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Frases de Nildinha Freitas

692 frases

⁠Hoje o café estava fraco, o amor esfriou e o coração ficou lento por falta de cafeína, mas a vida me obriga a levantar e seguir minha sina. Nildinha Freitas
⁠A minha alma, também cansa. O meu coração, também perde o compasso e os meus pés tropeçam em alguns passos. E eu, só estou aqui para aprender, mas eu nunca fui perguntada se eu queria esse saber!?
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⁠A minha alma, também cansa. O meu coração, também perde o compasso e os meus pés tropeçam em alguns passos. E eu, só estou aqui para aprender, mas eu nunca fui perguntada se eu queria esse saber!? Viver cansa, morrer cansa, sentir por gente que não sente, cansa, e feito criança eu vou tentando, tentando, somente ser, sobreviver... Uma hora dessa, vou olhar para as páginas que ficaram no passado e dizer: eu estava enganada, viver, ainda é bem melhor do que morrer, vou sorrir do que senti e chorei, e serei. Nildinha Freitas

⁠Alguém me disse: alimente a esperança que ela cresce! Regue a roseira que ela floresce! Eu nem sempre entendi que o amor vence o ódio e que não é preciso planejar vinganças para os que nos desejam o mal.
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⁠Alguém me disse: alimente a esperança que ela cresce! Regue a roseira que ela floresce! Eu nem sempre entendi que o amor vence o ódio e que não é preciso planejar vinganças para os que nos desejam o mal. Apertar o gatilho me faz ser igual e se alguém foi comigo desumano, por qual motivo eu seria tão irracional? Nildinha Freitas

⁠O simples fato de acordar, muitas vezes, tem um peso gigante, sem limites sobre nós. Viver exige muito mais do que imaginamos. Exige paciência, e a gente nem sempre tem.
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⁠O simples fato de acordar, muitas vezes, tem um peso gigante, sem limites sobre nós. Viver exige muito mais do que imaginamos. Exige paciência, e a gente nem sempre tem. Exige planejamento, e a gente nem sempre sabe a rota. Exige foco, mas a cabeça nem sempre consegue focar. Viver é bem mais que acordar Nildinha Freitas

⁠Eis a saga do viver: Ir! Voltar!
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⁠Eis a saga do viver: Ir! Voltar! Parar! Recomeçar! Sorrir! Sair do armário! Deixar de ser ordinário! Ser amor! Ser raiva! Ser dor! Servir! Ser servida! Ser o prato! Ser a comida! Ser a mesa! Ser coragem! Ser verdade! Jogar as máscaras! Vestir as máscaras? Nunca mais, elas não me cabem mais. Nildinha Freitas

⁠Nosso amor Eu, sendo um Gustavo que já tinha acreditado e desacreditado do amar, encontrei nessa vida a esperança de dias de paz, passei a ver sentido no azul do mar, no querer ir, sem voltar mais. Eu, que sendo um menino, encontrei o meu ninho num lugar igual a mim. Eu vi no…
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⁠Nosso amor Eu, sendo um Gustavo que já tinha acreditado e desacreditado do amar, encontrei nessa vida a esperança de dias de paz, passei a ver sentido no azul do mar, no querer ir, sem voltar mais. Eu, que sendo um menino, encontrei o meu ninho num lugar igual a mim. Eu vi no Geovane, não a rosa, mas, um jardim. A gente se encontrou, mas não foi igual tantas outras vezes, foi encontro de almas, foi reencontro de vidas e no lugar da dor, brotou o sentimento do amor que cura toda ferida. Hoje, já não somos apenas um, mas somos só um, e inteiramente prontos para espalhar a semente do amor da gente. Nossa jornada começou, e vamos trilhar sem medo, e sem temer o amanhã. Vamos viver o agora, o acordar toda manhã. Nildinha Freitas Em homenagem a Gustavo e Geovane

⁠Existe em mim uma gigante que já adormeceu por ter sido enganada, traída e vítima de mentiras mal contadas. Existe em mim uma dama que ama à noite, vestida de vermelho, ou a cor que vier na cabeça. Existe em mim uma mulher sóbria, que acorda dos goles que a vida lhe fez engolir…
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⁠Existe em mim uma gigante que já adormeceu por ter sido enganada, traída e vítima de mentiras mal contadas. Existe em mim uma dama que ama à noite, vestida de vermelho, ou a cor que vier na cabeça. Existe em mim uma mulher sóbria, que acorda dos goles que a vida lhe fez engolir forçadamente. Existe a mulher que sorri, ama e sente. Nildinha Freitas

