Seguindo o segmento Sua pupila se dilata, Quando vê e fica atento
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Seguindo o segmento Sua pupila se dilata, Quando vê e fica atento A um latão em movimento, Descendo violento Na enxurrada que arrebata.
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Seguindo o segmento Sua pupila se dilata, Quando vê e fica atento
Seguindo o segmento Sua pupila se dilata, Quando vê e fica atento A um latão em movimento, Descendo violento Na enxurrada que arrebata.
Se aproxima desconfiado, Em um instante repentino, Ao latão agarrado
Se aproxima desconfiado, Em um instante repentino, Ao latão agarrado Ele nota um menino. Se atira no rio sem pensar, Então pensa em não se afogar E nadar, nadar e salvar.
Rompendo o fatigante, Nos becos crescem bromélias. Um fato relevante,
Rompendo o fatigante, Nos becos crescem bromélias. Um fato relevante, Um relato fascinante !
Não pretendia ser famoso, Não almejava ter dinheiro, E um desafio fabuloso
Não pretendia ser famoso, Não almejava ter dinheiro, E um desafio fabuloso O transformou em um guerreiro.
O tapete do seu quarto É o córrego borbulhante. O pontilhão é o limite
O tapete do seu quarto É o córrego borbulhante. O pontilhão é o limite Cortando as artérias.
Descendo a corredeira Depois da trovoada, Atitude guerreira,
Descendo a corredeira Depois da trovoada, Atitude guerreira, Um arco-íris na alvorada.
Ele nadou, venceu e salvou E o menino viveu e voltou, Para contar a lenda...
A Lenda do Guerreiro Urbano Sua cama o pavimento, Seu cobertor a lua minguante,
A Lenda do Guerreiro Urbano Sua cama o pavimento, Seu cobertor a lua minguante, As paredes de cimento Com grafite cintilante, O tapete do seu quarto É o córrego borbulhante. O pontilhão é o limite Cortando as artérias. Rompendo o fatigante, Nos becos crescem bromélias. Um fato relevante, Um relato fascinante ! “Na metrópole profana, Um mendigo indigente, Se torna a lenda urbana, De um guerreiro valente.” Em sua carruagem Revestida de papelão, Recomeça a viagem Costurando o ribeirão. As vielas são inseguras, Mas já foram o seu lar, Identifica as figuras Rascunhadas num pilar. Seguindo o segmento Sua pupila se dilata, Quando vê e fica atento A um latão em movimento, Descendo violento Na enxurrada que arrebata. Se aproxima desconfiado, Em um instante repentino, Ao latão agarrado Ele nota um menino. Se atira no rio sem pensar, Então pensa em não se afogar E nadar, nadar e salvar. Descendo a corredeira Depois da trovoada, Atitude guerreira, Um arco-íris na alvorada. Não pretendia ser famoso, Não almejava ter dinheiro, E um desafio fabuloso O transformou em um guerreiro. Ele nadou, venceu e salvou E o menino viveu e voltou, Para contar a lenda... “Na metrópole profana, Um mendigo indigente, Se torna a lenda urbana, De um guerreiro valente. A Lenda do Guerreiro Urbano.”
As vielas são inseguras, Mas já foram o seu lar, Identifica as figuras
As vielas são inseguras, Mas já foram o seu lar, Identifica as figuras Rascunhadas num pilar.
Sua cama o pavimento, Seu cobertor a lua minguante, As paredes de cimento
Sua cama o pavimento, Seu cobertor a lua minguante, As paredes de cimento Com grafite cintilante,
“Na metrópole profana, Um mendigo indigente, Se torna a lenda urbana,
“Na metrópole profana, Um mendigo indigente, Se torna a lenda urbana, De um guerreiro valente."
Cicatrizes são poemas, que a vida nos dedica, entalhando em nossa carne versos inesquecíveis, para recordarmos que o sofrimento ensina e a dor, é poesia.
Miráculo Não há nada de especial
Miráculo Não há nada de especial no nascimento, a vida acontece até com as amebas. Mas assumir uma cria, agir com humanidade e formar um ser humano ao longo de uma vida de dedicação, carinho, amor, tolerância, consciência e compreensão é raro de se ver, este é o verdadeiro milagre.
"Jamais existiu uma civilização mais evoluída que os povos indígenas. Nós somos os selvagens, nós sempre fomos os primitivos."
Satirizam a submissão dos cães Mas ignoram tua lealdade, Poucas coisas são tão puras
Satirizam a submissão dos cães Mas ignoram tua lealdade, Poucas coisas são tão puras Quanto as tempestades
mas a velha bomba cardíaca resiste, com tuas câmaras ocas e tuas valvas guerreiras, resiste.
Tudo que queremos É tocar a medula, Chegar ao tutano
Tudo que queremos É tocar a medula, Chegar ao tutano E semear o pó.
Queimaremos tudo pelo caminho, Ao primeiro sinal de perigo, menina, Combatemos as labaredas
Queimaremos tudo pelo caminho, Ao primeiro sinal de perigo, menina, Combatemos as labaredas Jogando gasolina.
Traduzimos num olhar, Tudo aquilo que um dia, Talvez pudesse ser dito.
Então somos lembrados, Apenas pelos vícios E nossas gloriosas recaídas.
E só o estrago que ela causa É enfim, tido como verdade, Todo estrago que causamos,
E só o estrago que ela causa É enfim, tido como verdade, Todo estrago que causamos, Foi nossa mera vaidade.
Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas Satirizam a submissão dos cães Mas ignoram tua lealdade,
Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas Satirizam a submissão dos cães Mas ignoram tua lealdade, Poucas coisas são tão puras Quanto as tempestades E só o estrago que ela causa É enfim, tido como verdade, Todo estrago que causamos, Foi nossa mera vaidade. Nossas virtudes ?! Nunca tivemos ou Não foram reconhecidas, Então somos lembrados, Apenas pelos vícios E nossas gloriosas recaídas. Queimaremos tudo pelo caminho, Ao primeiro sinal de perigo, menina, Combatemos as labaredas Jogando gasolina. Desvendando o homem invisível, Eis o teu talento, humano, Transmutar-se em combustível. Tudo que queremos É tocar a medula, Chegar ao tutano E semear o pó. Encontrar aquela gata de preto Em plena sexta-feira 13, Foi sorte demais Pruma vida só.
Atlas do Cosmos para Noites Nebulosas
Nossas virtudes ?! Nunca tivemos ou Não foram reconhecidas,