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Frases de natalia nuno

191 frases

⁠sinto-me triste, vontade ... espera-me aí que já vou , liberta de mim a saudade
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⁠sinto-me triste, vontade ... espera-me aí que já vou , liberta de mim a saudade q' em meu coração ficou.

⁠a natureza abre-se ao meu assombro, afasto-me da gente que passa, volto ao sossego do meu pensamento, às vezes converto-me noutro ser, o meu corpo é um mar e na corrente os meus sonhos embarcam, o tempo é abolido, e eu prossigo na luz da quimera confiada num milagre...de repente…
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⁠a natureza abre-se ao meu assombro, afasto-me da gente que passa, volto ao sossego do meu pensamento, às vezes converto-me noutro ser, o meu corpo é um mar e na corrente os meus sonhos embarcam, o tempo é abolido, e eu prossigo na luz da quimera confiada num milagre...de repente quando a turbulência aflora, caio na realidade, ficam sem luz as paisagens do meu olhar...interrompe-se o vôo ardente do meu sonhar...

⁠o persistente sonho que esfuma a criança de perfil de vidro, respiração frágil com a vida atrás de si, ainda me cantando...num novo sussurro...sou imortal até que o teu coração pulse e sorrirei ao baloiço onde ambas olhávamos as estrelas...não te preocupes, sou apenas um sonho f…
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⁠o persistente sonho que esfuma a criança de perfil de vidro, respiração frágil com a vida atrás de si, ainda me cantando...num novo sussurro...sou imortal até que o teu coração pulse e sorrirei ao baloiço onde ambas olhávamos as estrelas...não te preocupes, sou apenas um sonho feito de nuvens, brisas e auroras.

⁠assim se passou mais um dia de Natal, levantaram-se as estrelas, e os horizontes estiveram sossegados, e nós deslumbrámo-nos, com a família ao redor, abolimos o tempo e por um bom par de horas abrimos o caminho para a paz, e perpassou por ele um caudal de tempo passado e que ain…
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⁠assim se passou mais um dia de Natal, levantaram-se as estrelas, e os horizontes estiveram sossegados, e nós deslumbrámo-nos, com a família ao redor, abolimos o tempo e por um bom par de horas abrimos o caminho para a paz, e perpassou por ele um caudal de tempo passado e que ainda nos traz saudade.

⁠adoro o colorido dos pássaros, fazem-me lembrar a frescura dos bosques, o perfume das manhãs orvalhadas, a chuva que faz tremer os ramos, até as mais frágeis memórias atadas, e lá surge a saudade dos pintassilgos saltando nas margens do rio, desenhando rastos formosos e suas not…
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⁠adoro o colorido dos pássaros, fazem-me lembrar a frescura dos bosques, o perfume das manhãs orvalhadas, a chuva que faz tremer os ramos, até as mais frágeis memórias atadas, e lá surge a saudade dos pintassilgos saltando nas margens do rio, desenhando rastos formosos e suas notas musicais nos claros silêncios da minha memória... aí, onde eu vou resgatar a infância que sempre por mim espera...

⁠um fogo breve é já a vida, é folha que cai ao chão e conhece a velhice, é o obscurecer da beleza que não volta, é lágrima de resignação, é escutar o doentio lamento da alma...no fragor da festa tudo era surpresa a arder na carne, a iluminar o rosto, ternos sonhos, nada comparáve…
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⁠um fogo breve é já a vida, é folha que cai ao chão e conhece a velhice, é o obscurecer da beleza que não volta, é lágrima de resignação, é escutar o doentio lamento da alma...no fragor da festa tudo era surpresa a arder na carne, a iluminar o rosto, ternos sonhos, nada comparável ao tempo dos amores, cujos ruídos agora se apertam no peito como cristal cortante que acaba de se partir perante os nossos olhos embora na penumbra...mãos dóceis eram outras que vão perdendo o tacto, e há um riso triste ocupando o quarto de janelas fechadas, onde só o espelho vai golpeando o futuro... murcham as flores na jarra imaginária, queimando o olhar longínquo, e irrompem as carências dum amor nunca descoberto, caem aguaceiros, oscilam os sonhos, e a chuva nos olhos bate sem piedade... rasgão do tempo de Outono que caprichosamente lhe assoma com a saudade...

⁠através das cortinas da alma, vou remando até à infância, nada me barra o caminho, e fico a boiar no poente em liberdade, agradeço a Deus a dávida do sonho, que me permite encher o peito de água nova, reconcilio-me comigo mesma, e em equilíbrio fica o interior...serena, mais lúc…
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⁠através das cortinas da alma, vou remando até à infância, nada me barra o caminho, e fico a boiar no poente em liberdade, agradeço a Deus a dávida do sonho, que me permite encher o peito de água nova, reconcilio-me comigo mesma, e em equilíbrio fica o interior...serena, mais lúcida, vou continuando o caminho...partem as horas, fica o cansaço, inacabado o sonho, voltam os anseios como trepadeiras dando-me o abraço e eu esqueço as canseiras, adensam-se os beijos frementes de desvario, suspiros do sol interrompem meu frio, escapo-me pelo meio da alegria e vou vivendo, sorrindo dia a dia...