Declaro que o que foi iniciado por Ti será fortalecido dia após dia,
e nenhuma força contrária poderá apagar o que o Teu Espírito selou.
Um futuro onde caminhamos lado a lado,
cheios de propósito, sendo um para o outro apoio e cobertura.
Em Cristo Jesus,
temos livre acesso ao Teu Reino glorioso.
Obrigado, Senhor, porque cada porta é um sinal do Teu amor:
• Porta da graça que me acolhe;
• Porta do perdão que me purifica;
• Porta da aliança que me guarda;
• Porta da eternidade que me chama.
Ensina-me, ó Deus, a viver já neste tempo presente
com o olhar fixo na cidade celestial.
Senhor,
fortalece-me para correr com perseverança a carreira proposta.
Que eu não troque a coroa eterna por glórias passageiras.
Que eu seja encontrado fiel, até o fim,
e um dia receba das Tuas mãos a coroa incorruptível!
Vem, Senhor!
Maranata!
Senhor Jesus,
me ensina a caminhar olhando pro Céu,
a suportar as lutas com os olhos na coroa,
a viver como quem já Te vê.
Quando chegar minha hora,
que eu entre com louvor,
não por merecimento,
mas pela graça do Teu amor.
E que minha história cante no Céu:
Valeu a pena viver por Ti.
Amém.
Ajuda-me a atravessar, com confiança,
todas as "portas" que se abrem na minha caminhada terrena:
• As portas de desafios, que me fortalecem;
• As portas de oportunidades, que me fazem crescer;
• As portas de renúncia, que me santificam.
E, sobretudo, não me deixes esquecer:
Cristo é a Porta das Ovelhas,
o único Caminho, a única Verdade e a Vida eterna.
Com os olhos fixos no lar onde vou morar.
Cristo é a Porta, segura e fiel,
o Cordeiro imolado, o Rei do Céu.
Por Ele atravesso os vales e dores,
até alcançar os eternos louvores.
Seguiram o Cordeiro, mesmo com dor.”
Agora, a vitória se torna canção,
um hino eterno de exaltação.
E o Cordeiro os recebe com braços abertos,
“Bem-vindos, filhos, ao Reino dos justos e eternos!”
Não há mais lembrança da cruz ou do espinho,
apenas a glória de um novo caminho.
E as portas do céu, que jamais se fecharão,
celebram os santos, com honra e unção.
Ali não há templo — o Senhor é o santuário.
Não há sol nem lua — o Cordeiro é o luminário.
Na cidade que não se fecha de noite ou de dia,
só entra quem anda em verdade e alegria.
Rios de vida fluem do trono,
árvore da cura, folhas que curam o abandono.
Ali não há maldição nem escuridão —
há tronos, coroa e adoração.
Contra Ti pequei, ó Pai eterno,
Ainda que muitos tenham se ferido…
Pois antes de ser erro contra os homens,
Foi contra o céu que eu havia mentido.
Mas se grande foi minha transgressão,
Maior é Teu perdão que me refaz.
Porque onde abundou minha vergonha,
Superabundou Tua eterna paz.
Pecar não é só falhar com irmãos,
É desprezar a voz que me criou.
É violar o sangue do Cordeiro,
Que puro e santo por mim se entregou.
O pecado é uma afronta,
É gritar contra a cruz erguida em dor,
É apagar a luz com minhas mãos impuras
E zombar do Espírito Consolador.
Que nunca percamos a sensibilidade de reconhecer nossos desvios, nem a coragem de voltar à casa do Pai. O filho pródigo voltou arrependido — e encontrou não julgamento, mas reconciliação e restauração.
Pois, em Cristo, o arrependimento é o portal para a transformação que glorifica a Deus.
O salmista Davi, após cometer adultério e homicídio, reconhece essa verdade em sua oração de arrependimento:
“Contra ti, contra ti somente pequei, e fiz o que é mal à tua vista” (Salmos 51:4).
Aqui, Davi não está negando o mal que fez a outras pessoas, mas está declarando que o pecado, em sua essência mais profunda, é uma ofensa direta ao Criador, que é Santo, Justo e Soberano.
O pecado afasta. Ele exila o homem da comunhão. Ele interrompe o fluxo da presença, endurece o coração e obscurece o entendimento. Adão, ao pecar, escondeu-se. Caim, após sua desobediência, foi lançado fora. Judas, após trair, se afastou da comunhão. O pecado sempre nos empurra para longe do sagrado.
Amor que transforma é graça viva,
é cruz, é sangue, é ressurreição.
É Ele que arde, acelera e pacifica,
fazendo do frágil, vaso em Sua mão.
“Cristo nos amou e Se entregou por nós, como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus.” (Efésios 5:2)