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Frases de melanialudwig

1.696 frases

PROVÁVEL DESPEDIDA Estou me preparando para uma provável despedida
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PROVÁVEL DESPEDIDA Estou me preparando para uma provável despedida As mãos vazias estou deixando[ para que ela seja desmedida recebendo um grande abraço daqueles que valem por uma vida Vou desamarrar um laço em seguida comprar outra fita para iniciar nova trançça nos meus sonhos de criança... mel - 08/30/11

SERVIÇO DE METEOROLOGIA DO CORAÇÃO!! Uma frente de felicidade Vai atingir a região sul do teu coração,
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SERVIÇO DE METEOROLOGIA DO CORAÇÃO!! Uma frente de felicidade Vai atingir a região sul do teu coração, No norte choverá alegria e Nas demais áreas muito "AMOR e PAZ"!!! _..._ ..._(... ( ...).._ (_....__..._) _(.. ( ...) /(_...._)(_...._..._)\ // / / / / | \ \ \ \ / / / / | \ \ \ / / / / | \ \ \ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ♥ ´´´, •♥♪♥♪♥♪♥♪♥♥♪♥♪♥♪♥♪♥ ´´´¢ /Λ\\\\♥♪♥♥♪♥♥♪♥♪♥♥♪♥♪♥• ´´¢ /.....\\\\♥♪♥♪♥♥♪♥♪♥♥♪♥♪♥♪♥• ´¢ / ๑۩ ๑_\\\\♥♪♥♪♥♪♥♪♥♪♥♪♥♪♥♪♥• ¢/¨๑۩۞۩๑_\\\\´♪♥♪♥♪♥♥♪♥♪♥♪♥♪♥♪♥ ¨▓¨.♪♥♥♪.▓♥♪♥♪♥♪♥♪♥♪♥♪♥♪♥♪♥•| ¨▓¨.♪♥♥♪.▓¨★★★★★¨¨¨¨¨¨¨¨¨★★★ ¨▓¨.♪♥♥♪.▓¨★★★★★¨¨¨¨¨¨¨¨¨★★★ ¨▓¨.♪♥♥♪.▓••••••••••••••••••••.••••••••••• ¨♥♥======♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥ Que chova muita alegria em todos os teus dias E que DEUS te ilumine sempre por onde tu fores. Beijoss no teu coração !!!

Melania Ludwig 10 de outubro de 2011 ·m · DO MEU JEITO
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Melania Ludwig 10 de outubro de 2011 ·m · DO MEU JEITO Saí de casa com onze anos de idade Fui estudar na cidade, na casa da tia Rosa Criei asas na marra, machuquei-as na pressa Recebi muita pancada, dei troco à bessa Do meu jeito... Estudei como bolsista, num colégio de freiras bondosas Enquanto normalista, alfabetizei crianças da periferia Passei no vestibular, o curso não me agradou segui em frente, voltar arás não podia Do meu jeito... Cursei pedagogia, letras era o que eu queria A formatura não pude pagar, mas no baile eu fui dançar Emprego melhor arrumei, fui Orientadora Educacional Numa escola particular, com adolescentes lidei Foi difícil me adaptar, com dipolomacia a turma eu amansei Do meu jeito... Voltei um namoro antigo, ele morava aqui, eu no Paraná Vim conhecer esta cidade, senti que seria o meu lugar Concordei em me casar, casa financiada pelo BNH Em um opala cor de vinho, pra São José Do Rio Preto Com ele eu vim morar e meus sonhos realizar Do meu jeito... mel - ((*_*))

8 de outubro de 2011 · Editado · CANTINHO DO CÉU Tantas vezes por este caminho eu entrei
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8 de outubro de 2011 · Editado · CANTINHO DO CÉU Tantas vezes por este caminho eu entrei Outras tantas por ele saí Tantas vezes quando entrei eu chorei Outras tantas de alegria eu sorri Perdi a conta das flores que aqui plantei E dos amigos queridos que aqui acolhi Por mais de vinte anos este chão eu pisei Sentirei saudades de tudo que aqui vivi... mel - ((*_*))

Melania Ludwig 7 de outubro de 2011 · Editado · Esta é para os que ainda não sabem
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Melania Ludwig 7 de outubro de 2011 · Editado · Esta é para os que ainda não sabem Vou deixar o meu cantinho Noutras paragens vou morar Felicidade que aqui senti Comigo vou conservar Levo comigo meu ninho Não sou feito passarinho... Meu sonho de primavera Deixou de ser apenas quimers Saio daqui com alegria Há muito este sonho eu antevia... mel

