Sou apenas vulcão, com gotas de erudição.
Frases de Natasha Treuffar
50 frases
Cortesã Ato, desato, desabotoo e desfecho,
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Cortesã Ato, desato, desabotoo e desfecho, abro o seu fecho e fecho a porta. E então, nada mais de queixas, me faz gueixa, cortesã! E te inicío, no rito do meu próprio cio, de ser mulher, fêmea, bicho, alma, gata e calafrio. cala o meu frio! Com teu calor ateu. E me ama... A cama surta! Kama Sutra, comunhão...
Sou homerenga, galinha não! Você sabe a diferença?
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Sou homerenga, galinha não! Você sabe a diferença? É imensa..
Eu Sou tão poesia fluídos
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Eu Sou tão poesia fluídos névoa e vulcões... tão construida de utopias magia... Que as vezes esqueço da carne e osso!
Com o adverso? Faço versos! Crio controvérsias por onde passo, mas os versos me perseguem.
Melhor que ser maldita em palavras, ser maldita sem elas. No corpo do ser amado,
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Melhor que ser maldita em palavras, ser maldita sem elas. No corpo do ser amado, ser maldito e abençoado.
Círculos Quero um homem que me pegue pelo braço um homem que me de abraço
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Círculos Quero um homem que me pegue pelo braço um homem que me de abraço um homem que me de a mão. Que tome conta de mim. Um homem que me dome que não dorme e que me come... Só depois me põe pra dormir. E que me tome nos braços siga os meus passos e me mostre a direção. Quando eu andar em círculos...
A vida prega peças e nos desafia, a cada momento. A cada sofrimento ou dor.
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A vida prega peças e nos desafia, a cada momento. A cada sofrimento ou dor. No ardor de cada perda e na impotência gerada por tantos truques do destino. Em cada desatino, a vida nos testa. O nosso centramento, a nossa coragem...
Ela não queria marido, queria o mar, queria amar.
Na solidão do poeta rota certa entre as palavras e as entrelinhas.
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Na solidão do poeta rota certa entre as palavras e as entrelinhas. Conjugo eu sou, eu vou, eu sigo. É só o que me cabe. Quem quizer venha comigo...
Sou apenas vulcão, com gotas de erudição.
Entre Entre o sim e o não você fica. Entre o que morre e o que nasce.
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Entre Entre o sim e o não você fica. Entre o que morre e o que nasce. Entre o que quer partir, e o que quer chegar. Entre o picolé de coco e o de chocolate. E se ficar entre é o seu forte, o seu norte, sugiro que fique entre as minhas pernas... Entre meus abraços, dentadas e carícias. Sugiro que o seu entre, vire a conjugação do verbo entrar. Na minha vida de vez! E ai, entre o picolé de coco e o de chocolate, você descobre por fim, que os dois derretendo sobre o meu corpo nú, são a melhor opção...
A vida é risco, mas nela arrisco, toda a força do meu riso.
Mantendo a cabeça no lugar da cabeça e não no do coração.
Ser Mulher Ser mulher... No limite máximo dessa palavra!
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Ser Mulher Ser mulher... No limite máximo dessa palavra! Que tange e transcende o ato de ser humana. E ter, a cumplicidade do homem amado, sempre ao meu lado, ou por cima, ou por baixo, mas por perto, ereto e incompleto, enquanto não se encaixa em mim.
ANTI-PRINCESA Não espero príncipe encantado. Eu nem sequer sei esperar!!
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ANTI-PRINCESA Não espero príncipe encantado. Eu nem sequer sei esperar!! Eu caço, eu luto, eu sou a princesa hiperativa... A princesa que salva o príncipe. E que mata os dragões.
Meu caminho? Eu só pretendo encarnar ao máximo... Todos os êxtases de existir!
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Meu caminho? Eu só pretendo encarnar ao máximo... Todos os êxtases de existir! E quanto a dor?? Vou encarar!! E quanto as lágrimas? Inevitáveis...
Quero que a dor não seja o mantra principal da humanidade.
Que a dor nao seja o principal mantra da humanidade
Nao sao dois coraçoes, um pra alegría e outro pra dor.
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Nao sao dois coraçoes, um pra alegría e outro pra dor. Alegría e dor compartilham o mesmo coraçao.
Lakmar Pro mundo mudar e conjugar o verbo amar
Lakma Lá onde o sol se explode, espermatozóide,
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Lakma Lá onde o sol se explode, espermatozóide, à espera, te espero lá. Que mal há em amar? Lakmar... O lá e o aqui. Pro mundo mudar! Alma, ser com o que se importar!!! Ser o círculo, sou o ar. O ato de amar! De ser mãe, de me dar... De me doar e de crescer. De aprender, de me achar. Me Natashar... Em Lakma. ( Homenagem que ela fez a sua filha, quando ela nasceu, e que a homenageia também, pós seu falecimento.)
Ele Ele era ele.
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Ele Ele era ele. E era ele, (era?) e era ela. Era elo. Ele era amarelo! De medo. De medo dele? De medo dela? Medo do elo! Duelo. Medo de amar. E de domar, sua fera. Ela amava ela. Mas não contava pra ninguém. Nem pra si. Andava em circulos, tentando arrancar a flecha, que o cupido lançou em seu coração, de pedra. Vivia no mundo de Atena, mas sabia, que ela era sua Helena. Porém seu lado Paris, tinha desaprendido a viver em pares. E ímpar, ele erguia a espada. Meio Hércules, lutava contra o leão. Não de Nemeia. Mas seu leão interior. Fingia ser ovelha... Se protegia no rebanho. Sem coragem de ser. A sua força de viver. Potência de amar. Desaprendeu a se doar. E doeu nela. A machucou tanto, que ela partiu. E ele se repartiu. Ou já era repartido? Cindido? Defendido? No corpo dela o orgone. A bioenergia fluia. O amor acontecia. Entre paredes e sete chaves. Mas fora do quarto ele voltava pro quartel. Tirava o anel. E negava o elo. Amarelo! De medo. Sabe, o leão do mágico de Oz? Que não tinha coragem? Era ele. Que era ele, era ele (era?) e era ela. Ela, pulsando no seu coração.
Não tenho eu superior e eu inferior. Meus eus vivem em relação dialógica.