O kuduro é o estilo de música que mais emburrece o povo angolano.
Frases de Nelson Emílio
69 frases
A bíblia cristã é um dos maiores meios de alienação em África.
O islamismo não cresceu em Angola por debate de ideias, mas sim através do comércio em zonas pobres.
Cabo Verde, Guiné-Bissau e Guiné Equatorial falam português. Não é correcto dizer que somente em Angola se fala português, pois em São Tomé e Príncipe a quase totalidade da população já não fala as línguas locais.
Angola e Moçambique partilham a mesma situação: usaram a língua portuguesa para unir o país e hoje as cidades de ambos sofrem com a diminuição das línguas locais.
O domínio do humor, fofocas e conteúdos fúteis nas redes sociais é uma característica do algoritmo e do comportamento humano, regulado pelo modelo de negócio de empresas como a Meta e o TikTok.
A soberania de África não se mede pelo tamanho do isolamento, mas pela força da sua cooperação.
O sumiço das línguas locais é um facto comum a Angola, Moçambique e São Tomé e Príncipe, e não um problema único de Angola.
A adopção da língua do antigo colono para evitar conflitos étnicos e gerir a administração foi uma estratégia de sobrevivência do Estado, e não um acto de alienação.
A perda das línguas nacionais é um fenómeno urbano, concentrado em Luanda. Nas províncias de Angola, línguas como o umbundu, kimbundu, tchokwe e kikongo são as mais faladas no dia a dia pela maioria da população. Agora, tratar Luanda, como a totalidade do país é um erro de anális…
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A perda das línguas nacionais é um fenómeno urbano, concentrado em Luanda. Nas províncias de Angola, línguas como o umbundu, kimbundu, tchokwe e kikongo são as mais faladas no dia a dia pela maioria da população. Agora, tratar Luanda, como a totalidade do país é um erro de análise.
África não precisa de muros que a dividam na dor, mas de pontes que a unam na solução.
Diminuir-se diante do abismo é um erro. O tamanho de África só se descobre quando ela pensa a uma só voz.
Quem critica Angola por usar o português esquece que a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa partilha o mesmo dilema: a necessidade de usar a língua herdada para a administração e para a unidade nacional.
O maior erro das nações africanas é a ilusão de que podem vencer sozinhas.
Divididos, os problemas de África engolem as nações; unidos, as nações superam os problemas de África.
A perda de espaço das línguas locais para a língua colonial ocorre em vários países africanos devido às políticas pós-independência de unidade nacional.
Angola usa o português [...] de modo a unir um país com mais de dez grupos etnolinguísticos diferentes após a independência.
A cultura de um país é a soma viva de todas as suas culturas. A cultura é a soma das suas partes: um mais um são dois, mas dois vezes dois são quatro.
A responsabilidade não é algo que se herda, é algo que se pratica todos os dias. O passado nunca servirá de desculpa para estarmos parados hoje.
O maior perigo de afastar a nova geração da política não é a revolta, é o ego da velha geração.
A cultura não se divide nem se subtrai entre povos. Ela soma-se. E, ao somar-se, multiplica-se.
O homem precisa cultivar, tratar e cuidar das suas culturas. Deve cultivar a mente, porque cultura é tudo aquilo que não nasce sozinho.
A cultura de Angola é a soma viva de todas as suas partes, expressa na língua, na música, na dança, na arte, na vestimenta, na culinária e na organização social das suas 21 províncias segundo a aprovação e implementação da Nova Divisão Político-Administrativa.
Num país, a cultura multiplica-se ao somar-se. A cultura divide quando se impõe, mas multiplica-se quando se soma.