⁠Eu canto a alegria dessa manhã perfeita, a alegria do cantarolar dos pássaros que moram em meu quintal.Eu conto a alegria desse amanhecer, do bem-te-vi sorrindo porque me vê. Eu canto a paz do Beija-flor roubando o pólen, o néctar do meu girassol e canto o aquecer do sol. Nild…
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⁠Eu canto a alegria dessa manhã perfeita, a alegria do cantarolar dos pássaros que moram em meu quintal.Eu conto a alegria desse amanhecer, do bem-te-vi sorrindo porque me vê. Eu canto a paz do Beija-flor roubando o pólen, o néctar do meu girassol e canto o aquecer do sol. Nildinha Freitas

⁠Os passos dados até aqui, por caminhos que nem sempre a gente escolheu ir, nos fez entender o que a gente merece, ou não. Sabemos, nesse tempo do agora, as muitas vezes que fomos vítimas de nossas próprias emoções, que caímos nas ciladas, nas emboscadas dos nossos medos e não é…
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⁠Os passos dados até aqui, por caminhos que nem sempre a gente escolheu ir, nos fez entender o que a gente merece, ou não. Sabemos, nesse tempo do agora, as muitas vezes que fomos vítimas de nossas próprias emoções, que caímos nas ciladas, nas emboscadas dos nossos medos e não é nenhum segredo que a gente se torna melhor, cada vez que supera a dor, mas o amor, ele não tem culpa de tudo o que a gente passou. O amor é passarinho cantando ao amanhecer e é o sol se pondo ao entardecer, sem medo, a gente precisa deixar ele de novo crescer. Nildinha Freitas

⁠Domingo Naquele domingo, quando todo mundo negligenciou o amor, eu te encontrei sorrindo na esquina, perdida, tanto quanto eu. O GPS tinha nos levado, proporcionalmente, ao lugar "errado".
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⁠Domingo Naquele domingo, quando todo mundo negligenciou o amor, eu te encontrei sorrindo na esquina, perdida, tanto quanto eu. O GPS tinha nos levado, proporcionalmente, ao lugar "errado". Parece coisas do destino, e é! Nildinha Freitas

⁠O que eu mais observo quando vou a um velório, é o quanto àquela pessoa morta no meio de um salão fúnebre passa a ter tanto valor. Suas qualidades são apresentadas como referência para as gerações futuras. Todos, feito um coral de igreja, entoam a mesma cantiga: era um ser de lu…
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⁠O que eu mais observo quando vou a um velório, é o quanto àquela pessoa morta no meio de um salão fúnebre passa a ter tanto valor. Suas qualidades são apresentadas como referência para as gerações futuras. Todos, feito um coral de igreja, entoam a mesma cantiga: era um ser de luz. Morto, sem vida,um corpo que já não pode sorrir, ou chorar, tem o valor que ninguém em vida nunca o terá. Nildinha Freitas

⁠O bem anda solto nas esquinas, onde as pessoas que moram nelas se ajudam mutuamente. O bem parece sorrir da cara dessa gente má,que pensa que conseguiu ganhar. O bem se veste de coragem e com a espada da justiça, sai pelas madrugadas, para sarar, curar o que dói e corrói as alma…
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⁠O bem anda solto nas esquinas, onde as pessoas que moram nelas se ajudam mutuamente. O bem parece sorrir da cara dessa gente má,que pensa que conseguiu ganhar. O bem se veste de coragem e com a espada da justiça, sai pelas madrugadas, para sarar, curar o que dói e corrói as almas. O bem anda solto por todos os lados, nos caminhos por onde a gente tem andado, levando a esperança e a pedagogia do amor. Perceba o bem no colorido da flor. Nildinha Freitas

⁠Não ignore o que atravessa a sua alma como se fosse o ar adentrando os seus pulmões. Não ignore a sua intuição quando ela lhe pede para parar, ou seguir, dizer sim, ou não. Não ignore os sinais, que igual aos sinos das catedrais, então gritando dentro de você. Ouça o que o seu…
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⁠Não ignore o que atravessa a sua alma como se fosse o ar adentrando os seus pulmões. Não ignore a sua intuição quando ela lhe pede para parar, ou seguir, dizer sim, ou não. Não ignore os sinais, que igual aos sinos das catedrais, então gritando dentro de você. Ouça o que o seu coração tem a dizer. Nildinha Freitas

