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Frases de Nildinha Freitas

692 frases

É para poucos, acordar e ter a coragem de ir contra o sentir, quando a razão escancara verdades que moram escondidas debaixo dos tapetes da covardia. Nildinha Freitas
⁠Versos de gente grande Eu já dividi a vida com gente de sorriso perfeito, mas que carregava ódio no peito. Eu já dormi no mesmo espaço de gente com pele de porcelana, que o coração era um pântano cheirando a lama.
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⁠Versos de gente grande Eu já dividi a vida com gente de sorriso perfeito, mas que carregava ódio no peito. Eu já dormi no mesmo espaço de gente com pele de porcelana, que o coração era um pântano cheirando a lama. Eu já estive na mesma mesa com gente que acertava todas as vírgulas nas suas escritas, mas a interrogação, ainda grita. Eu já convivi com quem não sabia ler e nem escrever sobre o mundo, mas que o silêncio era só poesia. Eu já sorri com gente que dormia na rua, mas que tinha uma alma pura, limpa, nua... Eu, me sinto nova diante da vastidão do tempo, mas vou embora de tudo que o me devora, para vomitar lá fora e que me sobra é o meu verso no cabresto da memória. Nildinha Freitas

⁠Deixar para trás é, possivelmente, a decisão mais difícil que qualquer ser humano pode tomar. Deixar de amar quem nos machuca, deixar de ir a lugares que nos são tóxicos, deixar ir embora pessoas que já não cabem em quem somos e queremos ser. Deixar ir, para que a gente também…
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⁠Deixar para trás é, possivelmente, a decisão mais difícil que qualquer ser humano pode tomar. Deixar de amar quem nos machuca, deixar de ir a lugares que nos são tóxicos, deixar ir embora pessoas que já não cabem em quem somos e queremos ser. Deixar ir, para que a gente também possa seguir, é uma decisão dolorida, sofrida, pois criamos em nós a certeza falsa de que o para sempre não tem fim, mas tem, ponto final. Nildinha Freitas

⁠Estabelecer limites é se posicionar no lugar que é nosso por direito. A bondade não está relacionada com o fazer a vontade de outras pessoas, e sim, em procurar conviver em harmonia sem desqualificar a própria identidade. A linha que separa quem a gente é, da pessoa que querem…
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⁠Estabelecer limites é se posicionar no lugar que é nosso por direito. A bondade não está relacionada com o fazer a vontade de outras pessoas, e sim, em procurar conviver em harmonia sem desqualificar a própria identidade. A linha que separa quem a gente é, da pessoa que querem que a gente seja, está em nossas mãos. Nildinha Freitas

⁠Nem sempre devemos deixar o nosso olhar voltado para a ferida, para a dor que não sossega. É mais que necessário aprender a olhar as coisas simples, como o barulho do vento que traz a chuva e que leva as ruínas devagar e para longe. Acordar para um novo e nunca retroagir, pois…
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⁠Nem sempre devemos deixar o nosso olhar voltado para a ferida, para a dor que não sossega. É mais que necessário aprender a olhar as coisas simples, como o barulho do vento que traz a chuva e que leva as ruínas devagar e para longe. Acordar para um novo e nunca retroagir, pois o tempo do viver é o agora. O agora é o tempo de seguir. Nildinha Freitas

⁠Estou cansada desta gente escrota, destes sanguessugas que chupam nosso sangue pelas costas. Estou cansada desta gente que se autodenomina perfeição, que não sabe de que lado fica o próprio coração. Estou cansada desta fuleragem, desta gente sem requinte e maliciosa, dessa via…
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⁠Estou cansada desta gente escrota, destes sanguessugas que chupam nosso sangue pelas costas. Estou cansada desta gente que se autodenomina perfeição, que não sabe de que lado fica o próprio coração. Estou cansada desta fuleragem, desta gente sem requinte e maliciosa, dessa viagem sem volta, rodeada de covardias e mentiras. Estou cansada desta gente que é pequena por se achar maior. Estou cansada, e só! Nildinha Freitas

⁠Olho para as estrelas e tenho a certeza de que lá também há vida e luzes coloridas. Vejo que o universo é grande demais para caber dentro dos meus versos e das minhas rimas desencontradas. Sei que somos muito, mas parecemos um nada, no meio da vastidão, da imensidão e dos mist…
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⁠Olho para as estrelas e tenho a certeza de que lá também há vida e luzes coloridas. Vejo que o universo é grande demais para caber dentro dos meus versos e das minhas rimas desencontradas. Sei que somos muito, mas parecemos um nada, no meio da vastidão, da imensidão e dos mistérios que estão submergidos por nossa falta de visão. Nildinha Freitas

