Tal,qual e certamente,na suavidade das estrelas
e na sensatez do tempo que um dia virão à tona,
como num acorde de violão a fim da solidão passar,
da paixão relutar,do coração sonhar,da vida ganhar...
Ganhar em decisões, felicitar com o amor e ofuscar
com o simples brilho das estrelas.
Sem modéstia confesso minhas lamúrias e lamentações
à galáxia e à todo o universo,
que demanda o mais marcante sentimento:
O amor...
Eu queria apenas
Um pouquinho de carinho
Só para poder
ouvir seu coração
Que por um acaso é um coração
Que pulsa e bate
Radiante,sincero,
Ousado...
Meigo mas sem temor
Apenas para
Reluzir o amor.
Seria fácil se o coração entendesse a razão.
O amor não seria nem complexo nem verdadeiro,
seria companheiro.Fosse como fosse,não haveria
razão para lamentar ou sofrer.Apenas para amar e querer.
Calar-se ou não?Esconder o coração?
Ou ficar eternamente atrás da da paixão?
Gritar para o mundo e morrer de emoção?
Então concluo que o amor não é uma doce poesia,
mas sim uma poesia doce.
Será que temos tempo para nós dois?
Ou será a mera vertigem do espaço do acaso ocasionado?
Ou será apenas o marasmo de um navio que perde-se no espaço,no vento...
Qual será o motivo de desavença que teima a desafiar a vida e deixa-a ao relento a mercê do fogo e do tempo...
A intensidade das palavras é a forma mais delicada e sublime de expressar a perfeita solidão que é capaz de juntar a música e a melodia,que transformam-se em atos valentes e verdadeiros em busca da mais sonora palavra do coração.
A saudade que do que não foi...a sonoridade da música que não tocou ou a chama que brilha em nossos olhares que jamais cruzaram-se e que,mesmo assim,pega fogo quando o meu coração cruza o seu.
Nem todo silêncio do mundo é capaz de calar a voz do coração.