ABRAÇO Hoje é o dia do abraço Mas por que hoje?
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ABRAÇO Hoje é o dia do abraço Mas por que hoje? De que abraço estamos falando? São tantos! De tantas formas! De tantos sentimentos! Há o abraço cordial, sem muito a expressar Há o braço do filho pequeno que na sua inocência Demonstra tanta transparência Há o abraço do filho moço Que já se achando independente Abraça-nos molemente Há o abraço de “judas” Com os braços nos atrai E com os olhos nos trai Há o abraço do pai idoso Que no filho vê seu passado e o abraça emocionado Há o abraço de mãe Que nem tem como descrever Sem a emoção aparecer Há o abraço do casal apaixonado Cada vez que se tocam seu amor os anjos evocam Há o abraço de despedida Cujo enlace é tão comovente escondendo a lágrima quente Há o abraço da chegada Que em pulos de alegria a felicidade irradia Há o abraço virtual Ele é sempre envolvente a cada mensagem a gente o sente Abraço que eu lhe envio agora Via satélite sem demora... mel

MINHA BONECA DE VERDADE Quando criança ainda, lá com meus seis anos de idade, morava com meus pais e mais sete irmãos no sítio e não possuía nenhum brinquedo de fábrica. Todos eram confeccionados em casa, em conjunto com as amiguinhas vizinhas, com meus irmãos e às vezes minha m…
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MINHA BONECA DE VERDADE Quando criança ainda, lá com meus seis anos de idade, morava com meus pais e mais sete irmãos no sítio e não possuía nenhum brinquedo de fábrica. Todos eram confeccionados em casa, em conjunto com as amiguinhas vizinhas, com meus irmãos e às vezes minha mãe tirava um tempo e nos ensinava a fazer algumas coisas interessantes. Nós, as meninas, fazíamos bonecas de sabugo para brincar. É, sabugo mesmo, aquela parte que sobra do milho seco depois de debulhado. Escolhíamos o maior de todos os sabugos disponíveis no paiol. Cortávamos retalhos de tecidos cedidos por minha mãe, que sempre os tinha guardados numa sacola, pendurada atrás da porta de seu quarto de costura. Escolhidos os tecidos, pegávamos a parte mais grossa do sabugo, o que seria a cabeça da boneca, nele colocávamos o tecido na extremidade, como se fosse uma touca, amarrando firme com uma tirinha, para não se soltar (porque cola nós não tínhamos). Em seguida, escolhíamos outro retalho e fazíamos uma saia, pregueada ou franzida, com as mãos mesmo, nada de agulha ou linha! A coleguinha ajudava a amarrar com tiras finas da própria palha do milho. Com um lápis preto ou mesmo um pedaço de carvão, desenhávamos os olhos e com semente de urucum, a boca. Pronto! Estavam ali nossas bonecas. Lindas! Cada uma com a sua. Diferentes umas das outras, devido a escolha dos retalhos coloridos. Felizes, brincávamos por horas a fio. Mas um belo dia, uma priminha da cidade, veio com meus tios nos visitar, trazendo consigo uma boneca de verdade. Fiquei encantada! Nunca havia visto uma, e tão linda. Tinha os olhos azuis e cabelos cacheados. Daquele dia em diante minha vida mudou. Não quis mais saber de brincar com boneca de sabugo. Eu queria uma boneca de verdade. A novidade mexeu com meus sonhos, até então acessíveis. Chorava e implorava para minha mãe. "Quem sabe no Natal", dizia ela. Pedir para meu pai, nem pensar. Para ele, brinquedo era desperdício de dinheiro. Era o jeito dele ver o mundo infantil. Posso jurar, foi o ano mais longo de minha infância: Eu queria minha boneca de verdade e ela só viria no Natal. Chegou o Natal, como tantos outros, mas para mim seria diferente, eu teria minha boneca de verdade. O "talvez" de minha mãe eu esquecera. Fomos com toda alegria, bem cedinho, ver os presentes debaixo da linda árvore natalina. Cada um procurando o seu, embrulhados em papel comum, mas com nosso nome marcado pela letra de minha mãe. Porém, cadê a minha boneca de verdade? Ela não veio. Ganhei sim, uma pequena sombrinha, que no dia seguinte já estava quebrada. Chorei muito e ainda levei umas boas palmadas de meu pai. Ninguém me consolou. Não compreenderam a minha tristeza. Minha mãe deve ter percebido, mas como nada podia fazer, não deixou transparecer; apenas prometeu-me que daria um jeito, "talvez" na próxima ida à cidade grande, na época das compras. Isto não me consolou. Foi, sem dúvida, o Natal mais triste de minha infância. Depois daquele fatídico Natal, em que não ganhei meu presente desejado, minha tristeza, felizmente, durou pouco. Janeiro era o mês do padroeiro da cidadezinha onde frequentávamos a escola, o catecismo e as missas dominicais. São Paulo, lembro-me bem, era o santo padroeiro da capela e nome do sítio de meu pai, onde morávamos. Todo ano os moradores se reuniam e preparavam uma bela quermesse, com direito à visita do bispo, padres de outras paróquias, fazendeiros, sitiantes e colonos de toda a redondeza para uma linda missa cantada. Para a quermesse eram doados bezerros, sacos de café, leitoas, carneiros, frangos e artesanatos feitos pelas mulheres e moças prendadas da comunidade. Uma rifa foi organizada, cujo dinheiro iria para a reforma da igrejinha. Um bezerro era o prêmio e de brinde, vejam só, uma linda boneca confeccionada por dona Mariquinha, mulher muito conhecida por suas habilidades na agulha. Quando vi aquela boneca, fiquei deslumbrada! Eu queria uma boneca de verdade e esta era a minha chance. Procurei por minha mãe, que estava na cozinha de uma das barracas, liderando outras mulheres no preparo da comida a ser servida durante a festa. Implorei que comprasse um número, porque eu queria uma boneca de verdade. Meu pai não era dado a gastar dinheiro com estas extravagâncias, mas naquele dia ele sucumbiu ao meu apelo e cedeu. Comprou um único número. Nem preciso dizer que dei muitos pulos de alegria. Ao anoitecer, quase no final da festa, chegou a esperada hora do sorteio..Bingo! Meu pai ganhou o bezerro e eu ganhei a minha “boneca de verdade”. Ela era deslumbrante aos meus olhos de menina. Tinha uma aparência diferente. Fora feita à mão, uma boneca de pano com jeito de moça. Trajava um vestido branco de renda, com fitinhas coloridas de cetim, por toda borda da barra da saia. O decote mostrava o início de fartos seios. Perfeito! Minha boneca de verdade, com corpo de moça feita, seria a mãe de todas as bonequinhas de minhas coleguinhas da vizinhança. No dia seguinte, de tardinha, minhas amigas e eu fomos brincar de boneca, numa ansiedade sem tamanho. Nos instalamos dentro de um velho bambuzal, e lá ficamos por horas, nos deliciando em nossas fantasias infantis de mamãe, comadres e tias. Sim, porque toda boneca era batizada, ganhava um nome e uma madrinha. Antes do anoitecer, minha mãe me chamou para ajudá-la nos afazeres do jantar. A brincadeira se desfez e aos poucos a noite chegou. Na manhã seguinte, acordei aos pulos. Eu havia esquecido minha boneca de verdade no bambuzal. Corri para buscá-la. Qual não foi meu espanto quando a vi: estava toda encharcada, estufada, desbotada, manchada, descolorida, quase decomposta. Havia chovido a noite toda! Autora: Melania Ludwig

