Como tem passado ? Como vão as coisas ? Como tem estado ?
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Como tem passado ? Como vão as coisas ? Como tem estado ? Teu bem estar me encanta.
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Como tem passado ? Como vão as coisas ? Como tem estado ?
Como tem passado ? Como vão as coisas ? Como tem estado ? Teu bem estar me encanta.
Ao final das contas, Em todos os lugares, Encontraremos motivos
Ao final das contas, Em todos os lugares, Encontraremos motivos Para ficar e motivos para partir.
Sinto-me Senhor Da minha própria sorte, Síntese nossa em minha Sinopse.
Somos Improváveis e Imprevisíveis
Gritos de Felicidade (O Clichê não Basta) Lembro-me do pátio, da sala, da praça;
Gritos de Felicidade (O Clichê não Basta) Lembro-me do pátio, da sala, da praça; Recordo-me da biblioteca, do teatro, Do parque e Dela. Imagino seus risos, gestos, Comentários sem sentido, Imortais em minha lembrança. Ouço gritos na cozinha e pra lá do muro, Querem dizer algo, Não quero entender o que dizem. Houve um período Em que gritos me faziam tão bem, Precisava deles, esperava por eles, Me preenchiam. Gritos de felicidade. Uma das melhores sensações Das quais podemos provar. Gritando qualquer coisa, Para que todos nos ouçam; Eles, os outros nos ouçam. Saborear e sorver nossas vidas. Encher os pulmões de oxigênio, Desatar qualquer forma de medo, Com relação a mais sincera expressão, Num sopro que nos proporciona existência. Fiquem paralisados, Endurecidos, emudecidos e chocados, Sem reação com tal atitude impensada. Somos muito pouco espontâneos, Penso que esse seja nosso grande pecado. É nisto que acredito. Vivemos acurralados por nós E isso também não é novidade. Não se resume ao que fizeram e fazem, Mas ao que nós fizemos e fazemos; Muito já foi dito a esse respeito, Esse comentário é apenas mais um plágio, De toda cópia produzida e reproduzida do restante. Mas é assim, precisamos apenas do clichê, Para continuarmos. As demais características Não passam de adereços. Gritos de felicidade. Uma das melhores sensações Das quais podemos provar. Gritando qualquer coisa, Para que todos nos ouçam; Eles, os outros nos ouçam. Pois o clichê, nem sempre basta ou bastará.
Nas Crônicas de um Espelho Meu, Bobeiras de uma comédia trágica. Nas Crônicas de um Espelho Meu,
Nas Crônicas de um Espelho Meu, Bobeiras de uma comédia trágica. Nas Crônicas de um Espelho Meu, Bobagens de uma tragédia mágica.
Für Matchenka Sei que poderia escrever uma frase, Uma dedicatória, um texto, uma música,
Für Matchenka Sei que poderia escrever uma frase, Uma dedicatória, um texto, uma música, Um conto, uma crônica, um poema ou poesia, Um relato, reflexão, trova, divagação ou Singelos pensamentos avulsos para ela. Porém, não chegariam nem próximo, De um muito-mais-que-merecido agradecimento, Pelo fato, de que sem ela, eu não haveria de existir. Todavia, graças a ela existo e por ela insisto, Que sou tudo aquilo que fizeste de mim. "Merci Matchenka".
Habitantes do Ventrículo Esquerdo e o Manjar Diminuto em Banquete Gelado
Foi o semideus Que incendiou o limbo, Um ateísta santo
Foi o semideus Que incendiou o limbo, Um ateísta santo Que afogou os mitos.
Inominado Forasteiro Foi o semideus Que incendiou o limbo,
Inominado Forasteiro Foi o semideus Que incendiou o limbo, Um ateísta santo Que afogou os mitos. Violando belas ordens Sem consentimento, Profanador congênito Inebriando-se ao relento. Partiu faminto e enfermo Ao Gulag desértico, Lançado em cova rasa Por tuas heresias. Após ser condenado Por teus ensinamentos, Salvou povos santificados De tuas convenientes tiranias. O extremo ermitão Em solo trivial, Derradeiro eremita Do solilóquio corriqueiro, Ateando tuas máximas De teor espiritual, Foi mencionado como O Inominado Forasteiro O derradeiro eremita Do solilóquio corriqueiro, Foi mencionado como O Inominado Forasteiro.
Na Textura Sólida das Nuvens
Mais um soneto inútil, Outra película estúpida, Difundindo teu veneno,
Mais um soneto inútil, Outra película estúpida, Difundindo teu veneno, Consciência podre a nos intoxicar.
Faço um esforço tremendo, Para crer em tudo que digo, Discordo de tudo o que dizem,
Faço um esforço tremendo, Para crer em tudo que digo, Discordo de tudo o que dizem, Contudo, não diga nada a ninguém.
Onde a luta se encerra E o luto é permitido, Fazem tanto sentido quanto,
Onde a luta se encerra E o luto é permitido, Fazem tanto sentido quanto, Os sentimentos que perdi.
Apegue-se à vida, Diga o que tem a dizer, Faça o que tem que fazer
Apegue-se à vida, Diga o que tem a dizer, Faça o que tem que fazer E dê o fora daqui.
A existência aprisionada, Faz do calabouço nosso lar.
Nada disso acaba, Tudo tem sabor, Mas só o amargo salva,
Nada disso acaba, Tudo tem sabor, Mas só o amargo salva, Na canção do vencedor.
Do olhar inconsolável Nascem as canções, Em nosso despropósito,
Do olhar inconsolável Nascem as canções, Em nosso despropósito, Brotam proposições.
Tudo tem um custo, Porém, nada é valorável, Mas a consistência salva,
Tudo tem um custo, Porém, nada é valorável, Mas a consistência salva, O olhar inconsolável.
Toda coisa tem um preço, Coisa alguma tem valor, O sempre chega ao fim,
Toda coisa tem um preço, Coisa alguma tem valor, O sempre chega ao fim, Na canção do perdedor.
Entendo tudo sobre perder. Perdi tantas vezes na vida, que acabei me tornando profissional nisso. Sou o melhor perdedor que você vai conhecer.
Canções do Olhar Inconsolável O olhar inconsolável, Denuncia a vida cativa,
Canções do Olhar Inconsolável O olhar inconsolável, Denuncia a vida cativa, Na privação do ser, Ao qual foi negada a liberdade. A existência aprisionada, Faz do calabouço nosso lar.
Lembre-se, que foram os Filósofos que acabaram com os Mitos.
Ilustríssima Karine, Na habitual desimportância, Nossa estranha semelhança,
Ilustríssima Karine, Na habitual desimportância, Nossa estranha semelhança, É incompatível e caríssima.