que parece que vai explodir, expor o que está por dentro, por dentro de tudo que sou? Doeu assim, se é que ainda não dói. Fevereiro chegou e ainda não é carnaval. Ainda não é alegria, é dor. Nildinha Freitas

Eu não sou perfeita. Eu não sou perfeita em quase nada do que faço. Eu sou acerto, desacerto.
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Eu não sou perfeita. Eu não sou perfeita em quase nada do que faço. Eu sou acerto, desacerto. Às vezes, sou furacão, às vezes, uma tempestade. Quando sou calmaria, eu sou abraço, eu sou sorriso, eu sou aquele cheiro no cangote. Não, eu não sou perfeita. Às vezes sou chata, eu sou chata. Mas quem não é? Cada um do seu jeito é luz e às vezes deixa de ser. Mas isso não é pecado Pecado é não se reconhecer. Nildinha Freitas

⁠ Diante da minha fragilidade, exposta na dor,
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⁠ Diante da minha fragilidade, exposta na dor, na agonia de ser quem sou. Diante do medo, esse que aparece de vez em quando feito um lobo feroz. Diante da angústia, que parece uma faca de dois gumes cortando e lacerando a minha alma. Diante do passado, do presente e do futuro, que às vezes se unem como se fossem me engolir. Diante de tudo, eu só posso dizer: me deixe aqui, eu não quero ir! Nildinha Freitas

Eu valorizei a minha força quando olhei para o lado e não vi mais ninguém
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Eu valorizei a minha força quando olhei para o lado e não vi mais ninguém segurando a minha mão. Eu valorizei a minha força quando olhei para a frente e não vi luz, só escuridão. Eu valorizei a minha força quando olhei para trás e percebi aqueles que se afastaram, porque eu não era quem eles queriam que eu fosse. Nildinha Freitas⁠

⁠Eu sou a filha indomável da minha mãe, aquela que corre descalça, que se banha na chuva,
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⁠Eu sou a filha indomável da minha mãe, aquela que corre descalça, que se banha na chuva, que sobe montanhas e escala sonhos, que desafia o sistema, que luta contra a soberania. Eu sou a filha indomável da minha mãe, indignada com a injustiça, aquela que batalha para que todos possam ter um mundo melhor. Eu sou a filha indomável da minha mãe, a que erra e falha, que já caiu muitas vezes, mas sempre levantou. Eu sou a filha indomável da minha mãe, descendência forte e livre, carregando na mão a lança da esperança, disposta a lutar contra qualquer sentimento que tente me colocar para trás. Nildinha Freitas

⁠ Eu sempre tive medo de olhar pelo espelho retrovisor da vida,
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⁠ Eu sempre tive medo de olhar pelo espelho retrovisor da vida, de pensar em ter que encarar novamente os meus erros, as vezes em que falhei com pessoas, as vezes em que amei o que eu não devia e as vezes em que deixei de me amar. Eu sempre tive medo, sempre tive medo de voltar para me curar, de olhar para o passado e perceber que, sem ele, eu não seria quem sou. Eu sempre tive medo de me desfazer para me reconstruir, mas a vida, por si só, já me colocou muitas vezes no lugar em que eu deveria estar, para entender que eu não sabia tanto quanto agora, e olha que ainda não sei quase nada. Estou aprendendo todo dia que a vida é reconstrução, recomeços a cada manhã e reinicialização a cada anoitecer. Nildinha Freitas

⁠Muitas vezes, me perdi nas minhas versões, naquelas que fui. Será que ainda sei se sou? Eu me perdi muitas vezes pensando estar no caminho certo. Eu me desconheci; eu me desconheci muitas vezes. Olhei para mim e não entendia quem de fato eu era. Eu errei, errei demais, mas acer…
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⁠Muitas vezes, me perdi nas minhas versões, naquelas que fui. Será que ainda sei se sou? Eu me perdi muitas vezes pensando estar no caminho certo. Eu me desconheci; eu me desconheci muitas vezes. Olhei para mim e não entendia quem de fato eu era. Eu errei, errei demais, mas acertei mais, porque a vida não é só um jogo de erros e acertos; é também um jogo de recomeço. Nildinha Freitas

⁠Eu já não tenho medo de envelhecer. Eu não tenho medo de olhar os cabelos brancos na cabeça,
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⁠Eu já não tenho medo de envelhecer. Eu não tenho medo de olhar os cabelos brancos na cabeça, de olhar as rugas que estão surgindo toda manhã. Eu não tenho medo do espelho. Eu não tenho medo. Eu não tenho medo que as pessoas vejam pela casca que sou por fora. Meu medo maior é esse, eu não posso negar: é morrer sem ter reconstruído as coisas que, sem querer, tropeçando no caminho, destruí. Nildinha Freitas