⁠Certa vez eu fui no mar alto em um barco pequeno,onde só havia espaço para quatro pessoas, uma vela e um motor enferrujado. O caminho todo da ida eu temi o mar, e mesmo estando de colete, eu só sentia medo. Na volta para o porto, eu decidi olhar cada pedaço do oceano que se es…
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⁠Certa vez eu fui no mar alto em um barco pequeno,onde só havia espaço para quatro pessoas, uma vela e um motor enferrujado. O caminho todo da ida eu temi o mar, e mesmo estando de colete, eu só sentia medo. Na volta para o porto, eu decidi olhar cada pedaço do oceano que se espalhava para todos os lados e confiar no barqueiro. Na vida, precisamos acreditar mais em nós e em quem está no leme. É seguir,mesmo que haja medo e admirar a paisagem . Nildinha Freitas

⁠Eu sou uma equilibrista, tentando me manter em pé, entre o sentir e a razão. Na corda bamba,entre o cérebro e o coração. Quem foi que inventou que amor é prisão?! Quero a liberdade,essa que nada prende, mas também quero um lugar para me sentir amada.
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⁠Eu sou uma equilibrista, tentando me manter em pé, entre o sentir e a razão. Na corda bamba,entre o cérebro e o coração. Quem foi que inventou que amor é prisão?! Quero a liberdade,essa que nada prende, mas também quero um lugar para me sentir amada. Quero a leveza dos passos sem rota e quero o mapa com trajetórias bem traçadas. A vida não deve ser um jogo de cartas marcadas, mas uma estrada colorida de flamboyant, que faça valer a pena levantar toda manhã. Nildinha Freitas

⁠O rio da vida segue e nele a gente chega ao mar. Vai atravessando barreiras, vencendo os estreitos espaços e indo por entre as arestas. O rio da vida vai e a gente em um barco pequeno que parece de papel, sem a segurança que as regras impostas dizem que precisam existir, fecham…
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⁠O rio da vida segue e nele a gente chega ao mar. Vai atravessando barreiras, vencendo os estreitos espaços e indo por entre as arestas. O rio da vida vai e a gente em um barco pequeno que parece de papel, sem a segurança que as regras impostas dizem que precisam existir, fechamos os olhos e confiamos, para poder ir. Nildinha Freitas

⁠Eu já ouvi falar em medo! Em medo do passado, que assombra sem não mais existir. Em medo de um futuro, que a gente nem sabe se vai vir.
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⁠Eu já ouvi falar em medo! Em medo do passado, que assombra sem não mais existir. Em medo de um futuro, que a gente nem sabe se vai vir. Em medo do agora, que a gente só tem essa hora. Temer é o que faz a gente não ir e se é para fazer diferente não se pode igualmente agir. Quem repete padrões que já o levaram ao fracasso, sabota seus próprios passos. Nildinha Freitas

⁠Hoje se perdeu no céu um pássaro que voava só. Perdeu-se tentando se achar na imensidão e por entre as nuvens ele passava, ele ia e ele voltava. Hoje ele cansou de voar sem encontrar o caminho, quis voltar para o ninho e ser só passarinho. Perdido, sem rumo certo, respirou fun…
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⁠Hoje se perdeu no céu um pássaro que voava só. Perdeu-se tentando se achar na imensidão e por entre as nuvens ele passava, ele ia e ele voltava. Hoje ele cansou de voar sem encontrar o caminho, quis voltar para o ninho e ser só passarinho. Perdido, sem rumo certo, respirou fundo, mergulhou no infinito, se achou livre, sem amarras e foi. Nildinha Freitas

⁠A gente precisa compreender que merece o melhor e não devemos nos assustar quando o sol em nossa vida brilhar. Chega de aceitar o que nos fere e de rastejar por migalhas! O tempo vai nos dando lições que só ele é possuidor, uma das mais importantes, é:
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⁠A gente precisa compreender que merece o melhor e não devemos nos assustar quando o sol em nossa vida brilhar. Chega de aceitar o que nos fere e de rastejar por migalhas! O tempo vai nos dando lições que só ele é possuidor, uma das mais importantes, é: a gente merece amor. Nildinha Freitas