⁠Vejo gente crucificando gente todo dia, pregando na cruz do ódio e do desrespeito. Vejo gente que diz ser quase "Deus", que bate no próprio peito de ateu e diz que tem fé, sem ter. Vejo gente todo dia matando pobres, negros,gays, lésbicas ou quem diz "não" ao sistema de submis…
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⁠Vejo gente crucificando gente todo dia, pregando na cruz do ódio e do desrespeito. Vejo gente que diz ser quase "Deus", que bate no próprio peito de ateu e diz que tem fé, sem ter. Vejo gente todo dia matando pobres, negros,gays, lésbicas ou quem diz "não" ao sistema de submissão. Vejo essa gente que anda com um livro sagrado na mão e a mentira no coração, matando sem atirar. Eu vejo gente que mata com o olhar e com o cantinho do olho mira para matar. Gente que mata por quase nada e ainda dorme sem acordar de madrugada. Vejo gente matando gente toda hora, pregando na cruz um João, uma Maria, um filho de Jesus e de Sebastião e matam com as próprias mãos. Nildinha Freitas

⁠Só eu sei como foi difícil arrumar a bagunça que ficou, depois de tudo o que eu enfrentei na vida. Quem olha para as cicatrizes acaba lembrando a dor das feridas e a vida nunca foi fácil. É que de graça tem quem abomine o meu sorriso, quem até senta na arquibancada esperando a…
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⁠Só eu sei como foi difícil arrumar a bagunça que ficou, depois de tudo o que eu enfrentei na vida. Quem olha para as cicatrizes acaba lembrando a dor das feridas e a vida nunca foi fácil. É que de graça tem quem abomine o meu sorriso, quem até senta na arquibancada esperando a minha queda. Eu sei que vai se frustrar quem pensa que eu vou me quebrar, pois posso até "cair", mas é para testar o chão e quem quiser que olhe quando eu me levantar, pois eu nasci foi para flutuar, voar, pairando leve no ar. Nildinha Freitas

⁠Eu tinha tudo para não gostar de poesia, de verso, de prosa, de viver e de seguir. Eu tinha tudo para desistir! Eu tinha tudo para ter esperado a morte, pacificamente, deitada no chão e olhado ela chegar vestida de soberania, mas morrer não é para mim! Estou escrevendo nas ped…
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⁠Eu tinha tudo para não gostar de poesia, de verso, de prosa, de viver e de seguir. Eu tinha tudo para desistir! Eu tinha tudo para ter esperado a morte, pacificamente, deitada no chão e olhado ela chegar vestida de soberania, mas morrer não é para mim! Estou escrevendo nas pedras para sobreviver ali, no meio do que um dia foi dor. Nildinha Freitas

⁠Olhando para as marcas que a vida, cruelmente, me deixou, vejo nas cicatrizes o selo de quem vence a dor. Olhando para os passos que pareciam terem sido pisados em vão,vejo que a vida havia me dado outra opção e se andei por estradas "erradas", foi minha escolha, não uma condiç…
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⁠Olhando para as marcas que a vida, cruelmente, me deixou, vejo nas cicatrizes o selo de quem vence a dor. Olhando para os passos que pareciam terem sido pisados em vão,vejo que a vida havia me dado outra opção e se andei por estradas "erradas", foi minha escolha, não uma condição. Olhando para o futuro nas marcas de minhas mãos, vejo paz, vejo amor por todos os cantos, campos, mares, terras por onde eu passar, não estou aqui para sofrer, eu nasci para ser amada e para amar. Nildinha Freitas

⁠Quando vivi um milagre em mim, aprendi a valorizar mais a vida, as pessoas. Aprendi a lutar, também, por quem não é meu, ou minha. Aprendi que a vida é faísca, raio que corta o céu e que tudo não passa de um instante, e que nele, tudo pode se perder, ou ganhar. Se ganhei essa l…
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⁠Quando vivi um milagre em mim, aprendi a valorizar mais a vida, as pessoas. Aprendi a lutar, também, por quem não é meu, ou minha. Aprendi que a vida é faísca, raio que corta o céu e que tudo não passa de um instante, e que nele, tudo pode se perder, ou ganhar. Se ganhei essa luta, foi por ter entendido que mereço viver e vivo. Nildinha Freitas

⁠Cegueira Ela estava cega! Perdeu a visão no meio da juventude.
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⁠Cegueira Ela estava cega! Perdeu a visão no meio da juventude. Logo no início de sua cegueira, ella ainda via uma luz. Via o raiar do dia. Via a lua quando surgia. Com o passar dos dias, das horas, luz nenhuma ela via. Só via o que queria! Àquela cegueira era peculiar Era diferente! Ela parecia enxergar a gente. Ela não via nada! Só via o que queria ver a sua frente. Ela via diferente da gente, enxergava vida e gente morria. O tempo passando,a cegueira aumentando e ela se adaptando. Já não sentia falta daquela via. Ela não sabia que estrada teria na sua mente. Não sentia falta daquilo que via, antes! Ela dizia: vejo a noite Vejo o dia. Escolho a hora de ver! Vejo com o toque! Sinto o seu ar! Nildinha Freitas Livro Atenta Ativa Chiado Editora Lisboa Portugal