Abra a janela do seu coração e deixe entrar por ela tudo de melhor que venha tornar você extremamente feliz! Pois Deus lhe deu a vida...e sua vida tem que ser vivida sempre com toda...Felicidade!
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Abra a janela do seu coração e deixe entrar por ela tudo de melhor que venha tornar você extremamente feliz! Pois Deus lhe deu a vida...e sua vida tem que ser vivida sempre com toda...Felicidade! Bom dia meus queridos! Sejamos felizes antes mesmo do sol clarear nosso dia! mel

Melania Ludwig 30 de outubro de 2011 · Meus queridos amigos, hoje agradeço toda a solidariedade recebida, o carinho e atenção de vocês. Com meus caquinhos vou formando meu mosaico, dia a dia...
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Melania Ludwig 30 de outubro de 2011 · Meus queridos amigos, hoje agradeço toda a solidariedade recebida, o carinho e atenção de vocês. Com meus caquinhos vou formando meu mosaico, dia a dia... E com o carinho de vocês vou acreditando cada dia mais nas pessoas e num mundo melhor. Boa noite a todos!!! mel

Você é para mim Um pedacinho do sol Uma nota si bemol
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Você é para mim Um pedacinho do sol Uma nota si bemol Um raio de luar Uma luz a me guiar Um jardim sempre a florir Uma criança a sorrir Um amor reconfortante Uma emoção constante... Você é para mim Um rio de água calma Uma carícia em minha alma Um perfume inconfundível Uma presença imprescindível Um pouco de cada dia Uma gota de alegria Um sentimento dentro de mim Uma saudade sem fim... (Mel 19/10/11)